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Mitos e verdades sobre aprender inglês na Nova Zelândia

Mitos e verdades sobre aprender inglês na Nova Zelândia.

Falar inglês é, com certeza, libertador. Nada se compara a sensação de poder viajar pelo mundo todo e saber que será entendido, ou candidatar-se à vagas de emprego interessantes em qualquer lugar sem limitações, ou ainda, assistir aos melhores seriados e filmes sem aquelas péssimas dublagens e ter acesso a livros em primeira mão. Tudo isso passava pela minha cabeça quando decidi me aventurar e ir estudar inglês na Nova Zelândia.

O país foi, de certa, forma escolhido para mim, já que na época meu namorado (atual marido) amava o país e já o pesquisava há tempos. Não foi um destino comum como EUA, Inglaterra ou Canadá; nós não tínhamos nenhum amigo que já tivesse ido ao país e menos ainda, nenhum conhecido por lá. Muitos diziam que essa escolha era pura loucura.

Eu mesma não tinha uma ideia clara sobre as diferenças entre os países de língua inglesa que me possibilitariam aprender o idioma e imaginava que era tudo bem parecido. Já havia pensado em me aventurar pelos Estados Unidos pois é o país mais conhecido no Brasil para intercâmbio. Começaram então os conflitos desta escolha. Ouvia opiniões diversas e naquela época não tinha ideia do que era apenas um mito e do que era realmente verdade, o que só dificultava o processo.

Ao dizer que meu destino seria a Nova Zelândia, o que mais me surpreendia era que muitos nem mesmo sabiam onde era esse país. Algumas pessoas me diziam que eles não falavam inglês e sim, maori (língua oficial do país), outros diziam que o país não era legal para o aprendizado da língua pois os kiwis (como os neozelandeses são chamados) tinham um sotaque muito carregado.

Olhando a NZ no mapa mundi eu só enxergava um “ponto e vírgula” lá do outro lado do mundo. Imaginava que o país era do tamanho de uma cidade pequena no Brasil, e cheguei a visualizar uma vez que teria apenas uma rua principal e que eu poderia viajar de norte a sul em um só dia. A segunda coisa que me intrigava era a distância que separava a Nova Zelândia do Brasil. Estudar em um país tão longe devia ser caríssimo, era o que todos diziam, e isso fazia total sentido na minha cabeça; outros países mais próximos teriam certamente um custo-benefício mais atrativo.

Quando assistia vídeos sobre o país, o destaque era para a natureza: mostrava-se mar, florestas, animais e o povo maori com a língua pra fora. Já de cabeça na viagem, tentava me acostumar com a ideia de conviver com aquele povo no dia a dia, e ficava também tentando entender onde estavam as cidades que apareciam apenas de relance nos vídeos.

Fui apresentada pela agência de intercâmbio que contratei a 2 cidades e a 5 possíveis escolas. Isso também fez com que meus sensos reforçassem o quanto o país era pequeno.

Todos que conheciam algo sobre a NZ afirmavam que o país era conhecido pelos esportes radicais. Apesar de assustador, essa parte me deixava animada e nervosa ao mesmo tempo, como é parte da cultura do país e eu estava me propondo a conhecer e entender de tudo um pouco,acreditava que seria impossível voltar do meu intercâmbio sem todas essas experiências na bagagem.

Assim que desembarquei em Auckland comecei a entender que nós, seres humanos, temos audição seletiva, e escolhemos o que queremos escutar ou acreditar. Me lembrava de passagens onde pessoas me diziam o quanto poderia ser difícil a adaptação inicial em outro país, como era frustrante e sofrido aprender inglês, coisas que eu tinha preferido não ouvir, pois, achava que tudo seria diferente comigo. Acreditava que conseguiria me adaptar a qualquer situação como mencionei no meu texto anterior, “Minha vida de camaleão”.

A viagem foi realmente longa, afinal são mais de 10 mil km de distância – mas fazendo as contas, vi claramente que o intercâmbio não saiu mais caro que seria, se comparado a outros destinos comuns de brasileiros.

