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A Mulher na Sociedade Pelo Mundo Suíça

Como é a Mulher Suíça?

Começo dedicando este texto a uma leitora muito especial do BPM, a Thaís. Ela nos deixou um comentário lindo, dizendo que viaja o mundo através “destas” mulheres incríveis que partilham suas experiências aqui no blog e perguntando como era a vida da mulher Suíça.

Bem lembremos sempre que a Suíça tem 4 regiões linguísticas, e, portanto, existem sempre os aspectos específicos de cada região e suas respectivas culturas: alemã, francesa, italiana e grilões.

Feminilidade

A primeira palavra que me veio à mente quando pensei em escrever este texto, foi “discreta”. A mulher suíça fala baixo, tem gestos suaves, se veste de forma tradicional e é bem cuidada, mas tudo sem exageros. Não são mulheres que se sentem muito seguras de si e que mostram ou exploram em público a sua sensualidade como nós, brasileiras. Aliás, eu me questiono se existe uma cultura onde as mulheres sejam tão exuberantes como as brasileiras.

Como a cultura suíça é perfeccionista, elas não se sentem, a “cereja do bolo”; não é de expressar sentimentos, com flertes, de forma que elas ficam quase que sem graça, encabuladas mesmo, se alguém faz um elogio.

Em termos de comprar, são práticas, escolhem produtos baseados em qualidade e praticidade, inclusive roupas, e são consumidoras contidas. Não saem gastando só pelo prazer; são econômicas e conscientes na hora de “investir” seu dinheiro, pois é assim que a suíça encara compras, como investimento e não como consumo.

Quanto a cuidados com o corpo, elas praticam esporte em geral, muitas vezes em família: caminhada na montanha, andar de bicicleta, patins, nadar e esquiar.

Em relação à beleza, fazem suas próprias unhas, a não ser que utilize unhas de acrílico ou porcelana, que requisitam técnica e ferramentas. Ela se auto-depila, auto-maquia e auto-penteia e pinta os cabelos. vão ao salão para cortar os cabelos, fazer tratamentos tipo limpeza de pele, que exigem profissionais e equipamentos específicos. Como disse são econômicas e todos os serviços aqui custam caro.

Dona de casa

Na Suíça, como o metro quadrado é caro, as residências não são grandes, a mão de obra é cara, e o suíço coloca sua privacidade acima de tudo. Com todos estes fatores, empregadas aqui não existem. Além disso, os suíços são criados pra serem autossuficientes.

Entretanto as casas são sempre muito bem arrumadas, organizadas e “limpas”, quase casas de catálogo. É a perfeição suíça. As mulheres são muito organizadas e disciplinadas. Acordam cedo e já tem uma agenda pronta e cronometrada, que seguem à risca. Existe faxineira, pra quem tem casa grande, mas elas vão apenas uma vez por semana.

Na arrumação da casa, as tarefas são partilhadas, se ambos trabalham fora. Se a esposa fica em casa, ela se ocupa mais da casa, mas os maridos são muito bons em manter a organização e limpeza da casa e mesmo nestes casos, participam dos cuidados com os filhos. Aqui não é óbvio as mulheres terem obrigação de sair catando coisas espalhadas pela casa, retirar os pratos dos demais da mesa, ou arrumar mala. Os suíços gostam de se sentir independentes, mas o homem suíço será tema de outro texto.

Tudo é decidido com base no lado prático, móveis, decoração e aparelhos, sempre são baseadas em como se limpa, se suja muito, se é fácil de manutenção. As mulheres suíças são também ecologicamente muito conscientes.

Existe produto de limpeza para tudo, o que faz a vida também fácil. Como diz uma amiga minha, o verbo “arear” panelas, deve existir só em português rs.

Cozinhar é valido para ambos os sexos e é normal cozinhar em casa: as pessoas apreciam ter uma refeição equilibrada e saudável.

Amiga

Fazer amizades na Suíça demora. Aqui, as pessoas não trocam telefones rapidamente e existe uma diferença grande entre ser conhecida, colega de trabalho, vizinha, família e amiga. Quando acontece uma amizade, ela é para sempre, e você pode contar com essa amizade, literalmente, para tudo. As minhas amigas suíças são carinhosas, embora elas não sejam “táteis”, adoram me ter por perto, mas são tão discretas e reservadas, que, em geral, só me convidam para ocasiões oficiais tipo aniversário ou um evento e já começam se desculpando e dizendo que entenderão se eu não puder ir, pois sabem o quanto sou ocupada rsrsrrs! Quando eu ligo e quero marcar algo, estão sempre abertas e se alegram muito, mas elas não têm coragem para tomar a iniciativa de dizer “vamos jogar conversa fora?”, pois não querem “incomodar”.

Esposa

São muito responsáveis, organizadas e econômicas. Não sinto que são eufóricas com casamento, nem acham que as suas vidas são ótimas: são esposas contentes com o que tem e pensam muito antes de abandonar um casamento, principalmente nos filhos, na sua segurança social e na qualidade de vida.

Já conheci muitas mulheres suíças que não se sentem completamente felizes no casamento e então tem seus “hobbies”: viagens com amigas, seus casos, platônicos ou não, mas sempre muito secretos. No entanto, não ficam resmungando do casamento, assim como não são do tipo que ficam controlando marido. O que conta é o respeito, a discrição, as responsabilidades e que a família fique intacta.

Respeito é a palavra chave no relacionamento aqui, inclusive em relação à privacidade.

