Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    BrasileirasPeloMundo.com
    • Home
    • Sobre o BPM
      • Time do BPM
      • Autoras
      • Contato
      • Na Mídia
      • Blogs
    • Colabore
    • Custo de Vida
      • Quanto custa
      • Cheguei e agora?
      • Custo de Vida Pelo Mundo
    • Países
      • Alemanha
      • Austrália
      • Áustria
      • Canadá
      • EUA
      • Espanha
      • França
      • Inglaterra
      • Itália
      • Japão
      • Polônia
      • Portugal
      • Suécia
    • Mais
      • Dicas para viajar sozinha
      • Relacionamentos online
      • Turismo Pelo Mundo
      • Vistos
    • Intercâmbio
      • Intercâmbio pelo Mundo
    Facebook Instagram
    BrasileirasPeloMundo.com
    Home»Empregos Pelo Mundo»Como é procurar pelo primeiro “subemprego” na Nova Zelândia
    Empregos Pelo Mundo

    Como é procurar pelo primeiro “subemprego” na Nova Zelândia

    Roberta CrossleyBy Roberta CrossleyApril 29, 2017Updated:July 17, 20173 Comments5 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Subemprego. Unsplash
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Esse tema é polêmico, mesmo porque essa palavrinha subemprego pode causar um certo incômodo, não é mesmo?

    Então, não vou detalhar o que é e o que significa o subemprego, seja na Nova Zelândia ou no Brasil. Mesmo porque, a colunista Rosana Melo cobriu este tópico super bem aqui.

    O subemprego que quero tratar neste texto é a nossa ideia de um trabalho inferior ou que precisa de menos habilidades, pois é assim, que a maioria das pessoas que encontro por aqui (recém chegados na Nova Zelândia) enxergam uma vaga para limpar uma casa, atender um cliente no café ou restaurante.

    Na maioria das vezes, mesmo que a gente tenha tido uma carreira profissional bem bacana no Brasil, estudado por mais de 5 anos, trabalhando em um escritório com ar condicionado, cafezinho, secretária e ainda que na sua realidade no Brasil você tenha tido até mesmo um time de pessoas se reportando a você, é importante entender que se está vindo para Nova Zelândia e seu inglês ainda não está legal, a realidade que você irá encarar será bem diferente.

    Eu costumo comentar que as pessoas às vezes imaginam que elas serão teletransportadas para a Nova Zelândia e que o trabalho será o mesmo, eu também pensei assim um dia.

    Minha profissão, psicóloga, estava na lista de demanda do país. Eu estudava inglês há um tempinho e tinha uma experiência de trabalho de aproximadamente 5 anos, então, imaginei que seria super simples, praticamente como no Brasil. Na verdade, muito melhor, pois teria um salário bem mais atrativo e viveria em um país lindo demais.

    Essa minha ilusão durou bem pouco, foram muitas as vezes em que ouvi “não” de recrutadores de trabalho, tive dificuldade até para me registrar no conselho de psicologia do país.

    Fiquei bem chateada e logo tive que mudar de planos. Como já estava estudando com permissão de trabalho de meio período, achei que arrumar um subemprego seria minha melhor opção naquele momento.

    Mesmo relutante, imprimi alguns currículos, organizei meu itinerário pela cidade, botei um sorriso no rosto e fui procurar meu primeiro subemprego na Nova Zelândia, minha primeira Kiwi Experience. Depois de andar por umas 3 horas, voltei para casa com a sensação de missão cumprida, afinal, no primeiro dia já voltei para casa com dois trials (o trial é um período de teste que ajuda o empregador, geralmente de hospitalidade, a decidir se irá te contratar. Dura em média de 1-2 horas (você trabalha sem remuneração neste período) marcados para o dia seguinte.

    No dia seguinte fui realizar meus trials. O primeiro, em um restaurante italiano ao meio dia, foi uma experiência e tanto, nem sabia por onde começar, mas já estava ali, no olho do furacão, bem na hora do almoço. Foi tanta correria que eu nem conseguia prestar atenção na minha ansiedade ou vontade de fazer tudo certo para conseguir a oportunidade.

    Fonte: Unsplash

    Logo em seguida, fui para meu segundo trial que começava às duas da tarde, quase cheguei atrasada, corri literalmente e ao chegar no café, a responsável logo me apresentou para os meus mais novos colegas de trabalho: o balde e os produtos de limpeza, além disso, me mostrou onde ficava o banheiro para que eu pudesse fazer a limpeza.

    Enquanto eu executava meu trabalho e escutava as instruções, comecei a pensar que limpar o banheiro estava sendo bem menos estressante do que correr de um lado para o outro no restaurante anterior.

    Nada melhor do que novas experiências para ajustar nossas expectativas, não é mesmo?!

    Assim que terminei meu trial, fui para casa e logo recebi a ligação de que poderia iniciar no dia seguinte.

    E assim eu fui, trabalhei, refleti, fiz atividades que pareciam super simples, mas por ter que falar inglês o tempo todo se tornaram desafiadoras e algumas vezes até frustrantes.

    E assim foi comigo e com muitos dos meus amigos e conhecidos, pessoas que saíram do tal mundo corporativo e se redescobriram trabalhando em hospitalidade, limpeza, cozinhas, cinemas entre outros.

    Minhas maiores e melhores dicas quando você quiser procurar seu primeiro subemprego na Nova Zelândia:

    • Ajuste sua expectativa
    • Entenda seus limites
    • Seja corajoso(a)
    • Seja honesto no seu currículo e nas entrevistas
    • Tenha o visto apropriado
    • Bote um sorriso no rosto
    • Dê o primeiro passo

    Se você quiser saber um pouco mais sobre o que precisa para buscar sua primeira Kiwi Experience, nós preparamos um mini curso bem interessante, inscreva-se aqui, você terá acesso a informações bem legais gratuitamente.