Logo que cheguei entendi que o país não era tão pequeno quanto eu imaginava. A cidade era grande e bem estruturada, a diferença é que tudo era em total harmonia com a natureza: muitos parques, lagos, casas com gramas e jardins.

No meu primeiro dia de aula, apesar de não entender muita coisa, vi que era perfeitamente possível aprender inglês com um professor kiwi. Outro fato interessante é que só em Auckland haviam mais de 100 escolas de inglês e que tinha várias outras cidades que eu nunca tinha ouvido falar.

Descobri que de forma alguma seria possível cruzar o país de norte a sul em apenas um dia, mas que com um mês daria pra rodar toda a Nova Zelândia de carro e que a travessia da ilha norte para a ilha sul só ocorre através de balsa ou avião.

Somente após um mês e já instalada no país notei que nunca tinha visto um maori como nos vídeos, ou visto alguém falar este idioma. Descobri então que a língua maori é considerada a língua oficial juntamente com o inglês, porém não é comumente falada no dia a dia. Isso foi imposto pelo governo na tentativa de manter a cultura e história desse povo; as crianças aprendem esse idioma nas escola (como uma segunda língua) e existe também um canal de TV apenas em língua maori. As vestimentas tradicionais e o famoso Haka só são vistos em apresentações, festividades ou em locais turísticos onde conserva-se vilas maoris para fins de visitação.

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A Nova Zelândia era mesmo o país dos esportes radicais. Toda cidadezinha tinha algo diferente, exótico ou radical pra se fazer. Pular de paraquedas, de bungee jump, fazer rafting, andar de jet boat, voar de balão. Na maior cidade do país, Auckland, podia-se pular do ícone, a sky tower, ou simplesmente dar a volta em um dos pisos da torre ao ar livre, a mais de 200 metros de altura. Essa parte era totalmente verdade! Claro que tem várias outras opções, porém a marca registrada do país é mesmo o “diferente”.

As paisagens maravilhosas que sempre via nos vídeos estão por toda a parte, em parques dentro das cidades ou a pequenas distâncias. A cada esquina há um cenário novo, com paisagens que não nos permitem colocar a câmera na bolsa.

Descobri posteriormente que a Nova Zelândia é considerada um dos países com o melhor custo-benefício para se realizar um intercâmbio. Que aprender inglês em um país pequeno amigável e com senso de comunidade é sensacional. A evolução da língua é maior e mais rápida, pois você se sente confortável e seguro.

Apesar de existir um sotaque diferente em determinadas áreas, não há nenhuma dificuldade no entendimento e o aprendizado acontece com naturalidade. Outra verdade que eu descobri com o tempo é que a língua inglesa é uma só, independentemente do país onde a aprendeu ou de quem está falando. E que o maior MITO de todos é acreditar que se sabe falar inglês fluentemente quando não consegue entender os sotaques diferentes do idioma que encontra pelo mundo.

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Rosana Melo

26 comentários

Joilce Moura Outubro 10, 2015 at 8:33 pm

Olá! muito bom seu texto. ótimas informações que jamais esqueço.
Tenho muita vontade de fazer um intercambio. Na minha lista está Austrália e Nova Zelandia. Não sei qual escolher, são lugares muito bonitos, mas acho ser caros, talvez, pela pouca informação que tenho, embora já tenha lindo um pouco.
Quero muito fazer intercambio, não sei quando, mas tem q ser enquanto solteiro.
tem uma agencia né? tem face? site? me manda no e-mail: [email protected]
um abraço, aqui do Brasil.!

