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30 comentários

Leticia Araujo Correa March 28, 2017 at 11:24 pm

As argentinas também valorizam muito mais a praticidade e o conforto do que a aparência. Isso eu admiro muito nelas!

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Vanessa Gazetta March 29, 2017 at 11:12 am

Eu também admiro!

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Sandra Magnani March 28, 2017 at 11:24 pm

Ia adorar os sapatos Uruguaios! Chega dessa escravidāo que as Brasileiras se submetem só para chamar atençāo e ter autoestima, precisamos valorizar a belza interior e valores mais auspiciosos

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Vanessa Gazetta March 29, 2017 at 11:12 am

Obrigada pelo comentário Sandra!

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Michelle Timóteo March 29, 2017 at 1:43 pm

Falando apenas sobre sapatos, não acho que este modelo usado no Uruguai, seja confortável! Além de horrorosos e nada delicados, eles não permitem que se dobre o pé e ao torcer o pé também a queda é maior… kkk. O mercado brasileiro tem visado muito o conforto, nas lojas está cheio de OPÇÕES com todo tipo e tamanho de salto. E tb usamos muito sapatilhas. Não somos escravas de salto nem de desconforto, eu acho que a brasileira tem é mais opção que a uruguaia e uma cabeça mais aberta em aceitar a moda.

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Vanessa Gazetta March 30, 2017 at 10:03 am

Obrigada por deixar seu comentário Michele!

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Mariana March 30, 2017 at 5:13 pm

Concordo com o seu comentário Michelle. A moda uruguaia tem muito menos opcoes que a brasileira, mas o fato das uruguaias usarem este tipo de sapatos )e roupas tb = é bastante cultural. Acredito que pela maneira de ser deles, no caso quererem serem sempre discretos, falar baixo e nao quererem ser visados sempre,e como eles dizem, ser bajo perfil. A moda é um reflexo da sua personalidade, e nao acho que as brasileiras usam roupas coloridas e justas para aparecerem e sim porque é uma maneira de se expressar e levar a vida. Outro exemplo sao nas cores dos carros aqui.. cinza, branco e preto apenas…! Por isso, morando em Montevideo a alguns anos também vou até a fronteira comprar sapatos sim, mas isso por ter uma opcao muito mais comfortavel )rasteirinhas, sapatilhas,tenis,chinelos… e muito mais estilosa.

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Vanessa Gazetta April 1, 2017 at 10:18 am

Olá Mariana, obrigada pelo comentário e pela outra possibilidade de onde comprar sapatos!

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Daiane Noble March 29, 2017 at 3:58 pm

Olá Vanessa, tudo bem? Acompanho bastante os artigos aqui do blog e não é sempre que algum deles realmente discute um assunto construtivo (na minha opinião). A análise que você vem fazendo mostra bem a sua capacidade de olhar o mundo por um panorama mais amplo, e de questionar a origem dos nossos hábitos. Normalmente, quando falamos desse tipo de assunto, chegamos à conclusão de que os padrões são automaticamente “impostos” pela sociedade em que vivemos, pois já vêm sido praticados há décadas e se tornaram “naturais”. Os meios de comunicação também influenciam muito a manutenção ou modificação desses hábitos. Vemos também que em muitas culturas a individualidade da mulher não é reforçada, e tem-se a idéia de que é necessário seguir a moda e os costumes locais para ser respeitada como “mulher de verdade”, ou uma “proper woman”, como dizem aqui nos Estados Unidos. Sábios são aqueles que conseguem olhar para uma mulher e enxergar além do seu exterior, pois é ali que mora a real beleza em cada uma de nós.
Parabéns pelo artigo! Espero ver mais de seus textos em breve.
Um abraço, Daiane.

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Vanessa Gazetta March 30, 2017 at 10:09 am

Daiane, obrigada por suas palavras incentivadoras. Pode deixar que todo mês tem texto meu aqui. Um abraço.

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celia entenza March 30, 2017 at 2:27 am

La elegancia decía Coco. Chanel es una actitud . la mujer puede estar de jeans y calzado deportivo y ser mas elegante que aquella que viste ropas apretadas o zapatos incómodos de punta fina y tacos muy altos. Los zapatos de taco corrido de corcho sob usados por chicas jóvenes. Y es influencia de Argentina. En Montevideo hay zapaterias de excelente calidad y diseño europeo. Solo cuero o charol. PASCUALINI es una de ellas….creo que allí pueden encontrar zapatos de modelos exclusivos con tendencia europea. Y por su calidad y diseño además de confortables son elegantes.