As suíças não são ciumentas ou possessivas, estão longe de “fazer barracos” ou querer competir por causa de homem. Não são princesas encantadas esperando por príncipes lindos e românticos. Preferem um homem responsável, parceiro, provedor e protetor.

Entretanto são mulheres que, quando querem algo, sabem lutar, mas de uma forma discreta e, acima de tudo, privada.

Não são mulheres emocionais, mas mais cerebrais. Pudor é outra palavra importante pra descrever a mulher suíça, pelo menos em público.

Mãe

Na Suíça, as pessoas não são tão apegadas à família como no Brasil. Portanto, esta “idolatria” nacional sob o fenômeno chamado “mãe”, não existe.E a mãe suíça, eu diria, é funcional: ela ensina o filho a ser independente, organizado, responsável, educado, mas não é do tipo lúdica ou super protetora. Se os filhos fazem coisas erradas, devem assumir as consequências, para aprenderem, afinal aqui não existe nepotismo e somos todos sujeitos às leis e costumes sociais, que vale para todos.

Trabalho

A mulher suíça é independente, mas é tradicional, isso é, ela não é obrigatoriamente emancipada. Como assim? São mulheres que procuram se formar em profissões tradicionalmente femininas, como professora, enfermeira, na área de moda, estética, prestação de serviços, mas não pensam em fazer grandes carreiras. Nunca conheci uma suíça que trabalhe como alta executiva em uma multinacional, por exemplo. As mais bem sucedidas abrem uma microempresa ou trabalham como profissional liberal. Talvez isto esteja ligado ao fato de ser praticamente impossível ter uma criança e continuar trabalhando tempo integral já que aqui não se pode contar com a ajuda da sua família, vizinhos e empregada.

Outro aspecto importante é, caso o casal precise de ajuda para cuidar da casa e dos filhos, só vale a pena ambos trabalharem se ambos tiverem ótimo salário. Senão, se paga tanto imposto por ter duas pessoas trabalhando, que, no final, não vale a pena trabalhar, pagar altos impostos, seguros sociais, e, ainda, pagar caro por serviços para ajudar em casa. Por isto a mentalidade também de não trabalhar quando os filhos são pequenos.

Para finalizar, perguntei ao meu marido, que trabalha em uma empresa suíça, o que ele achava da mulher suíça. Ele me respondeu que não conhece nenhuma, isto após 14 anos vivendo aqui. Então comecei com a minha lista de amigas e esposas de amigos, colegas dele, provando assim que a afirmação dele era incorreta. Ele insistiu, batendo o pé: “Não é verdade”!

Para nós, brasileiros, “conhecer” é ter encontrado ou ser apresentado a alguém, mas para ele, como alemão, “conhecer” significa realmente ter conversas pessoais, conhecer a personalidade, os valores, ter liberdade de conversar de tudo, se interessar pelo outro, convidar para fazer algo juntos, regularmente. No final, chegamos a conclusão que é verdade, “ele” não conhece nenhuma mulher suíça.

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57 comentários

Adriana Nader Greggio Julho 22, 2014 at 7:34 pm

Ana Cristina, lendo seu texto desconfio que nasci no país errado…rsrs. Sou Suiça! Ia lendo suas linhas e me enxergando. Adorei.
Uma amiga que trabalha na Nestle e ficou na Suiça por 6 meses me contou que o silêncio por aí é sagrado. As pessoas têm verdadeiro pavor de incomodar os outros…e portanto se mostram muito desconfortáveis quando alguém desrespeita esta premissa. Ter um cachorro barulhento, uma criança barulhenta é um “pecado”. …é verdade? Bem….gostei mesmo da sua descrição da mulher suiça. Bjos

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 23, 2014 at 1:10 am

Oi Adriana querida, super obrigada pelo seu comentário, e é verdade mesmo, aqui silencio é muito importante. Pra você rir um pouco, aqui um texto que saiu no jornal, e eu traduzi e partilhei no facebook, e transmito agora pra você, boa leitura! rsrsr e até a próxima!

As 10 coisas engraçadas que os estrangeiros percebem na Suica!
1) Que os suíços acordam super cedo independente de ser fim de semana!
2) Que os suicos não reclamam nem se não puderem fazer lavanderia durante um mês.
3) Que o suico não compreende como se pode comer “Fondue” fora do inverno.
4) Que o suíço se veste de forma formal até pra tirar leite de vaca.
5) Que todos os suíços acham normal ter congestionamentos no transito todo o verão devido a obras publicas
6) Q no máximo depois de 1 ano e meio na Suiça, até nos, os estrangeiros começamos a nos irritar com o barulho da descarga do banheiro do nosso vizinho, depois das 10 da noite!
7) Que toda festa suica termina no máximo as 23:30.
8) Que anfitriao suíço ja começa a limpar a casa durante a festa
9)Que os suíços esperam que seus convidados ajudem a lavar a louça
10) Que para os suíços a espontaneidade é maravilhosa, mas so quando planejada!
Espero que voces se divirtam como eu com os clichês, que de alguma forma tem la suas razoes de ser! kkkk

Resposta
Sandra Oliveira Dezembro 21, 2016 at 11:31 am

HAhaha Chorei de rir
Sou Brasileira de Salvador e tenho 4 meninas as de 23/22 anos Tem P mesmo eitmo Suiço e cozinhando Lavando Guardando enquanto nossos Convidados Ainda estao na Mesa ….. ps Nao Permitimos que nossos Convidados Ajudem na Arrumacao da Casa ????????????????????

