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Filipinas

Filipinas – Até que a Morte os Separe

Acho que religião é um tema muito delicado porque cada um tem a sua e, como política e esportes, se tem que respeitar. Por isso, não gosto de escrever sobre esses temas, em geral sempre muito controversos.

O problema é que a religião exerce muita influência, tanto na sociedade quanto na política do país e, por isso, qualquer texto sobre qualquer um desses assuntos seria incompleto sem a menção da forte influência católica.

Embora o país seja considerado um Estado laico, as decisões governamentais sofrem bastante influência do catolicismo, religião de 80% da população. Por esse motivo, leis importantes como o RH Bill (Reproductive Health Bill, a lei de garante acesso universal ao planejamento familiar, ao controle de natalidade e a educação sexual) demoram anos, senão décadas, para serem aprovadas embora sejam benéficas para um país que tem mais de  26% da sua população sob a linha da camada de pobreza, segundo o World Bank . Essa mesma lei, por exemplo, foi aprovada por uma margem pequena de votos após quase 15 anos de discussão.

A religião aqui é tão influente que já ouvi discussões sobre a proibição de casamento de casais heterossexuais que não pudessem ter filhos porque este era o motivo principal da união. Com esse absurdo (em minha opinião) em mente, nem preciso mencionar que a união civil entre pessoas do mesmo sexo é proibida (embora não tenha visto na vida tantos homossexuais e transexuais em qualquer país ocidental que tenha visitado ou mesmo morado) e que o divórcio é algo que não existe para o Estado. E, como ele não existe, a divisão de bens, uma vez assinados os papéis, é universal: o que cada um tinha antes do casamento se torna propriedade dos dois.

Então, se você pensa em se casar com um filipino (ou uma filipina), pense duas vezes porque aqui o conceito de “até que a morte os separe” pode ser, literalmente, até que um dos dois caia morto. Sim, existem opções se um casamento realmente não funcionar, mas o processo é longo, o custo é alto e demora, no mínimo, um ano para que seja efetivado, uma vez que foi dada entrada na petição.

As opções são a separação (que não declara nada: o casal somente passa a morar em casas separadas e nenhum dos dois pode se casar novamente) ou a anulação do casamento, a qual declara que este nunca existiu.

Todos esses fatos podem ser explicados pelo conceito de “união familiar” que ainda é muito forte e bastante presente na mentalidade da população: por exemplo, poucos casais decidem morar juntos antes de assinarem os papéis porque isso não é bem visto pela sociedade.

Segundo o senso de 2011, a maioria das mulheres se casa entre seus 20 e 24 anos e os homens entre os 25 e 29 anos de idade e eles logo querem ter um filho: conheço, por exemplo, dois casais que se casaram no primeiro semestre de 2013 e as esposas engravidaram durante a lua de mel.

Também existe uma certa obrigação em se cuidar da família (isso é, sogros, sogras e irmãos), mesmo depois do casamento. Li em muitos blogs e conversei com alguns estrangeiros que se casaram com locais: existe uma obrigação velada de que o estrangeiro, o branco, vai cuidar da família filipina após a união, se esta precisar. Então, se o sogro pedir dinheiro emprestado, não será empréstimo, mas uma doação, por exemplo.

Uma amiga húngara, que adora conversar com taxistas, me contou uma história: ela entrou no táxi e, durante o bate-papo (que aqui inclui temas como casamento e filhos), ela perguntou ao taxista quantos filhos ele tinha, ao que ele respondeu: “Vinte”

Acho que fiquei mais em choque quando ela me contou do que ela propria. Perguntei se ela sabia a idade da esposa e ela disse que sim, que tinha 40 e poucos anos. Fiz as contas. Aquela mulher tinha passado mais tempo da vida dela grávida do que não grávida!

Minha amiga continuou a conversa e perguntou como ele sustentava todos os filhos. O fato é que um taxista filipino não recebe muito: as corridas de táxi são baratas e a maioria deles tem que pagar pelo aluguel do carro. E ele respondeu: “Uma das minhas filhas vai se casar com algum europeu ou americano e ela nos levará para lá”. Fiquei imaginando qual oficial de que imigração de qual país processaria os papeis de mais de 20 membros de uma única família…

Pessoalmente, acho bastante curioso observar como essa sociedade funciona. Muitas vezes, me sinto uma estudante da natureza humana porque testemunho as situações sem poder interferir. Então eu simplesmente relato. Abismada, chocada ou mesmo revoltada, relato esses acontecimentos que parecem histórias de ficção.

Até a próxima!