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Vanessa Gazetta March 30, 2017 at 10:06 am

Oi Celia, adorei a citação. Obrigada pela contribuição e pela indicação da loja!

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Noelia March 30, 2017 at 8:10 pm

Me encantan tus artículos!!! La verdad es que las brasileñas son muy elegantes y resaltan aquí en Uruguay! Es verdad, aquí hay algunas zapaterías con ese estilo de calzado, pero son las menos! Yo personalmente adoro usar zapatos altos como los tuyos!!! Tienes una capacidad extraordinaria de ver las cosas más allá! Sos una excelente psicóloga y realmente te admiro!! Te felicito!!! Un abrazo enorme

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Vanessa Gazetta April 1, 2017 at 10:19 am

Noe, muito obrigada pelas palavras carinhosas. Beijo grande.

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Elizabeth March 31, 2017 at 7:58 pm

En mi primera visita a Río de Janeiro, desayunaba en el hotel en el barrio Gloria. Con mis amigas veíamos a las mujeres por la calle yendo a sus trabajos y tanta elegancia, tanta belleza, tanto arreglo…nosotras las uruguayas sólo nos arreglaríamos así para una fiesta muy importante, no para el trabajo diario. Las tres reflexionamos:”¡con razón los uruguayos se derriten cuando ven una brasilera!”. Acá se apuesta a la practicidad, cotidianeidad,cierta chatura, como dices en el artículo, todas las zapaterías venden los mismos diseños y los que valen la pena salen caro,los precios de Pasqualini no son para el bolsillo de la trabajadora común, son para una jefa. Siempre que puedo trato de elegir dentro de mi estilo sandalias Azaleia/Dijean, que siempre me gustan sus diseños y comfort, y evito la onda que traten de imponer en cada temporada. Esas plataformas que están desde un tiempo me resultan antiestéticas y poco prácticas, por no decir un producto para problemas de ortopedia.Saludos

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Vanessa Gazetta April 1, 2017 at 10:23 am

Elizabeth, muito obrigada por sua contribuição tão divertida e sincera. Um abraço.

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ana March 31, 2017 at 9:28 pm

Hola! Felicitaciones por tu artículo! Eres muy buena observadora!
Como uruguaya, mujer independiente, me has descrito casi a la perfección! No es, en la mayoría de los casos, nuestro estilo estar arregladas todo el día, o maquilladas. Lucimos casi siempre iguales, jeans, blusa o remera, saco o buzo para abrigo y campera. Por lo general en tonos negros o cuando combinamos colores es en negro y otro color…
Los zapatos, concuerdo que usamos zapatos cómodos. Es extraño ver a una mujer con zapatos divinos y altos, caminando por la calle o yendo a trabajar con ellos. Los zapatones con plataformas como los que describes, me parecen horribles! Pero tengo la fortuna de ser alta y no necesito usarlos. Pero es cierto, la mayoría de mis zapatos son bajos,cómodos, confortables para caminar y adoro las botas!!
Creo que algo en que coincidimos es que la belleza que nos planteamos es más natural, sin buscar tanto cirugías como cubrimos en maquillajes y ropas sexys y coloridas. Pero a la vez admiramos a quienes lucen radiantes!
Como mujeres, admiramos a las brasileñas, siempre diosas, charmosas, sensuales.
Ahora me pregunto… es que realmente tenemos buena autoestima o es que nos da miedo mostrarnos más sexys y seductoras?
Y por último, la tasa de feminicidios es altísima! Tocan a una y nos tocan a todas. Lo sufrimos todos los días y nos solidarizamos siempre.
Saludos!

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Vanessa Gazetta April 1, 2017 at 10:28 am

Ana, adorei as questões que você levantou e sigo pensando nelas. Muito obrigada por enriquecer esse espaço com seu ponto de vista. Um abraço.

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Ruth April 2, 2017 at 3:20 am

En lo que refiere a los zapatos, me parecen horribles, vivo en la frontera y generalmente los compro del otro lado (como decimos en Rivera). No todas las uruguayas somos asi, creo que es una forma distinta la de maquillarse, o vestirse, quizá un poco más sobrio, nada más. Somos todos distintos, tenemos influencias pero al final tratamos de estar siempre cómodas, sin importar lo que digan los demás.

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Vanessa Gazetta April 3, 2017 at 2:25 pm

Oi Ruth, obrigada por participar da reflexão.