Resposta
Joy Matta Julho 22, 2014 at 8:07 pm

Adorooooo saber sobre o comportamento femenino no resto do mundo…. Mas e vc? continua 100% brasileira ou já adquiriu algo da personalidade européia???
Beijos!!

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 23, 2014 at 1:24 am

Joy querida, rsrsrsr eu sou suspeita pra falar, mas pra te dar uma ideia, você ja viu minha apresentação do I Encontro do BPM em Londres? rsrsrs aqui o links: https://www.youtube.com/watch?v=_NyzNo1lFmM, eu diria que eu continuo mineirinha, mineirinha, uai! Do meu ponto de vista me adaptei muito bem, respeito a cultura local, e também sou muito respeitada, mas mantendo um nível de integridade, autenticidade muito grande nas minhas relações diretas com pessoas que me são queridas e importantes! Procuro integrar o melhor dos dois mundos, do ponto de vista ético=respeito a vida, em primeira linha! Como sou uma praticante de aikido que é uma arte martial, que tem uma filosofia baseada no budismo, confucionismo, shintoismo e taoismo, onde o principal objetivo é manter a sua integridade assim como a do outro, transformando conflito em harmonia, eu tenho facilidade e AMO viver em um ambiente extremamente multi-cultural, o que aqui na Suiça é possível! Assista um pedacinho do video e você vai sentir a seriedade do causo Joy! rsrsrsr Bjus querida 🙂 Namasté

Resposta
Joy Matta Julho 24, 2014 at 9:22 pm

Adoreeeeeeeei o vídeo!!!! É, mineira é muiiiiiito difícil de perder a essência. Só conheço mineirinhas gente boa e com ares de tímida, mas que é só a sensaçao… adoro!!!

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 25, 2014 at 10:11 am

Obrigada minha linda Joy! Que bom que vc gostou do video! rsrsrs ta vendo a gente tira a mineira de Minas mas não tira Minas da mineira uai! rsrsrsrs a gente nun é timido, a gente é desconfiado mesmo sô! rsrsr Ainda vou escrever um livro sobre nossos “causos”, é muito interessante o percurso e o desenvolvimento dessa mineirice, alias adoro todos os regionalismos e suas historias! hehehe Bjus no coracao linda!!!!!! Sou parte do Toastmasters, que é um clube internacional de oratória, meu primeiro projeto foi minha autobiografia, e escrevi um texto que o titulo era “De Montanhas com queijo a montanhas com queijo” fazendo referencia ao meu percurso de Minas pra Suica, muita coisa em comum! rsrsrsrsr

Resposta
Ruth Ferreira Pereira Abril 5, 2015 at 5:06 pm

Ola Ana Cristina! Gostei muito do seu artigo! Tenho muita vontade de me casar com um homem Suíço, será que com mulheres tão distintas, consigo um suíço que queira casar com uma brasileirinha? Me indica um agência de casamento para mulheres acima de quarenta anos! Abraço

Resposta
Ana Cristina Kolb Maio 7, 2015 at 11:52 pm

Ruth amada, o homem suiço é outra coisa! kkkkk pelo fato do perfeicionismo eu acho! Sou casada com alemao entao em termos de relacionamento nao conheço o homem suiço tao bem como o alemao! Mas posso dizer uma coisa mulher brasileira com alemao é uma mistura muito boa! O Homem suiço tem uma certa misogenia (ainda quero estudar sobre o assunto) , muitos se casam com estrangeiras de paises menos desenvolvidos por necessidade de controle, sao homens na verdade muito inseguros mas isto tem haver com a cultura de um pais pequeno que empre teve medo de ser dominado por outros paises grandes: Alemanha, França e Italia! A funçao de proteçao, provedor e conquistador de um homem geneticamente e em termos de consciencia coletiva eles tem medo, pois nao se sentem a altura dos vizinhos, que sao culturas “muito” definidas neste termo! eh assim que compreendo e sinto! Entretanto a Suiça, até mesmo por ser tao misturado em termos de cultura, tem sempre aquele cara que te surpreende, e é o mais legal de todos juntos! kkkkkk Tenho muitos amigos, mas sao todos inseguros e em frente aos homens das culturas acima citadas, ficam caladinhos, por isto a dificuldade de falar sobre eles! kkkkk bjus no coraçao! anamasté! 🙂 Lembra sempre “perfecionismo” e “segurança” isto é suiço, pra um homem complicado de estar a altura! 🙂

Resposta
Juliana Julho 22, 2014 at 8:19 pm

Excelente texto. A Thaís com certeza ficou feliz!

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 23, 2014 at 1:25 am

Oi Juliana, espero que ela goste mesmo e vamos esperar pelo comentário dela, afinal ela tocou o coração de todas nos com seu comentário! rsrsrsr Cade você Thais!!!!! rsrsr tamo esperando seu comentário!!!!!! rsrsrsr Bjus Ju!

Resposta
tabibitosoul Julho 23, 2014 at 2:49 am

Olá, Ana! Parabéns pelo texto! Me fez lembrar algumas coisas que eu vi nos 7 anos que morei no Japão. Hoje, moro na Índia e, claro, a coisa é completamente o oposto!Até pobre aqui tem empregada!Os indianos estão acostumados a ter empregados, já que é uma sociedade extremamente hierárquica. Palavras da minha professora de hindi: “Nós, indianos, adoramos ter servos. Não podemos viver sem eles.”. Fique imaginando como eles viveriam aí na Suiça. Um abraço e sucesso!