 

 

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44 comentários

Ann Julho 29, 2013 at 9:01 am

Amada, um assunto tao controverso rs. Sera que por nao ter a opcao do divorcio o casamento e levado mais a serio hoje em dia? Duvido…Enfim, culturas diferentes, mas no final ser humano e ser humano antes de ser filipino ou alemao,ingles,americano/a (escolha aleatoria) e com a vida tao facil que levamos hoje em dia, sem mesmo nos percebermos, com tudo tao ao alcance, respeito as vezes e posto de lado. Mas conta, como realmente e por ai, as pessoas parecem mais felizes? 🙂

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Cristiane Leme Høg Julho 29, 2013 at 9:35 am

Uma amiga pinoy que mora aqui em Holstebro tinha comentado a respeito do fato de a união ser indissolúvel nas Filipinas, por conta da questão religiosa. Eu fico a pensar: casamento é um assunto muito sério… Vejo por exemplo na Índia, onde os casamentos ainda são arranjados pelas famílias na maioria dos casos, e lá também o divórcio é visto com maus olhos: o casamento é algo sagrado, cármico (portanto, deve ser encarado e não se pode desistir, mesmo que seja difícil); entretanto, pelo fato do divórcio ser mal visto e pela repressão sexual forte que existe no país, o adultério é praticado geralmente pelos homens sob vistas grossas das esposas, que aceitam o fato pois querem continuar sendo mulheres ‘de respeito’. O casamento tem esse peso no Oriente: pessoas casadas têm mais respeito por parte da sociedade como um todo, por isso essa pressa de casar, e também por isso esse peso de não poder desistir, mesmo que dê tudo errado. Penso que a ideia do casamento é que ele seja uma união indissolúvel mesmo, ‘na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe’, e muito do que se vê hoje em dia é a total banalização do casamento, sobretudo por gente da mídia que se casa a torto e a direito com festão e tudo, pra separar em dois ou três meses por ‘incompatibilidade de gênios ou de agenda’. Acho meio radical a pessoa não ter a opção de desistir, porém por outro lado fica a questão: estamos levando o casamento a sério? É uma questão controversa quando não existe a opção do divórcio, como nas Filipinas, mas será que não é essa a intenção, de fazer as pessoas reconhecerem a seriedade da coisa? Certo é que eu não recomendaria ninguém a casar antes dos 25 anos – pra ser bem honesta, não recomendaria casar nem antes dos 30… Pra viver uma relação plena e satisfatória para o casal, é preciso que haja maturidade e compromisso acima de tudo. Agora também ninguém precisa brincar de Noé (repovoando o mundo, tendo 20 filhos)! 😀

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Suellen Julho 29, 2013 at 4:22 pm

Concordo com vc Cristiane. O problema de hj em dia é que as pessoas nao vem mais o casamento como algo sagrado e sim como uma uniao entre partners sociais (seja em ambos os casos que vc citou – pessoal da midia ou ate mesmo dos filipinos que preferem se casar para serem respeitados na sociedade). Penso que as pessoas nao possuem a minima ideia do que è um casamento, ou oque è ter filhos. Filhos devem ser frutos de um casamento – aquele verdadeiro, em que ambos lutam por estar juntos, enfrentando obstaculos e mesmo assim perseverando, construir algo e crescerem JUNTOS. Filhos nao devem ser feitos pq a sociedade ou uma religiao impos. Vc nao deve ser obrigado a estar com uma pessoa sendo infeliz ou fazendo-a infeliz, traindo ou aceitando esse fato pq a sociedade te obriga a isso, mas estando juntos por vontade propria e compromisso um com o outro. Aproveitando a deixa, casamento é a UNIAO entre DUAS pessoas ( nao mae, pai, irmao, primo e cachorro, claro tudo isso na minha opiniao) é muito esperto esse taxista hehehehe è facil colocar vinte filhos no mundo desse jeito, se pensar friamente, è uma bela poupança, mais tarde terà vinte genros e noras trabalhando pra ele hehehehe. E isso ai, bem controverso essa historia!!! (Desculpem meu portugues – eu quase nao uso ele)

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Ju Julho 29, 2013 at 12:58 pm

Nossa Tati, é incrivelmente triste, mas é assim mesmo… tenho muitos amigos e amigas filipinas, e eles vem realmente o europeu ou americano como uma fonte de riqueza para a familia. Tenho muitos amigos que moram aqui em Cingapura e deixaram filhos e maridos ou esposas nas Filipinas. A maioria das meninas, deixou marido para trás devido a maus tratos, e mesmo aqui trabalham como empregadas muitas vezes e mandam todo seu dinheiro para casa, e o “marido” sobrevive as suas custas, e sai com outras mulheres e etc…. muitas contraversias religiosas!!