    E lembre-se que se você está planejando vir para a Nova Zelândia, existem diversos websites que podem te dar uma ideia sobre a sua carreira por aqui:

    Careers New Zealand

    New Zealand Now

    Skill Shortages

    O mais importante é entender suas expectativas e adequá-las à realidade cultural da Nova Zelândia, respeitando os valores e a forma com que eles fazem as coisas deste lado do mundo. Não é necessário rotular tudo como melhor ou pior, mas sim entender que existem formas diferentes de encarar o trabalho, que nada mais é que uma troca das suas horas e habilidades por dinheiro. Assim, fica muito mais simples administrar nossa expectativa de que o trabalho nos traga um status pessoal ou nos defina como pessoa.

    [wpv-view name="authors-articles-view"]
    cursos de inglês na nova zelândia emprego emprego na nova zelandia estudar inglês na nova zelândia estudar na Nova Zelândia intercâmbio na Nova Zelândia morar na nova zelândia nova zelandia nz sites de emprego na Nova Zelândia subemprego visto para a Nova Zelândia YepNZ
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Roberta Crossley
    • Website

    Roberta é mãe, empreendedora, co fundadora da YepNZ, criativa e direta. Ama família, chocolate e vinho. Está em busca de se tornar um ser humano cada vez melhor, e vive feliz rodeada pela natureza na Nova Zelândia.

    Related Posts

    4 etapas para encontrar um novo emprego

    April 28, 2021

    O que está por trás do sotaque?

    April 20, 2021

    Enfermeira Imigrante em Nova Iorque

    March 13, 2021

    3 Comments

    1. Julia on April 29, 2017 8:23 pm

      Oi Roberta! gostei mto do seu texto! Apesar de estar um pouco longe da NZ, estou enfrentando essa relocação aqui na França! Tb sou psicóloga e sei q agora no início vou trabalhar com oq aparecer 😉
      Um beijo!

      Reply
    2. Janaina on October 23, 2018 12:27 pm

      Oi, Roberta, tudo bem?
      Tenho pensado muito em deixar o Brasil e uma das coisas que me preocupa é emprego. Sou jornalista aqui, mas sei que conseguir uma posição na minha carreira pode nem ser possível aí, então estou me preparando para trabalhar no mercado de beleza como manicure ou depiladora – esse mercado existe aí? Tem demanda?
      Obrigada!

      Reply
      • Liliane Oliveira on October 23, 2018 2:11 pm

        Olá Janaina,
        A Roberta Crossley parou de colaborar conosco, mas temos outra colunista na Nova Zelândia chamada Gabriela Nunes que talvez possa te ajudar.
        Você pode entrar em contato com ela deixando um comentário em um dos textos publicados mais recentemente no site.
        Obrigada,
        Edição BPM

        Reply
    Leave A Reply Cancel Reply

    This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

    • Facebook
    • Instagram
    A Mulher na Sociedade Pelo Mundo

    Silverlocks: um novo espaço para mulheres maduras no Brasil e no exterior

    By Ann MoellerJuly 4, 20260

    Há projetos que nascem de estratégia. Outros nascem de necessidade. E alguns nascem dos dois.…

    Dia de Finados na Polônia

    October 28, 2024

    Novas gírias e expressōes faladas nos Estados Unidos

    March 1, 2023

    Terremoto na Turquia

    February 10, 2023
    Categorias populares

    Green Card e Residência permanente após o casamento

    April 26, 2015

    Como morar legalmente na Espanha

    August 7, 2015

    Como estudar no Ensino Superior em Portugal

    August 14, 2014

    Como é morar em Santiago no Chile

    June 28, 2014

    Validação do diploma brasileiro nos EUA

    May 20, 2016

    Cinco razões para não morar na Dinamarca

    April 19, 2015

    Passo-a-passo para fazer mestrado ou doutorado com tudo pago nos EUA

    March 2, 2016

    É brasileiro e reside no exterior? A Receita Federal ainda lembra de você!

    February 9, 2017
    BrasileirasPeloMundo.com
    Facebook Instagram
    • Sobre o BPM
    • Autoras
    • Na Mídia
    • Anuncie
    • Contato
    • Aviso Legal
    • Política de privacidade
    • Links
    • Política de Cookies
    • Termos e Condições
    • Não vender nem compartilhar minhas informações
    © 2012-2026 BrasileirasPeloMundo.com

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Manage Consent
    To provide the best experiences, we use technologies like cookies to store and/or access device information. Consenting to these technologies will allow us to process data such as browsing behavior or unique IDs on this site. Not consenting or withdrawing consent, may adversely affect certain features and functions.
    Functional Always active
    The technical storage or access is strictly necessary for the legitimate purpose of enabling the use of a specific service explicitly requested by the subscriber or user, or for the sole purpose of carrying out the transmission of a communication over an electronic communications network.
    Preferences
    The technical storage or access is necessary for the legitimate purpose of storing preferences that are not requested by the subscriber or user.
    Statistics
    The technical storage or access that is used exclusively for statistical purposes. The technical storage or access that is used exclusively for anonymous statistical purposes. Without a subpoena, voluntary compliance on the part of your Internet Service Provider, or additional records from a third party, information stored or retrieved for this purpose alone cannot usually be used to identify you.
    Marketing
    The technical storage or access is required to create user profiles to send advertising, or to track the user on a website or across several websites for similar marketing purposes.
    • Manage options
    • Manage services
    • Manage {vendor_count} vendors
    • Read more about these purposes
    View preferences
    • {title}
    • {title}
    • {title}