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 23, 2014 at 1:36 pm

Ola querida Tabibi (espero que tenha acertado no nome, senão peço desculpas antecipadas rsrsr ), eu particularmente cresci tendo que aprender a fazer de tudo, mesmo as vezes tendo alguém pra ajudar em casa, minha mae sempre exigiu que eu soubesse fazer de tudo, e eu adoro a ideia de poder ser independente! rsrsrsr ou pelo menos ter a ilusão! rsrrsr afinal somos todos interdependentes! Vejo principalmente mulheres que acham o máximo no Brasil,não saber cozinhar por exemplo, ou como organizar e gerenciar uma casa, eu acho uma incompetência como ser humano, afinal vc não come? como não sabe cozinhar? não suja? como não sabe limpar? algo tao básico, ninguém precisa ser chef de cuisine, mas ter umas receitinhas básicas que domine, acho imprescindível! rsrsrrs Quanto a ter empregados, não conheço a cultura Indiana o suficiente, embora seja parte da minha lista de viagens longas, mas imagino que economicamente esta estrutura seja necessária pra sobrevivência de muitas família que não têm educação ou condições de trabalhar em trabalhos mais qualificados! E historicamente como estrutura de divisão de classe social, Mas que é uma pena pra aqueles que não aprendem a ser independentes eu acho! Bjus querida e super obrigada pelo comentário, AMO ver os comentários de todos voces leitores!!!!! rsrsrsr Namasté querida!

Resposta
Juliana Paula Julho 24, 2014 at 2:29 am

Oi, Ana!Obrigada pela resposta! Sim…você disse tudo!No Brasil eu nunca precisei fazer nada, apenas estudat. Então, quando fui estudar no Japão em 2001 e morar sozinha pela 1a vez, eu não sabia fazer absolutamente nada!!!Graças a Deus, o Japão é bem prático nesse quesito, mas realmente poderia ter economizado bem mais se não tivesse comprado a janta nas lojas de conveniência (rs). Na segunda vez que estive lá, de 2007-2013, eu decidi que ia aprender a cozinhar e….não é que eu aprendi?Também não sou chef de cuisine nem é o meu hobby predileto, mas hoje, ninguém passa fome aqui em casa! Hoje, claro, me aventurando na culinária indiana! Um abraço, querida!

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 24, 2014 at 9:02 am

Eh isto ai minha querida, vivendo e aprendendo, quer coisa melhor?! Parabens pela conquista e agora explorando a cozinha indiana, que delicia!!!!! Bjus no coração querida! Namasté 🙂

Resposta
Emilia Hanashiro Julho 23, 2014 at 8:39 am

Eu também adorei o texto, é maravilhoso saber que podemos ajudar alguém em qualquer lugar do mundo a ficar mais informada e transmitir esse carinho com que ela fala. bjs.

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 23, 2014 at 1:18 pm

Obrigada querida Emilia, eu também acho um luxo a gente poder fazer a diferença e partilhar informação e novas perspectivas aos nossos leitores! Me sinto muito honrada pelo trabalho que a gente faz! Bjus amada! Namasté! 🙂

Resposta
Cristiane Leme Julho 24, 2014 at 11:02 am

A assertividade parece ser um denominador comum pras mulheres europeias, né Ana? Eu noto praticamente os mesmos comportamentos nas francesas, nas dinamarquesas… não vejo mulheres ‘apaixonadas’ como as brasileiras – só as latinas é que competem conosco! Adorei seu texto, sempre muito bem escrito como todos os outros. Beijos e namaste!

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 24, 2014 at 2:17 pm

Oi minha querida Cristiane, eu concordo que estes quesitos de assertividade feminina é muito europeu! E eu adoro, pra ser sincera, eu acho que ja nasci de alguma forma neste sentido europeia, pois ja era um pouco assim no Brasil, mas vindo pra ca, me achei, me liberei!rsrsrsr Naturalmente continuo aquela caipira de Minas, cheia de carinho pra dar, muito senso de humor e sempre correndo atras pra dar conta de tanta pontualidade e organização rsrsrsr mas a gente vai levando! Admiro muito esta forma pé no chão delas e esta capacidade de serem objetivas, inteligentes e disciplinadas. Bjus querida e muito obrigada pelo seu comentário, que me é sempre tao importante!!!!! Namasté 🙂

Resposta
Mariana Goncalves Julho 24, 2014 at 12:29 pm

Muito bom o seu texto, Ana!
Aqui na Áustria as mulheres sao bem parecidas com o que você descreveu das mulheres suícas.
Beijos!

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 24, 2014 at 2:22 pm

Oi Mariana querida, eu imagino que a Austria e a Suiça são muito parecidas culturalmente,principalmente na parte alemã, em muitos pontos rsrsr Estou estudando no momento muito sobre a historia da Suiça, quero depois dar uma lidinha e ver pontos em comum entre os dois países assim, como outros países europeus pequenos. Fico feliz de ter conseguido descrever de uma forma objetiva. Obrigada querida pelo comentário e carinho!