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Ana Cristina Kolb Julho 29, 2013 at 3:04 pm

Tati querida, acho que voce tocou em um vespeiro rsrsrsrsr mas um bom vespeiro! Minha percepçao de forma geral, é que na Asia, casamentos tem um funçao de segurança e reconhecimento social, uma vez que os governos nao se ocupam, ficaram os costumes de povos antigos, onde o conceito de “comunidade familiar”, se aplica mais ao que chamamos “familia” no ocidente, onde o centro familiar é o casal e os filhos. Os avos, primos, tios, tias, sao parte do clan, pois possuem nome de familia em comum e laços sanguineos e de herança, e os demais sao os parentes. Tem um livro interessante que gostaria de citar, pra aqueles que se interessam pelos diferentes tipos de desenvolvimentos sociais ao redor do mundo: http://en.wikipedia.org/wiki/Spiral_Dynamics. Entretanto informaçao e conhecimento nao nos impedem de se sentir “literalmente” chocados, a algumas situaçoes que nos parecem anti-eticas, e que embora moralmente e culturalmente justificaveis, sao uma verdadeira aberraçao no mundo atual, onde a liberdade de ir e vir, de decidir o rumo da sua vida, a capacidade de cometermos erros e podermos aprender atraves deles e passarmos a frente, e onde o respeito o amor e o cuidado, possam ser a base da sociedade e da famiia, deveria ser o mínimo. O mais perverso no quadro, é a inversao de papeis, o pai que deveria ser aquele que protege e cuida dos filhos, ve os filhos como “meios” para se servir, a fim de conseguir uma vida melhor pra “familia” que inclusive é dele, casando-os com estrangeiros. Perverso! Mas realidade! Este filme vi muito na minha viagem na Asia, e me cortava o coraçao, mas parece que cortava mais o meu coraçao que o dos locais e mesmo os das pessoas que eu via como vitimas, que viam o cenario como normal. Que o universo possa nos iluminar!!!!!! Otimo texto! Adorei, importante tocar este tipo de assunto controverso também, nem tudo é so flores nesse mundo e temos ainda um grande caminho a percorrer! Namasté!!!!!!!

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Lila Julho 30, 2013 at 2:01 am

Muit interessante Tati. Adoro saber como as coisas funcionam mundo afora. Tantos seres humanos espalhados pelo mundo e tantas mentalidades diferentes. Quem esta certo? Segundo a psicologia diferencial, ninguem esta certo ou errado. Cada um ve o mundo com seus proprios olhos, referencias e experiencias. Eh claro que de acordo com cada cultura uma opiniao, mas para nos brasileiras, saber disso choca mais do que impressiona, ne? Aqui tem muitos Filipinos e a imagem que os canadenses e, pessoas em geral, tem deles eh que sao um povo simples, sem muita cultura e na maioria sem formaçao academica. Geralmente eles trabalham em atividades sem muito esforço congnitivo. Beem, adorei saber sobre o tema escrito. Bjks e ate breve.

Resposta
karla Julho 30, 2013 at 5:35 am

Nossa a diversidade do mundo as vezes nos espanta em pleno mundo de descoberta tecnologicas ainda existe tanta gente que nao tem o minimo para sobrevivencia entao vive das ilusoes !!!!
Aqui em Israel tem muitos filipinos que vem trabalhar e eles sao bem liberais aqui ja que em seu pais nao podem aqui fazem a festa principalmente na questao de homosexualidade.
Bom boa sorte ai pense bem no casorio kkkk

Resposta
Tati Sato Agosto 13, 2013 at 8:00 pm

Oi meninas!

Em geral, eu respondo a cada comentário individualmente. Dessa vez, no entanto, como todos os comentários se complementam, vou responder em um único comentário e espero que todas vocês possam lê-lo!

Antes de tudo, desculpem pelo atraso em responder às mensagens… Como disse a Ana, eu meti a mão em um vespeiro e fiquei pensando como seria a melhor forma de comentar tudo isso… Porque, seguramente, seria tema para um segundo post…

A sociedade filipina é muito hipócrita quando se trata de casamento e sexualidade. Existe uma aceitação da homossexualidade, por exemplo, desde que ela não esteja dentro da sua casa. Na minha vida, nunca vi tantos homens vestidos de mulheres caminhando pelas ruas, com batom e salto alto (há alguns que não consigo saber se são homens ou mulheres). Uma amiga que trabalha com RH de uma companhia de cruzeiros me contou que muitos homossexuais se registram na companhia como casais (o que lhes dá direito a cabine compartilhada, por exemplo) e, de repente, a esposa de um deles aparece no escritório dizendo que seu marido está tendo um caso no navio. E também ouvi casos de mulheres que são maltratadas pelo marido e saem do país, para Cingapura (como mencionou a Ju) ou para o Oriente Médio para fazer dinheiro e enviar para casa. Ouvi o caso de um político filipino (também é uma fofoca e por isso não mencionei no texto) que tem mais de 100 filhos (de mulheres diferentes, claro… Imagino a pobre mulher que engravidasse de 100 crianças… Nem se fossem quadrigêmeos!).