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Rosana Melo Outubro 15, 2015 at 8:14 am

Oi Joilce, que bom que gostou do texto. 🙂
Fazer intercâmbio é tudo de bom. Não perca essa oportunidade. Trabalhamos com a NZ e Austrália. Da uma olhadinha no nosso website http://www.yepnz.com, facebook yepNZ ou fique a vontade pra nos enviar um email no [email protected]. Bjao

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Ana Zambelli Janeiro 8, 2016 at 11:31 am

Oi Rosana…tudo bom?
Estou doida pra novas oportunidades, mudar de ares, de país, morar num lugar seguro e com perspectiva! Eu e meu marido (27 e 30 anos) temos boa vida, tudo próprio sem dívidas, família por perto e estamos muito bem financeiramente. Apesar de tudo isso, vivemos com o sentimento de que tem coisa melhor la fora e que podíamos viver mais felizes….temos muito medo de mudar assim de país mas, estamos realmente decepcionados com o Brasil e o Brasileiro. Bem provável que façamos uma visita de uns 20 ou 30 dias ai ainda esse ano (se tudo der certo). Eu e ele somos muito esforçados e, estamos super dispostos a trabalhar duro, estudar e aprender coisas novas, tudo o que for preciso para nos aceitarem. Acha que temos boas chances? Ah, nós dois falamos inglês. Eu sou fluente e ele esta trabalhando nisso hehe.

Qualquer ajuda sua é muito bem vinda!!!!
Beijos e parabéns pelo blog…

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Rosana Melo Janeiro 12, 2016 at 7:58 pm

Oi Ana,
Muito legal ler seu comentário, me lembrei de mim mesma e meu namorado (atual marido) quando estavámos ainda tomando nossa decisão de sairmos do país. Tinhamos mais ou menos a mesma idade que vocês. A diferença é que não tinhamos inglês.
Acredito que essa é uma experiência que com certeza vai mudar a vida de vocês. Vale muito a pena em termos de aprendizado cultural e da abertura de mente que todos atingimos quando conhecemos o diferente. Tendo inglês as coisas são mais fáceis e vocês podem optar por cursos que darão ainda mais liberdade a vocês de escolha e oportunidade de trabalho. Mas lembrem-se que se não gostarem ou não se adaptarem, vocês podem sempre voltar e estarão nesse caso levando uma qualificação e muita experiência de volta com vocês. Se precisarem de ajuda não deixe de entrar em contato com a equipe da YepNZ, teremos maior prazer em ajudar vocês 2 nessa aventura. Super beijão e nos vemos pelo mundo…

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Verônica Março 9, 2016 at 4:59 pm

Olá, Rosana!
Estou completamente encantada com o seu texto e com a emoção que você consegue descrever NZ.
Tenho uma amiga que mora lá, casou lá e está super feliz.
Estou agora com planos de ir pra lá no fim do ano, mas tenho mil dúvidas em relação. Não entendi bem no texto sobre a sua fluência, você não falava inglês antes de ir? Aprendeu tudo por lá?
Eu tenho inglês básico, então esse é o meu maior receio. A minha amiga disse que é super possível começar do zero por lá, o que é até mais fácil. Ou você aprende ou aprende!
Além de tudo isso, ainda não conclui meus estudos e estou em busca mesmo de algo novo, de uma nova vida, num lugar totalmente diferente.
Qual a sua opinião em relação a isso?

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Rosana Melo Março 10, 2016 at 1:45 am

Oi Verônica, muito obrigada pelo carinho das suas palavras. Fiquei muito contente que gostou dos textos. Isso que é motivação. 🙂
É isso mesmo, quando eu vim não falava inglês. Vim para um intercâmbio de 6 meses, digo que não foi fácil, mas valeu a pena demais. Você tem que estar disposta e saber que irá encontrar dificuldades, tem dia que eu me sentia péssima, mas se estiver com as expectativas ajustadas pode ser mais fácil superar essa fase. Caso tenha interesse em saber mais sobre suas opções de estudo por aqui entre em contato com nossa equipe através do [email protected], eles com certeza irão te ajudar muito. Uma vez na NZ, estaremos por aqui pra recebê-la e ajudá-la com os primeiros passos o que faz muita diferença. Ter uma amiga por aqui também ajuda bastante e te traz segurança. Espero te encontrar na NZ em breve! Bjao e até.

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Mayara Março 24, 2016 at 10:52 am

Estou encantada com tudo isso… vejo agora o sonho se tornando realidade, sabendo que muitas pessoas tem a mesma vontade que eu… sem falar inglês querem ir a nz, buscar coisas e conhecimentos novos! !
Quero ir em novembro. . Estou ansiosa!