Resposta
Ina de Oliveira Julho 24, 2014 at 7:47 pm

Oi Ana,
Gostei muito do texto. O que já percebi nestas minha andanças pelo mundo e convivendo com pessoas de nacionalidades diferentes é que as mulheres em geral são muito mais reservadas nas outras culturas. No Brasil, temos uma cultura mais aberta e dada com qualquer pessoa, mas fora do nosso país não conheci nenhuma outra cultura que fizesse o mesmo, nem mesmo as demais latinas. Por isso até discordo do comentário acima que disse que é uma característica latina, porque não é. Convivo e conheço argentinas, colombianas, peruanas, venezuelanas, haitianas, mexicanas e todas são muito discretas e na delas em relação a amizades. Dessas a mais aberta a amizades rápidas são as mexicanas, mas no geral quando são amigas elas são, mas se não é cada um no seu mundinho.
Bss.

Resposta
Ana Cristina Kolb Julho 25, 2014 at 10:30 am

Nossa Ina, voce sabe que através do seu comentário me dei conta de uma coisa, refletindo através da minha experiência, em geral as demais mulheres latinas, que conheci ao redor do mundo, tinham até um certa postura de distancia, devido ao fato dos homens latinos serem mais atrevidos em relação a flertarem e serem mais ousados em investidas que os nórdicos. Eu me lembro na Argentina, ou Italia, na Espanha, Portugal, França, as mulheres são realmente mais distantes em relação a estranhos, como forma de proteção mesmo, mas quando a gente conhece, são mais tatéis e carinhosas, emocionais, vaidosas, é neste sentido que a Cristiane comentou, ela falou mais da mulher “Europeia” latina, sobre serem “apaixonadas” e menos “assertivas” que as “Europeias” central e nórdicas. Muito bom seu comentário, e valido, como eu disse no texto, não conheço no mundo inteiro, mulheres que sejam tao “exuberantes” como a brasileira! Namasté querida e obrigada pelo comentário, sabe que agora até me interessei a saber mais sobre o comportamento da latinas não européias! Por isto adoro o BPM, inspiração pura!!! Muito bom! Bjus

Resposta
Angela Perestrelo Setembro 14, 2014 at 11:25 pm

Olá Ana Cristina, adorei seu texto… Morei em Fribourg e Lausanne entre 2005 e 2006 e realmente vejo que nada mudou. Adoro a cultura e o comportamento dos suiços no geral, e claro a qualidade de vida que se tem na Suiça, tanto que provavelmente voltarei em Abril/2015 porém sem data de volta e provavelmente irei morar em Vevey…. Espero acompanhar sempre seus textos reais e de bom senso…
Bj

Resposta
Ana Cristina Kolb Setembro 15, 2014 at 6:19 am

Oi Angela querida, obrigada pelo comentario carinhoso, é um prazer saber que nossos textos agradam e prestam serviços. Quando voce vier pra Vevey seremos vizinhas entao, pois moro em Montreux! Sera um prazer te-la por perto. Um grande abraço e sucesso na sua mudança! Namasté 🙂

Resposta
Amanda Novembro 5, 2014 at 11:05 am

Ana, sou nova leitora aqui do blog, me tira uma dúvida por favor, o que vc quer dizer quando diz amigas não táteis??
tenha um bom final de semana!!

Resposta
Ana Cristina Kolb Janeiro 7, 2015 at 12:06 pm

Oi Amanda, nada maldoso, nao sei como é seu relacionamento no Brasi com suas amigas, mas eu e as mihas amigas nos abraçamos, damos 3 beijinhos nas bochechas pra se cumprimentar, as vezes quando narramos algo, tocamos no braço uma da outra, nos ajudamos mutualmente as vezes a fazer uma maquiagem, uma escova por exemplo! Aqui existe uma distancia de espaço que é cultural, as pessoas sao mais arredias a contatos fisicos, embora aqui na parte francesa seja até mais latino, mas é ainda distante do Brasil. Espero ter respondido sua resposta! 🙂

Resposta
Lara Dezembro 3, 2014 at 1:15 pm

Gostaria de saber em relação aos homens suíços. Tenho assistido vídeos no youtube de brasileiras casadas com suíços e pelo que entendi, nas entrelinhas (porque elas não falam diretamente), embora estejam muito satisfeitas com seus maridos, parece que a vida íntima (sexual) do casal é quase nula. Isso é verdade, que os homens suíços não gostam de terem relação sexual frequente com suas esposas? E qual exatamente seria a frequencia, 1 vez no mês, de 15 em 15 dias, 1 vez por semana? Desculpe pela pergunta, mas é algo que as pessoas não falam e eu tenho muita vontade de me relacionar com um suíço porque de todas as culturas que eu vi, de mulheres casadas com estrangeiros que gostei mais da cultura dos suíços; que são homens educados, mais quietos, parecem serem mais fiéis (diferente dos brasileiros), gostam de natureza e montanhas, ajudam nos serviços domésticos e etc. Mas para mim 1 vez na semana seria pouco demais, imagine 1 vez no mês! Acho que eu não conseguiria. Gostaria de saber para depois não embarcar numa furada, pois estou inscrita em um site de relacionamento da suíça e espero encontrar lá minha cara metade.