Uma amiga filipina me disse que o principal motivo pelo qual o governo não aprova o divórcio é por questões estatísticas: para o mundo, como aqui o divórcio não existe, as Filipinas ainda aparecem como um país voltado para a família, o que, em minha opinião é muito hipócrita.

Então, Ann, eu não acho que a maioria da população seja mais feliz… Talvez a população mais pobre, pela ignorância, seja mais feliz. Quando digo ignorância é porque eles acreditam que as coisas aconteceram porque Deus quis daquela forma…

@Cristiane e Suellen, eu não critico o casamento. O que eu critico é a hipocrisia. Acredito que vivemos em uma época que os valores foram banalizados e muitos relacionamentos, hoje em dia, não começam com respeito ou confiança. Acho que, hoje em dia, não levamos mais sentimentos a sério e isso é pior que banalizar o casamento ou o companheirismo. Também acho que muita gente, ao se casar, acredita que encontrou o príncipe/princesa encantado(a) e será feliz para sempre, mas ninguém conta para nós o que é o “felizes para sempre”. Ninguém diz que, depois que se junta os trapinhos, as pessoas têm que agüentar os gênios uma da outra, que alguns dias temos vontade de jogar o nosso companheiro pela janela ou mandar tudo às favas. E que temos que agüentar porque a vida também é feita de dias nublados e não só de céu azul com arco-íris (alias, para este existir, temos que ter a chuva, não é mesmo?). O problema, em minha opinião, é que vivemos, hoje em dia, como reféns dos nossos egos.

Mas também acho que, algumas vezes, nos enganamos e temos que ter a opção de recomeçar, se assim for o melhor para nós. Acho que tem que existir um “way out”. Ninguém deveria ser obrigado a comer uma maça podre para o resto da sua vida. Concordo com o que a Ana Kolb disse: “decidir o rumo da sua vida, a capacidade de cometermos erros e podermos aprender através deles e passarmos a frente, e onde o respeito o amor e o cuidado, possam ser a base da sociedade e da família, deveria ser o mínimo”.

Bom, meninas, espero ter clarificado alguns pontos, em especial, meus pontos de vista!

@Lila, eu concordo com você quando diz sobre olharmos o mundo com nossos próprios olhos e, ao fazer isso, algumas coisas nos parecem chocantes. Acredito que todos olhamos o mundo através das nossas próprias lentes individuais e aquilo que pode parecer estranho para mim pode ser normal para outra pessoa. O problema, em minha opinião, é quando você não deixa que as pessoas cometam erros e é o que acontece nessa sociedade. Como mencionei, 26% da população vive abaixo da linha da pobreza e, se você não tem comida na mesa, cultura e educação, infelizmente, não são prioridades…

@Karla, acho complicadíssimo viver de ilusões, mas isso acontece com muita gente, independe da nacionalidade, não é mesmo? 😉 Em relação ao casamento, sempre digo que “para sempre” só em tatuagem. Para todo o demais, quero ter uma opção! Haha!

Um beijo para todas!

Resposta
Bi Outubro 18, 2013 at 9:14 pm

Eu ja trabalhei com filipinos e, realmente conceito de familia e respeito (só ser for no país deles), pq fora eles realmente se soltam, a grande maioria deles são casados e muitos mantem relações extraconjugais, um chegou uma vez a falar: -“casado só no meu país, aqui eu sou solteiro”… Então sinceramente, eu respeito as culturas mas acho que essa questão de casamento, fidelidade é a mesma em qualquer lugar do mundo, por mais que existam as leis. Eu acho triste, imagina só voce casar com uma pessoa e se voce for infeliz? Vai ficar preso pelo resto da vida, ou fazer com muitos fazem viver de aventuras?
Adorei o texto Tati…

Resposta
Tati Sato Outubro 21, 2013 at 3:48 am

Oi Bi!!! Obrigada pelo elogio!!!

Sabe, acho essa hipocrisia muito triste… Se eles fossem, ao menos, honestos uns com os outros, acharia justo, mas não é o que acontece. E isso é o mais triste!

Acho a saída necessária… Vejo muitos casamentos falidos por lá, casais que já são desconhecidos. E acho que isso acaba por se transformar em falta de respeito. E respeito é fundamental em qualquer relacionamento!

Beijos

Resposta
Jose Domingos Janeiro 10, 2014 at 1:39 pm

Olá Tati ,

Achei bastante interessante o artigo , eu sou angolano e estou planejando viver nas Filipinas . Mas , tenho uma preocupação : sou solteiro e queria tentar minha sorte localmente . O problema é que na maioria dos sites que leio , sobre as Filipinas , dizem que as mulheres Filipinas dificilmente se casam com negros , gostaria saber até que ponto isto é verdade .

Resposta
Tati Sato Março 5, 2014 at 5:47 pm

Oi José, tudo bom? Desculpe pelo atraso em responder ao seu comentário.