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Rosana Melo Março 26, 2016 at 5:59 am

Que legal Mayara que pretende vir em novembro. Esteja ciente que sem inglês é bem mais difícil, mas totalmente possível. É só ter força de vontade e estudar muito! Foi o que eu fiz. Espero que possamos nos conhecer por aqui. Caso precise de ajuda com seu intercâmbio não deixe de entrar em contato com a equipe da YepNZ no [email protected]. Super beijão e até breve.

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Ricardo Mota Julho 1, 2016 at 12:49 am

Ao ler uma reportagem (Kaitangata está querendo pessoas para residirem e trabalharem) estou tentando colher o maior numero de informações possíveis e de certo modo seu texto me ajudou bastante na realidade meu foco em 1° lugar é o trabalho e em 2° tendo a oportunidade é o estudo agora o que eu desejo é saber se tenho como conseguir o emprego na minha aérea ou teria que exercer uma outra e os tramites quanto a documentação.

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Rosana Melo Julho 3, 2016 at 2:01 am

Oi Ricardo, cuidado com essas notícias sensacionalistas. Eu vi essa reportagem também no jornal aqui, mas não era direcionado a imigrantes, e sim a residentes do país que moram em cidades grandes onde moradia é cara e existe bastante concorrência para trabalho. Veja que para que você possa trabalhar por aqui tem que ter visto de trabalho. Trabalho é proporcional ao nível de inglês e não é tão simples de conseguir. Acompanhamos muitos estudantes que tem permissão de trabalho e eles demoram em média 3 meses para conseguir o primeiro trabalho. Claro que tudo depende da sua área, sua experiência, atitude e tal. Amo a NZ e acho que vale super a pena, mas o caminho até a residência não é tão simples assim. Caso queira saber mais sobre vistos recomendo que procure um immigration adviser, profissional autorizado a analisar sua situação e ver suas possibilidades por aqui. Boa sorte. Bjao. 🙂

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Thiago de Faria Ferreira Julho 24, 2016 at 7:41 pm

Boa tarde Rosana, gosto muito de ler seus textos, há quase um ano leio sobre a NZ, já chegamos a nos falar por email e Skip, tenho muita vontade de viver na NZ, porém vários medos e dúvidas, primeiro tenho família, então não posso deixa-los passar necessidade, eu tenho 30, minha esposa 27 e meu filho 2, a intenção é irmos todos, sou formado em ciências contábeis e atuo como corretor de imóveis, acha que valeria apena me especializar uma dessas áreas e crescer aí? Acha que ainda estamos em tempo com essas idades? Gostaria muito da consultoria mais personalizada para tirar dúvidas e saber sugestões, se possível entra em contato por email, para vermos o preço e se é possível dividir, uma das coisas que me impossibilita de ir o mais rápido possível é que apesar de sem dívidas não estou na melhor situação financeira.

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Rosana Melo Julho 24, 2016 at 8:53 pm

Oi Thiago, obrigada pelo comentário, fico muito feliz que goste de ler os textos. Caso tenha interesse em uma consultoria especializada como disse, você pode fazer a contratação direto no website da YepNZ, tem todas as informações por lá. Pode também enviar um email para [email protected] que te enviaremos as informações.
Quanto as suas perguntas acho que inicialmente você tem que entender quais são as suas possibilidades, ou seja, o que poderia fazer, de acordo com seu nível de inglês e que poderia também envolver sua família como gostaria. Em relação a idade, recebemos todos os dias pessoas de idades variadas algumas bem mais novas e outras bem mais velhas que vocês. Eu vim também já mais velha. Gostaria de ter vindo antes, mas acredito que nunca é tarde pra buscar os seus sonhos! Para que tudo se torne realidade planejamento é fundamental, talvez seja também um outro ponto de começo pra vocês. Beijos e super boa sorte!