Resposta
Ana Cristina Kolb Janeiro 7, 2015 at 12:15 pm

Bem Lara, vamos la a sua pergunta! Eu nao sou casada com Suiço, entao a minha perspectiva é mais no sentido de observadora, amiga a quem outras mulheres se confidenciam e compreensao como cultura! Primeiro sempre levando em consideraçao que temos muitas diferenças culturais nas 4 regioes da Suiça! Primeiro, acho que de forma geral na Suiça, SEXO nao tem a mesma importancia na lista de prioridades dos suiços, de forma geral. Naturalmente estou falando de pessoas adultas e ja em idade madura! Nao de adolescentes em fase de descoberta! Acho que voce nao deveria se preocupar tanto com estatisticas nesta area, vida intima é uma coisa que é cultivada por 2, e sendo uma parte brasileira ja tem um diferencial com certeza do convencional suiço. Acho que a vida intima é mjuito relacionada com a qualidade de vida a dois que ambos cultivam em varias areas, sendo assim se as outras areas estiverem bem, acho que o sexo nao sera problema. Namasté 🙂

Resposta
Raabe Dezembro 5, 2014 at 6:37 pm

Boa tarde Ana
Meu namorado é Suiço, e lendo seu artigo me abriu muito a mente.
Teria como você falar como são os homens Suiços?

Resposta
Ana Cristina Kolb Janeiro 7, 2015 at 12:19 pm

Olha Raabe, nao sei se poderia realmente te ajudar muito, pois nao sou expert em relacionamento com homen suiço, mesmo porque nao sou casada com um. Te aconselho a procurar blogs mais especificos nesta area de relacionamento com homens suiços. Espero ter ajudado! Desculpa mas seria perda de tempo pra ambas as partes, por isto te aconselho a procurar uma fonte de informaçao melhor que a minha. Eu escrevo realmente sobre areas que sinto que tenho reflexoes que valham a pena serem partilhadas. Nesta area nao acho que tenho como agregar valor. Namasté

Resposta
Luiz Henrique Dias Dezembro 13, 2014 at 5:09 pm

Olá ana .. gostei mt do seu texto .. vi minha mulher nele .. minha mulher e suiça alema . eu moro em lausanne

Resposta
Ana Cristina Kolb Maio 7, 2015 at 9:57 am

Oi Luiz, que bom que acertei rsrsrsr fico feliz pelo seu comentario! e desejo muita felicidade a voces! Namasté 🙂

Resposta
fernanda Janeiro 5, 2015 at 12:03 am

olá, gostei bastante do texto, estou namorando um suiço, mas só irei conhecer a Suíça daqui a alguns meses, pois ele está passando algum tempo aqui no Brasil. Muito bom saber um pouquinho da cultura e o como são as pessoas de lá. Obrigada pela contribuição. Abraço

Resposta
Ana Cristina Kolb Janeiro 16, 2015 at 11:47 am

Querida Fernanda, obrigada pelo seu comentario carinhoso e tentamos passar aqui um pouco das nossas perspectivas e experiencias, tenho certeza que voce fara as sua proprias experiencias e podera enriquecer sua compreensao desta cultura tao rica! Abraços querida!

Resposta
Ana Cristina Kolb Janeiro 7, 2015 at 12:20 pm

Oi Luiz que legal, fico feliz de saber que voce pode se identificou com o texto! e somos entao vizinhos! Obrigada por deixar seu comentario aqui e partilhar com a gente! Namasté 🙂

Resposta
Angel Janeiro 13, 2015 at 1:33 pm

Vi po acaso seu Blog, parabéns pela sua objetiidade sobre a mulher suiça, moro na Suiça a 25 anos tenho uma filha e sou feliz aqui, vou no Brasil sempre e aproveito do melhor que tem no meu país más prefiro morar aqui.
Adorei a sua resposta sobre sexo no homem suiço.,para Lara não se preocupar com estatisticas.e que vida íntima é para ser cultivada a dois.Já temos a vantagem de sermos brasileiras e vida à dois se faz a dois!!!
Bjs

A Baiana

Obs.Tenho amigos mineiros e com certeza vcs trabalham queitos mesmo..rs…rs

Resposta
Ana Cristina Kolb Janeiro 16, 2015 at 11:51 am

Querida Baiana ou -Angel, obrigada pelo seu comentario carinhoso! Informaçao sempre é importante, entretanto acredito que cada um de nos vive nossas experiencias e podemos sempre mudar as regras e fazer as coisas evoluirem, nada é estatico. Importante mantermos a cabeça aberta pra vivermos livremente de preconceitos, que nos limitam! Isto ai, vamos assumir nossa responsabilidade e fazer da nossa vida uma vida plena em todos os sentidos! Namasté 🙂

Resposta
Ana Kelly Ricarte Janeiro 16, 2015 at 8:08 pm

kkkk também nasci no País errado do nada comecei a me interessar por outros países e estou adorando a saber sobre a Suíça louca para conhecer, também não suporto barulho ( me chamam de chata ) também não gosto de madrugar em festas e odeio quem fala alta e prezo muito os bons modos eu me adaptaria muito bem aí. 😀

Resposta
Ana Cristina Kolb Maio 7, 2015 at 10:01 am

kkkkkkk, querida Ana Kelly, no Brasil a opçao é ir morar em condominios fora da cidade, pelo menos é como eu tento reolver este problema! kkkk carinho e obrigada pelo seu comentario e nos seguir aqui no BPM! 🙂 Namasté!

Resposta
Glauco Borba Maio 6, 2015 at 9:48 pm

Muito bom! Gostei de saber que vc treina Aikido, venho de uma .linha tradicional do Karate Shotokan, meu Sensei , japonês , foi um grande mestre e me passou valores dá cultura japonesa que em alguns aspectos lembra de mais a Suíça, ,,, o método, a disciplina e por a casa em ordem servem para a vida toda! Mental, física e espiritual! Arigato!