Eu não gosto de generalizar, mas sei que os filipinos, assim como os asiáticos de forma geral, valorizam a pele branca. Acredito, particularmente, que isso seja conseqüência da colonização branca, de uma idéia que foi imposta há séculos de que os caucasianos eram melhores que outra raça… Não é uma desculpa mas sim como enxergo esse país (e muitos outros, inclusive o meu querido Brasil).

Desconheço estatísticas, mas já vi mulheres filipinas com negros. =)

Um beijo!

Resposta
Aline Junho 6, 2016 at 6:02 am

Tati, olá eu conheci um filipino casado com uma filipina, hj moram nos Estados Unidos e derrepente ouve um clima entre nós por distância, sou Brasileira estilo cor do pecado, cabelos cacheados de mistura de raças dos pais. A famosa mulata brasileira. Então dai ele gostou achou bonita se encantou e disse:” Quem dera se podessemos nos ver, já estaria nos seus braço” dai pensei poxa,casado e com essa imensa vontade de ter relações extra conjugal, e tem dois filhos uma adolescente e um menino de uns 12 anos. Caramba realmente é verdade sobre isso. Abraços!!!

Resposta
Zezito Julho 18, 2018 at 7:19 am

Os asiáticos preferirem pele branca por influência dos brancos europeus não tem correlação alguma. No Japão isso sempre existiu, tanto que as gueixas passavam pó de arroz no rosto para ficarem mais bonitas para os padrões japoneses, antes de Jesus Cirsto nascer. Esse padrão de beleza veio da China, na China é a mesma coisa. Isso acontecia porque antigamente ter a pele branca era simbolo de status, mostrava que vc não era um trabalhador braçal e tomava sol o dia todo. Além do fato da aristocracia japonesa e chinesa terem a pele branca, pois em ambos países há pessoas de pele branca e mais escura.

Resposta
Luana Março 17, 2014 at 1:09 pm

Oi Tati, mto bom o que vc escreveu e como vc escreveu, claro e objetivo…vc está morando nas Filipinas?? Se puder, me manda seu email ou me manda um email porque estou precisando de ajuda com algumas coisas q nao entendo nesse país e estou num relacionamento de mais de 1 ano com um filipino. Se puder me ajudar fico muito grata. Abraços.

Resposta
Tati Sato Março 18, 2014 at 9:35 am

Oi Luana, tudo bom? Eu moro nas Filipinas há três anos e ainda estou me ajustando ao lugar! =) Hehe! Meu e-mail é [email protected] e pode enviar as perguntas que respondo quando puder!

Sobre relacionamentos com filipinos, embora nunca estive em um, uma amiga disse que, no caso das mulheres, precisamos nos ajustar. Isso é, para se casar com um filipino, precisamos nos tornar filipinas. Adotar a cultura, aprender a cozinhar a comida deles e nos vestir como elas. Eu não sei o quão isso é verdade, mas percebi que é o que aconteceu no caso de algumas conhecidas minhas.

Um beijo!

Resposta
Daniela Dezembro 5, 2014 at 11:57 pm

Boa Noite Tati,
Me chamo Daniela Sou de Brasilia, e tem 4 meses que converso com um filipino, a princípio nem sabia que existia essa cidade no mapa, depois de pesquisas concluir que é um lugar muito lindo, com ilhas misteriosas, mas muito belo, enfim, estou conhecendo um rapaz que mora em roxas city, e já sei muita coisa sobre ele, como por exemplo, que ele está em processo de divórcio, não sei quanto tempo leva para uma pessoa se divorciar, a gente esta combinando de nos vermos ai em 2015, ele quer me levar a Boracay (muito linda a ilha) ele me aparenta ser romantico, muito família e ja disse que me ama, estou confusa, ele me trata como se eu fosse sua namorada. Tati me ajuda como são os filipinos? Um colega meu encheu minha cabeça de besteiras, falando que eles prendem as mulheres e as mantém como se fosse numa especie de carcere privado, Eu sei eu já te mandei email, te achei no facebook, mil desculpas por todas essas mensagens, mas estou gostando muito dele, e tenho muitas duvidas se voce puder me ajudar.

Resposta
Tati Sato Dezembro 6, 2014 at 2:06 pm

Oi Daniela, como eu digo para todas as pessoas, nunca me interfiro em relacionamento algum porque cada um é único e cada pessoa deve saber onde se mete. O que você precisa entender é que NÃO EXISTE DIVÓRCIO nas Filipinas. Quando um estrangeiro casa com um filipino, existe uma saída, na qual o estrangeiro pode pedir o divórcio, mas, de uma forma bizarra, o filipino se manterá casado. Aqui, a única opção, é a ANULAÇÃO do casamento e esse processo, além de caro, leva anos para ser finalizado. Tenho um amigo cuja namorada/noiva entrou com o processo contra o ex-marido (e eles se separaram de forma tranquila) há mais de quatro anos e não tenho certeza se o processo foi finalizado. Então, se um filipino disser que está se divorciando, consequentemente, ele está mentindo.