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Keila Setembro 14, 2016 at 5:47 am

Boa tarde Rosana. Gostei do seu texto. Comecei a avaliar locais para fazer intercambio. Atualmente estou em um no Canada por um mes. Meu nivel na escola é avançado mas quero melhorar. Estou com ideia de fazer outro intercambio para fazer o exame de Cambridge. Quanto tempo seria necessario? Aqui em Vancouver, na escola que estou, seria por 2 meses e meio.
Outra duvida: o ingles na NZ é parecido com o da Australia?
Muito obrigada

Resposta
Rosana Melo Setembro 15, 2016 at 11:52 pm

Oi Keila, que legal que está fazendo um intercâmbio agora, é muito bom né! Então por aqui você com inglês avançado tem muitas possibilidades de estudo, não só de inglês, mas diplomas e outros cursos. Não dá pra prever quanto tempo você precisa pra fazer o Cambridge, mas se na sua escola te disseram 2 meses acredito que em qualquer lugar do mundo será a mesma coisa. 🙂 O inglês da NZ é bem particular, puxado para o inglês britânico mas em algumas regiões tem o sotaque forte sim. Mas como eu sempre digo, inglês é inglês em qualquer lugar do mundo vc só precisará adaptar seu ouvido. Definindo vir pra NZ não deixe de entrar em contato conosco através do [email protected] para saber sobre cursos e cidades. Será um prazer ajudar. bjao e até.

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Ana Maria Kernick Carvalhaes Outubro 10, 2016 at 6:48 pm

Olá Rosana,boa tarde.
Sou arquiteta,trabalhando até hoje,com muito pique (apesar de ter 70 aninhos!!). Sou viúva e economicamente independente de trabalho. Porém como um sonho de aprender inglês “definitivamente”.Só que meu pensamento seria ficar pelo menos uns 6 meses. Quem sabe depois de dominar a língua estudar algum curso na minha área. Mais um detalhe sou filha de pai Canadense,avós Ingleses e tb não sou brasileira. Sou de Costa Rica !! O que me diz?? Sabe…minha primeira meta era a Provance. Morar lá uns seis meses para aprender o frances, porém tenho uma filha que está a caminho de NZ, de veleiro,não deve ficar muito tempo ! e isto me acendeu a vontade de ir para NZ ,pois li uma reportagem sobre estudar em NZ.
acha que tenho chances???? Sim…falo e escrevo o espanhol mt bem. Esqueci de comentar…também adorei seu texto
bjs
Ana Maria

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Rosana Melo Outubro 17, 2016 at 3:18 am

Oi Ana, obrigada pelo coment[ario, adoro gente animada e jovem como você…Não tem idade para aprendizado e tenho certeza que você irá adorar a NZ. Veja que não há diferença na solicitação de visto de estudante para o país. O processo é o mesmo independente do país de cidadania. Venha, encontre sua filha, aprenda inglês e aproveite muito as belezas do país. Só perdemos nossas chances quando não estamos mais por aqui certo…se precisar de ajuda com o curso será um prazer ajuda-la, é só nos enviar um email no [email protected]. Super boa sorte e te vejo na NZ em breve eu espero!

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silvani Abril 8, 2017 at 2:28 pm

Bom dia!! Me chamo Silvani
Atualmente estou estudando Radiologia aqui no Brasil, sempre tive sonho de morar em outro país. Lendo a respeito da NZ vi que ao é maravilhoso, gostaria de saber se possível ir morar aí sem o Inglês e consegui uma bolsa de estudo? Pois não tenho condições de me mantê e pagar a faculdade e se o visto é difícil de consegui?

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Rosana Melo Abril 10, 2017 at 12:31 am

Oi Silvani,
Para morar em outro país a primeira coisa que tem que pensar é em como conseguir visto para estar no país. O inglês não é requisito para visto, veja que muitos vem estudar inglês por aqui, mas é claro que você teria que investir um pouco. Infelizmente é bem difícil conseguir bolsa de estudo. Sem inglês tudo fica mais difícil como falo no texto. Se vc atingir os pre-requisitos pode tentar o Working Holiday Visa que abre 300 vagas todo ano para a NZ. Se quiser saber mais sobre esse visto vc pode verificar no site da imigracao ou baixar o nosso e-book gratuito no site http://www.yepnz.com. Boa sorte pra vc. Bjao

Resposta
David Abril 25, 2017 at 2:36 am

Boa noite, me chamo David, tenho 30 anos e muito interesse em me aventurar na NZ para estudar inglês com a possibilidade de um trabalho para auxiliar nos custos.
Tenho que iniciar o Inglês do zero.