Resposta
Ana Cristina Kolb Maio 7, 2015 at 10:04 am

Oi Glauco, isto ai, aikido mudou a minha vida em todos os sentidos e com certeza a minha perspectiva sobre o mundo e a minha forma de lidar com conflitos transformando-os em harmonia! Segundo O’Sensei, o criador do aikido, somos todos um! Namasté e obrigada por ler nossos textos e comentar! Domo Arigato! 🙂

Resposta
Alekson Silvestre Maio 7, 2015 at 12:27 pm

Ana muito bom, vou ser direto “Quero uma mulher dessa para mim ” rssssssss caso você tenha uma amiga querendo um moreno alto amigão, companheiro e bem humorado sei que seu blog nao é de relacionamentos mas quem sabe rssssss Aquela musica de Roberto Carlos “Falando sério” rsss sou um 46 apaixonado e cheio de amor para dá.
Trabalhei e morei em Malaga Espanha e fui transferido para Lisboa sei o que viver na Europa amo tudo issso e pretendo apresentar um projeto em Berlim estou aguardando liberação… Mas foi bom conhecer suas dicas vejo em vc uma mulher dinâmica e cheia de paz.

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Ana Cristina Kolb Maio 8, 2015 at 12:55 am

Alekson, anotado na minha lista, precisamos e homens que nos amem como somos de forma mais real! entao pode deixar que ta anotado! Bjus querido pelo comentario querido e pela aunteicidade! 🙂 Anamasté! 🙂

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Araujo Maio 8, 2017 at 1:09 pm

Olá Ana fiz um comentário no seu blog e não me dei bem com ele se puder peço a exclusão do mesmo.

Pra você ver desculpas, mas por favor exclua.

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Mônica Lima Julho 27, 2015 at 2:35 am

Olá Ana! Adorei ler suas respostas…. conheço alguns países da Europa e verdadeiramente fiquei muito impressionada com a vida na Suíça…
Tenho uma amiga de infância que reside em zurich uns 16 anos e sempre que posso passo por aí
acho que faço parte da equipe no que diz respeito a mulher Suíça no papel de mãe (mesmo ainda não tendo filho mas penso que quando tiver em educá-lo para vencer…) Amiga e esposa (apesar de ser solteira e morar sozinha hoje aos 41)… Sou muito discreta e não gosto de ser sensual (vestir roupas provocantes mesmo sendo magra)… Trabalho com muitos homens e diferentes das Suíças minha formação é “masculina” (Técnica mecânica industrial) kkkkkk… hoje curso arquitetura e assim que terminar penso em morar na Suíça e casar com Italiano, alemão, suíço, Croata… Dúvida cruel pois pesquiso como são os homens nestes países e o que pesam a respeito da família… Pois se não for Deus na minha vida pensaria que ficaria pra titia, mas sei que não importa o tempo da espera se temos certeza que virá o melhor.

Parabéns pela resposta sobre o sexo a final não nascemos praticando o sexo então podemos nos adaptar a qualquer condição e o sexo será um complemento do relacionamento e bem particular.

Gostei também da resposta da Baiana Angel.

Sabe Ana,
sempre trabalhei muito e nunca quiz depender dos homens para tirar o sustento, quero um homem de verdade que goste de mim e que não olhe para os menus 41 anos de idade.

Obrigada.

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Mônica Lima Julho 27, 2015 at 3:46 am

Ana,
Voltei… Vi seu vídeo no I encontro das Brasileiras pelo mundo…vc é demais parabéns é por isso o Alekson quer uma mulher igual a vc (dinâmica, bem resolvida, culta e etc…); dei boas risadas assistindo o vídeo.
Quem sabe da próxima vez que eu for a Suíça posso contratar os serviços (andar de bicicleta… Ficar na montanha) da Cew Marketing, inclusive aqui no Brasil pois penso em construir casas e prestar serviço em organizar a vida das pessoas… Tais como: organizar roupa, arrumar armários e documentos …. Sabe essas coisinhas que o povo acha que não dá dinheiro…. Quando vem alguém aqui em casa as pessoas perguntam como eu consigo ser tão organizada e as vezes me chamam pra organizar as coisas…E a minha amiga na Suíça sempre me cobra mais tempo pra organizar o Keller…kkkk
Preciso fazer os cursos de empreendedorismo, liderança e etc… Pois seria somente pra ter qualidade de vida.

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Mônica Lima Julho 27, 2015 at 3:51 am

Completando a frase… Pois morar em outro país seria somente pra ter qualidade de vida é um marido que me respeite e seja meu companheiro.

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Márcia Pinto Setembro 2, 2015 at 8:36 pm

Ana, prazer em conhecê-la! Sou do Rio de Janeiro e gostaria que você indicasse uma agência de casamento idônea, séria, porque quero conhecer e me relationar com um suíço e/ou alemão para casamento. Infelizmente, nunca viajei para a Europa, então não tenho experiência e nem amizades que pudessem orientar-me. Tenho 47 anos, negra, sem filhos e vontade de conhecer o Primeiro Mundo. Por favor, aguardo seu contato. Grata, Márcia Pinto.