Como em qualquer país, Daniela, existem casos de abuso contra mulheres. Eu nunca namorei um filipino; a verdade é que tenho poucos amigos filipinos. Mas o filipino, de forma geral, é muito grudado na família. E quando digo família, não é só a esposa e os filhos, mas os pais, os avós, os tios, os primos e todos aqueles que chamaríamos de parentes. A estrutura da família filipina é de clã e todos têm opinião na vida de todos – aqui, a hierarquia tem muito valor.

Eu não posso dizer o que você deve ou não fazer. Posso ajudar com fatos, mas tem muita coisa que eu desconheço e, como já disse, não me meto em relacionamentos de outras pessoas. O que acho é que você deve conhecer primeiro o país e a pessoa antes de se mudar porque, ainda que as Filipinas tenham lugares incríveis para se conhecer, o país é muito pobre e a realidade, para a maior parte dos filipinos, é bastante dura.

Boa sorte!

Resposta
Odair josé Janeiro 10, 2015 at 3:19 am

Ola ! tenho uma relacionamento amorosa com uma senhora Filipinas de 2 anos.. conversamos e nos vemos todos os dias pela rede social ,detalhe ela é separada do marido ,ele tem outra mulher e por questões de pobreza ela mora na casa dos pais dele com os dois filhos. esse ano de 2015 estou indo buscar minha filipina para morar comigo no Brasil. ela vem como turista e precisaremos amorosamente fazer nosso filho ou filha, com isso podemos ser felizes por aqui. ” PRECISO DE OPINIÃO PARA MEU CASO” Obrigado!

Resposta
Tati Sato Janeiro 11, 2015 at 9:00 pm

Olá Odair,

Antes de qualquer coisa, vou dizer o que sempre digo quando me perguntam sobre relacionamentos com filipinos: 01-) eu nunca tive um e, portanto, não conheço como eles são; 02-) não dou opinião sobre relacionamentos porque cada um é único e somente os envolvidos sabem onde o sapato aperta.

A SEPARAÇÃO existe nas Filipinas, mas isso significa somente que a pessoa e seu cônjuge moram em lugares diferentes; legalmente, os dois continuam casados. A ANULAÇÃO é um processo demorado e muito caro – acredito (pelo pouco que li online já que não encontrei muita informação disponível) que ele custe mais de PHP 100K (cem mil pesos, o que seria algo em torno de R$ 5,000.00) e, dependendo da influência da família ou quanto mais foi pago, ele dura, no mínimo, quatro anos.

Quanto às questões legais de você entrar com um estrangeiro no Brasil com visto de turista, desconheço quaisquer informações que possam ser úteis. Acho que seria mais propício você buscar auxílio do consulado ou da Embaixada porque, se ela já tem dois filhos de outro casamento, para eles irem morar com ela no Brasil, precisarão de, no mínimo, autorização do pai.

Boa sorte!

Resposta
Odair josé Janeiro 14, 2015 at 3:11 am

Olá boa noite e obrigado por seu comentário! ela vem sozinha os filhos iram ficar com os avós paternos… quanto ao valor da anulação pago a té mais do valor,pois amo minha Filipina…. xau

Resposta
Tati Sato Janeiro 15, 2015 at 1:02 pm

Boa sorte!

Resposta
Odair Janeiro 17, 2015 at 9:23 pm

Ola! houve uma mudança de plano em relação ao meu relacionamento com minha Filipina. estou viajando em Maio para Manila a pedido de sua família. pergunto se posso compartilhar minha viagem e historia de amor em seu Blog. xau amiga..!

Tati Sato Janeiro 18, 2015 at 3:56 pm

Antes que você venha, sugiro que você entre em contato com os membros dessa comunidade no FB e pergunte a eles o que acham da sua situação: https://www.facebook.com/groups/ExpatsinthePhilippines/

Como eu disse, não dou palpite sobre relacionamentos.

danylli Março 23, 2015 at 4:41 pm

Muito interessante. É com se fosse o exagero do Brasil. Rsrsr

Resposta
Tati Sato Março 26, 2015 at 3:50 am

Oi Danylli! Obrigada pelo comentário! Sabe que essa é minha impressão, muitas vezes? Haha! Há brasileiros que dizem “só podia ser filipino” ou “isso é coisa de filipino”, mas não! É como o Brasil, ao cubo! Haha! Um beijo