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Claudia April 2, 2017 at 11:26 pm

Boa noite Vanessa! Adorei o teu artigo. Sou uruguaia e moro no Brasil há 10 anos. Nunca vou me esquecer da minha primeira vez em um shopping aqui em Porto Alegre. Meu irmão que também é uruguaio morava aqui e me levou para almoçar. Quando chegamos lá, olhei para as mulheres e perguntei se tinha algum desfile ali no shopping, e ele me disse, não.. Aqui as mulheres se vestem assim para sair de casa, passear, trabalhar, fazer compras.. E ainda completou: tua concorrência é grande né? Hehhehe.. Acho que encontrei o meio termo! Pois concordo com a Ana.. Acho que temos vergonha de nos expor.. Nos mostrarmos mais.. Somos criadas de uma maneira muito diferente! Mais uma vez parabéns pelo artigo! Adorei a sua maneira de escrever.. Abraço

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Vanessa Gazetta April 3, 2017 at 2:34 pm

Oi Claudia, que engraçada a anedota que você contou! Estou tentando encontrar o equilíbrio entre os dois costumes, e terão momentos da vida em que a balança penderá mais para um lado que para outro. Mas, não há a necessidade de escolher, prefiro me deixar permear e ir vendo no que dá rs! Adorei sua contribuição. Um grande abraço.

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Flavia April 2, 2017 at 11:52 pm

Que texto mais reflexivo Vanessa!

Adorei. Precisamos refletir muito sobre isso!

Abraços!

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Vanessa Gazetta April 3, 2017 at 2:35 pm

Flavia, muito obrigada pelo encorajamento! Um abraço.

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Cleidimar Rodrigues April 6, 2017 at 7:47 pm

Nossa, Vanessa esse artigo deu o que falar…rsrsrsr.

Nós brasileiras somos realmente muitos vaidosas. Mas, acredito que o meio influencia muito!
O mercado brasileiro estar nos escravizando. Estamos nos tornando figurinhas repetidas. Precisamos buscar sermos nós mesmas, sem a preocupação de agradar ou ser aceita porque estamos no padrão que a mídia nos impõem.

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Vanessa Gazetta April 7, 2017 at 10:35 am

É Cleidimar, o assunto ficou polêmico, mas é sempre bom poder discutir os pensamentos, desde que com respeito e educação né?! Obrigada por contribuir com sua opinião.

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Vania Nogueira May 3, 2017 at 8:14 pm

Vanessa, estou conhecendo agora o blog/site, mas já posso falar que me identifico demais com suas observações. Conhecí o Uruguay somente esse ano, mas já posso falar que é um lugar onde me sinto em casa. Bjos e até breve.<3

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Vanessa Gazetta May 4, 2017 at 3:35 pm

Olá Vania, fico contente de saber que se identifica com os textos. O Uruguai tem esse jeitão de casa né?! Seja bem-vinda ao país e ao blog! Um beijo.

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Aline Borbô May 21, 2017 at 5:48 pm

Olha, tenho os dois tipos de sapato, comprei um na Zara já faz uns quatro anos, esses de plataforma, já q ela tem essa maneira de lançar tendências, quando todas as marcas começaram a fazer, desencanei, até consegui usar um pouco. Fui pra Santa Catarina nesse verão (sou de Ilhabela mas moro em SP), e lá as chicas só usavam isso, e umas mais altas q um tijolo, no começo até me assustei, não entendia como conseguiam se equilibrar, mas depois via elas nas baladinhas todas fashions, até mulheres mais velhas e achei bonito. Não sei como funciona no URY, mas acho legal essa coisa de valorizar o interior e mesmo assim continuar bonita. Enfim, meu ex morava na Europa e disse q lá tinham mulheres que nem depilavam as axilas e achavam normal, ele morou na Suíça, lá as brasileiras ganhavam muito com salão de beleza, lá não tem quase. Acho que nos espelhamos muito nos States, nas Kardashians da vida, por isso essa loucura pela moda rs.

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Juliana September 28, 2020 at 3:17 pm

Vanessa que incrível encontrar seu texto e me sentir representada como brasileira com grandes idas e vindas no Uruguai. Morei um tempo lá ano passado e me lembro de um dia em que fui buscar comida em um restaurante do centro: quando eu entrei vi uma moça e na hora tinha certeza que ela era brasileira como eu. Por que eu tinha tanta certeza só de olhar? Ela usava umas rasteirinhas lindas cheias de pedras e tinha francesinha nas unhas dos pés. Coisas que eu, que já estava há tempo demais no Uruguai sabia que não poderia ser de uma uruguaia.. rs. A obrigatoriedade de estar “impecável” simplesmente não deve ser o que nos move…

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