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Eid Setembro 12, 2015 at 6:40 am

Sou de sao paulo mas moro há 2 anos na Suíça e concordo em muitos pontos, quase todos, mas o que me difere de vocês é o fato de que não sinto tão feliz e não é tão fácil pra eu viver aqui. Tenho 3 filhos pequenos e eles gostam de rir brincar de chamar o papai em voz alta quando ele chega…. Coisa que eles não gostam aqui. Não gostam muito de auslander, estrangeiros. Tem eleição e você encontra cartazes pequenos de políticas candidatos com slogan anti estrangeiros islamicos e refugiados. São muitos fiéis e extremamente corretos organizados que as vezes enche. As 6 da noite não. Se escuta mais barulho pessoas conversando. Pelomenos na parte alemã é mais forte isso. As vezes me sinto deprimida por nunca ver as crianças curtindo a infância mais solta. Você conhece alguma Suíça que alcançou méritos importantes na carreira? Nao. Alemao você conhce muito pela historia mas Suíça não. Até o homem. São criados pra ter o básico e bao te permitemir tao longe. Sinto isso na kindergarten dos filhos. Os homens sem juita liderança. Sabe muito morno demais que eu fico meio sem graça. Sem vontade de nada. As pessoas pensam que é o paraíso mas não é bem assim. Desculpa ir contra um poucomas esse lado eu senti necessidade de falar pois vou explodir. Mas a segurança que se tem aqui não há em lugar algum. Isso me fascina. Pelo meus filhos eu suporto tds olhares preconceituosos até contra eles. Raramente crianças vão a igreja mas se for echorar( tenho bebe) quase me expulsaram, parei de ir e de vivenciar meus filhos disso por conta deles. Eu meio q morri pra poder sobreviver aqui. Brigo commeus filhos quase sempre pra serem mais contidos e polidos quando dentro de mim quero liberta los pra dar risadas brincar cair machucar e chorar se for o caso sem ter que calar a boca deles pra ninguém se incomodar. Escrevo pequenos exemplos e choro em escrever aqui isso tudo pois recordo de tantas outras coisas. Eu agradeço por viver em um país seguro respeitador e acho q pra quem não tem filhos pequenos e um otimo lugar mas não há vida um pouco mais amigável social. Familia é cada um por si e não quero q meus filhos sejam totalmente assim. Depois dos 16 os filhos não dão a minima pra q os pais acham das coisas. Como se fosse estrranho.
Pra que ter filhs ou viver assim? Tudo sem conexões sem razões tudo completamente planejado e se alho sair do plano é ima catástrofe. Talvez por você bter casado com alemão isso seja pouco mais fácil mas eu sou casada comum libanês mas q mora aqui mais de 26 anos mas q tods anos visitamos familiares pois damos balor aos amigos e familia. Sempre coro por alguém que precisa de ajuda mas aqui não é assim pois o problema é meu. Td bem sei q é masp exemplo meu fogão pegou fogo e meus filhos sairam e casa gritando por ajuda e ningum veio a muher senhira disse q pra eles esperarem a mae resolver. Veio só espanhola muitoooo gente boa ajudar. Voou o trampolim dos meus filhos e ninguém me ajudou. Os filhos do vizinhos q brincam com os meus no trampolim disse que eu tinha q pedir pro meu marido ajudar. E qdo o filho deles choram eu corro pra ajudar….td bem to aprendendo a viver mais na minha mas me pergunto pra que fim vivemos tão independente assim
Não acho isso tão legal. Desculpas por mostrar esse lado de repente não agradei mas acho q foi mais um desabafo ou pedido de ajuda e/ ou alerta ou tudo isso
Bjo a tds obrigada

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André P. de Figueiredo Novembro 6, 2016 at 10:50 pm

Na Suíça não existe nepotismo? Tem que tar brincando!! Já ouviu falar de Vetterliwirtschaft? Soihäfeli Soideckeli?

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Abigail Brenda Março 1, 2017 at 11:42 am

Adorei <3 super divertido seu discurso!

Conheci esse ano um suíço-alemão que me disse sou mais Suíça que ele kkkk pensei logo que ele fez esse comentário porque me gostou muito e me considerou de mesma raça, mas pelos detalhes desta postagem vejo que não.

Sempre morei no Brasil, mesma educação que meus pais deram a minhas irmãs também foi comigo e não me identifico em nada, maioria das pessoas que converso não entendem o que falo, principalmente se for de minha família, adoeço muito com o calor desde criança, acho que minha existência passada foi para aqueles lados.

Beijos sucesso!

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Priscila Gonin Abril 7, 2017 at 6:19 pm

Nossa eu me identifiquei totalmente com a descrição da mulher suíça até porque eu nasci lá em Yverdon e vim para o Brasil com 12 anos, porém carrego todas estas características comigo!

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Ursula Maio 12, 2017 at 6:44 pm

Ana, eu amei o post! Tenho uma amiga suiça (infelizmente só nos falamos pelo facebook,pois moro no Rio) e ela não me deixa mesmo!
Tenho muita vontade de ir para a Suiça e também de saber mais sobre os homens suiços e seu comportamento (ja fez esse post?

Beijoooooos <3

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Cristiane Leme Maio 14, 2017 at 4:19 pm

Ursula, a Ana parou de colaborar com o BPM.
Temos outras colunistas na Suíça, dê uma olhada nos textos publicados recentemente. Talvez você possa sugerir o tema para as colunistas ativas 🙂

Equipe BPM

Resposta
Juliana Ott Lima Julho 10, 2018 at 6:32 pm

Parabéns, pelo texto! É muito esclarecedor. Tenho dupla nacionalidade Brasil / Suiça e pretendo passar alguns meses na Suiça agora. Reaprender alemão e trabalhar como Psicóloga. Será que vou conseguir?

Resposta
Liliane Oliveira Julho 11, 2018 at 7:37 pm

Olá Juliana,
A Ana Cristina Kolb infelizmente não colabora mais conosco.
Obrigada,
Edição BPM

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