Resposta
Wellington Horta Junior Abril 13, 2015 at 4:57 pm

Considero as brasileiras as mais lindas do mundo pela mistura de raças que acentuam características herdadas. Mas as filipinas tem uma beleza que vai além da aparência, realmente é como brasileiros ao “cubo”. A humildade que mais me chama atenção. Mas comer comida doce é muito estranho 😀

Resposta
Tati Sato Abril 20, 2015 at 8:14 am

Oi Wellington. Desculpa o atraso em responder a sua mensagem – eu fiquei matutando sobre ela! 😉 Acho que tudo depende do ponto de vista… No meu quinto ano aqui, ainda não sei se é humildade ou submissão. Conheço muitos filipinos, no entanto, que não são assim: eles falam mesmo! =)
Acho que a mulher filipina é bastante esperta e sabe levar o homem de uma forma que nós, mulheres ocidentais, desaprendemos… Sempre ouvi que os homens são a cabeça da família, mas as mulheres são os pescoços: eles olham para o que elas querem. Mas há anos não é mais assim, não é mesmo? Aqui, acho que elas continuam sendo. Uma atitude bem esperta, acho! 😉
A comida… Bem, há coisas ótimas e outras nem tanto… Já escrevi sobre isso, mas logo mais vou escrever outro post sobre o que eu gosto, o que não gosto e o que nunca vou provar! Hehe! Fica atento!
Beijos!

Resposta
Wellington Horta Junior Abril 25, 2015 at 8:35 pm

Estarei atento esperando o seu post sobre comida.
Sobre a atitude delas acho também bem esperta. Se todos lembrassem que Deus criou a mulher como complemento do homem e não um adversário, seriam mais felizes como casal. Nenhum é melhor que o outro, mas juntos conseguem ser melhor do que um só, as qualidades que faltam em um o outro complementa e vice-versa.
Espero um dia ter a oportunidade de visitar as Filipinas e região até China.
Obrigado pela resposta.
Fica com Deus.
Beijos.

Resposta
Tati Sato Abril 28, 2015 at 1:15 pm

Obrigada pelo carinho, Wellington!

Resposta
flavio Setembro 4, 2015 at 11:31 am

faz 5 anos que me separei de uma pessoa de cidadania filipina ! gostaria que me informasse quais os procedimentos para uma anulação de casamento

Resposta
Tati Sato Setembro 6, 2015 at 10:11 pm

Flávio, acredito que o melhor seria você entrar em contato com um advogado. Infelizmente, esse tipo de expertise eu não tenho. Boa sorte!

Resposta
akira Maio 3, 2016 at 2:02 pm

Boa noite a todos ..!!!
me chamo Akira é namoro com um Filipina a uns 2 anos.
Gostaria de saber porque quando vai sair passear ou fazer compras tem que levar toda a família ???? e se eu for ficar 1 semana lá em Manila eu terei que levar a família comigo essa semana inteira ???? será que isso é justo???? Muito obrigado e parabéns pelo blog ..!!!!

Resposta
Tati Sato Maio 5, 2016 at 10:36 pm

Olá Akira, obrigada por acompanhar o blog.
Os filipinos são bastante apegados a família sim e, muitas vezes, em uma relação, a família se envolve e se sente livre para pedir dinheiro, por exemplo. Mas são diferenças culturais e isso deve ser conversado entre você e sua parceira, não concorda? Cada relacionamento é único e somente as partes envolvidas podem dar opinião sobre o assunto.

Resposta
joão pedro Maio 14, 2016 at 8:39 pm

tenho uma amiga que mora nas filipinas, tem dois filhos mas não tem marido,a justiça não obriga o pai dar assistencia aos filhos?….

Resposta
Tati Sato Maio 17, 2016 at 5:58 am

Bom dia, João Pedro:

Infelizmente, eu não sei. Aconselharia sua amiga a buscar o conselho de um advogado para esses casos.

Atenciosamente,

Tati

Resposta
Bryan Maio 17, 2016 at 7:30 am

Eu sou casado com um Filipino, no começo do relacionamento tudo era incrível até nos casarmos e o ciumes e posse por parte dele tornarem-se insuportaveis, foi então que ele me contou que nas Filipinas não existe divórcio. Me f…. pois temo pelo meu bem estar e da minha família já que ele fica louco quando toco no assunto divórcio.

Resposta
Daiane Bernardo Junho 12, 2016 at 1:48 pm

Ola! Meu amigo é da Polônia e a moça é filipina, ele se casou lá com ela em 2011. 2 anos sem a ver, ele quer o divórcio mas ela continua a dizer que o ama. Existe ou não a possibilidade do divórcio? E se precisa de um advogado, precisaria de um do país dele com procuração ou um das Filipinas?
Desde já obrigada!

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Jair Julho 1, 2016 at 9:35 pm

Gostaria de saber o valor do dinheiro filipino com relação ao real brasileiro

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Tati Sato Julho 4, 2016 at 11:00 pm

Olá Jair,

A variação cambial é bastante flutuante. Assim que recomendo você a consultar o site Oanda que contém informações atualizadas.