Resposta
Rosana Melo Maio 10, 2017 at 4:56 am

Oi David, super legal que quer se aventurar nas terras Kiwis e aprender ingles. Solicitei que uma pessoa da nossa equipe da Yep entrasse em contato com vc, caso vc precise de alguma ajuda. Super boa sorte e te encontro por aqui! Bjao

Resposta
Anderson José Raimundo Abril 30, 2017 at 7:00 pm

Olá Rosana, gostei muito do seu texto. Em maio de 2018, pretendo ficar 1 mês em Auckland, aperfeiçoar o idioma. Sou formado em Sistemas de Informação e sou pós-graduado em Educação e Tecnologia digital. Desde 2009 trabalho em Instituições de Ensino, na qual sou Analista de Sistemas, trabalho com sistemas acadêmicos.
Pretendo aperfeiçoar mais ainda na área de tecnologia e educação, futuramente penso em imigrar de país. Em maio de 2016 fiquei 2 semanas em Toronto – Canadá um lugar maravilhoso com povo canadense muito receptivo e educado. Alguns dos meus amigos já estiveram em NZ e falam muito bem desse lugar. Bom estou pesquisando valores para meu intercâmbio. Quem sabe eu tenho sorte e acabo conseguindo mudar de país. Abraços.

Resposta
Rosana Melo Maio 10, 2017 at 4:59 am

Oi Anderson, obrigada pelo comentário. Super boa sorte no seu planejamento e espero que atinja seus objetivos. Uma pessoa na equipe da Yep irá entrar em contato com vc caso você se disponibilizando a tirar suas dúvidas e ajudar com seu intercâmbio caso vc precise. Super beijão e te vejo por aqui!!! 🙂

Resposta
Witoria Oliveira Maio 18, 2017 at 8:09 pm

Eu amei saber de tudo isso, eu irei fazer um intercâmbio de 6 meses em 2018 na Nova Zelândia, estou completamente apaixonada pelo país e tudo o que você falou só me encantou ainda mais. Eu tenho uma pequena dúvida, o sotaque deles é mais puxado para o inglês britânico ou americano?

Resposta
Rosana Melo Maio 21, 2017 at 12:42 am

Oi Witoria, vem sem medo que vc vai amar tudo isso…o sotaque aqui é bem particular, mas acredito ser mais voltado pro Britânico que Americano. Não tenha medo de sotaque pois uma vez que seu ouvido se acostuma vc passa a entender todos sem maiores problemas. Ah se precisar de ajuda pra organizar o seu intercâmbio entre em contato conosco, o escritório da Yep fica aqui e vc terá suporte durante todo o período que estiver no país. É só mandar um email para [email protected]. Super beijão e nos vemos por aqui!!!

Resposta
João Carlos Maio 30, 2017 at 7:45 pm

Oi Rosana! Um amigo comentou da NZ e depois de pesquisar encontrei seu texto. Bacana mesmo! Tenho 38 anos e atualmente atuo em gestão de projetos como Scrum Master na área de Tecnologia da Informação. Sempre tive vontade de fazer um intercâmbio para adquirir fluência no inglês (hoje meu nível é avançado) e seria muito melhor conciliar o intercâmbio com alguma atividade na minha área. Agradeço se tiver alguma dica.

Resposta
Rosana Melo Agosto 13, 2017 at 9:38 pm

Oi João, obrigada pelo comentário. A área de TI tem alta demanda no país e o interessante é que por aqui estudando inglês por no mínimo 14 semanas em escolas categoria 1 você tem direito a trabalhar por até 20hrs semanais. Daí da pra juntar o aprendizado com alguma experiência de trabalho. Se precisar de alguma ajuda com o curso não deixe de entrar em contato comigo no [email protected], terei maior prazer em ajudá-lo. Bjao e te vejo por aqui!

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