Um abraço!

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Jorge Agosto 30, 2016 at 8:51 pm

Realmente as Filipinas é um país muitas vezes bastante diferente e parecido com o Brasil. Tenho muitos amigos filipinos. Sempre que conheço algum novo eles logo perguntam. Você estuda ou trabalha? Gostaria de saber por que eles sempre perguntam isso. E a família filipina parece a principio mais unida que a brasileira, fiquei impressionado quando um amigo filipino disse que ajudava seu irmão mais novo pagar a sua faculdade, nunca vi isso aqui no Brasil, geralmente tarefa unica e exclusiva dos pais. Vejo também que eles tem o costume de dormirem juntos não apenas 2 ou 3 mas muitos. Gostaria que você falasse mais sobre a família e a amizade filipina eles parecem ser muito carinhosos e atenciosos uns com os outros.

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Tati Sato Setembro 6, 2016 at 4:47 pm

Olá Jorge, tudo bom? Obrigada pelo comentário.
Infelizmente, não vivo mais nas Filipinas e, por tanto, não escrevo mais sobre o país. Mesmo que vivesse, escrever sobre relações humanas é muito complicado porque há inúmeras variantes e, seguramente, não conseguiria escrever um bom texto sobre isso. Isso é, da mesma forma que aquele que ganha mais dinheiro na família é responsável pelo sustento da mesma – seja pai ou filhos – e eles sejam muito próximos à família, pode existir bastante hipocrisia.
Toco em assuntos de relacionamentos em vários dos meus textos passados. Nesse texto de Natal http://www.brasileiraspelomundo.com/especial-natal-filipinas-32173309, por exemplo, o tema é mencionado.
Fica ligado que sempre tem novidades interessantes por aqui!

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Vivi Agosto 31, 2016 at 10:54 pm

Tati, boa noite!

Estou sempre por aqui pelo site e amo ler Z histórias de todas as blogueiras, a cultura dos países e as mais variadas formas de ser viver por esse mundão.
Depois de muitos textos lidos, me bateu uma curiosidade.

Já li por aí, relatos que há muitas mulheres filipinas que imigram para diversos países nórdicos e também na Austrália.
Como essas mulheres conseguem imigrar com essa facilidade? Já pesquisei sobre imigração para alguns países e sempre recebo a resposta de que preciso ter um bom currículo, uma excelente formacao académica, caso eu queira conseguir visto de permanência para trabalhar. E no caso das filipinas?!? Só imigram as mais “estudadas”????beijos e adorei o artigo!

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Diego Janeiro 3, 2019 at 3:38 am

Enquanto tais países sofrem dessa forte influência religiosa no Oriente é o contrário que está acontecendo. Aos meus olhos, confesso que tal rigidez imposta pela religião poderia, à princípio, ser revista. Por outro lado, o exemplo dado no final do texto do taxista que tem 20 filhos, ainda que a trancos e barrancos e tendo a visão de que uma de suas filhas irá se casar com um estrangeiro e o mesmo irá cuidar dele e do resto da família – o que por si só eu acho um absurdo -, mostra que essa influência religiosa que faz com que as pessoas busquem logo matrimônio e a obrigação de ter filhos pra que tenham respeito na sociedade é o que fará com que tal cultura se perpetue no mundo. Enquanto as famílias no Ocidente têm poucos filhos, parte dos asiáticos, árabes muçulmanos e africanos, tanto muçulmanos como não muçulmanos são o contrário. Logo, irão dominar boa parte do mundo pela explosão demográfica, e aquele papo de “diversidade” irá pro ralo!

Enfim, é irônico como culturas e sociedades consideradas mais ricas e estáveis tendem a ter menos filhos e culturas e sociedades mais deficitárias fazem um baby boom elevado. No final das contas, o jogo irá virar e não consigo achar que isso seja algo positivo, pois por um lado uma cultura próspera poderá ser extinta, e por outro lado uma cultura repleta de pobreza só aumentará ainda mais essa pobreza, já que o ideal seria rolar uma boa administração da sociedade e parece que não é o que ocorre.

Pra complemento, já vi alguns vídeos de estrangeiros visitando as Filipinas e, a exemplo do que foi dito na matéria sobre filipinas que se casam com estrangeiros, elas obtiveram a fama de gold diggers, com muitas dando preferência a se relacionarem com homens estrangeiros – principalmente americanos brancos – tanto por acharem que eles são pessoas com muito dinheiro e que irão tirá-las da pobreza como até por um meio de auto-racismo, já que muitas mulheres filipinas querem se unir a um homem branco por querer que seus filhos possam nascer parecidos com o pai. Escrevi isso baseado em vídeos que vi pelo YouTube e vários comentários acerca deles.

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