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Cinco coisas que você DEVE saber antes de mudar de país

Cinco coisas que você DEVE saber antes de mudar de país.

Desde os anos 1950, mas principalmente nos anos 1980 e 1990, muitos brasileiros e brasileiras deixaram o Brasil e foram viver em outros países. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil chegou a estimar em 4 milhões o número de brasileiros e brasileiras vivendo fora do Brasil. Muitos brasileiros voltaram a morar no Brasil e, atualmente, o número de brasileiros “fora de casa” é de, mais ou menos, 3 milhões. Mas muitos outros brasileiros ainda continuam em busca de um outro país para chamar de “minha casa”.

Deixar o Brasil para ir viver num outro país é uma realidade que está presente na vida de muitos brasileiros e de suas famílias. Com o aumento das comunicações, com a redução dos custos dos transportes e um maior acesso à informação promovido também pela internet, vários brasileiros têm pensado em tentar a vida em outro país, por vários motivos.

Mas mudar de país vai exigir de cada um que se adapte. Sim, isso mesmo! Capacidade de se adaptar é muito importante! E a adaptação de uma pessoa num país diferente do seu vai depender de diversos aspectos individuais (e também coletivos) prévios tais como as características da personalidade, as condições sociais, a cultura, etc, existentes antes da migração. Os motivos que levam uma pessoa a mudar de país também poderão influenciar no processo de adaptação da pessoa em outro país.

Leia também: a vida de expatriada me trouxe uma depressão horrível

Mas existem algumas coisas que toda pessoa que pensa um dia em emigrar deve saber antes de partir.

1 – Cada pessoa que emigra carrega consigo uma história pessoal e uma cultura próprias. O que você aprendeu na sua vida desde pequenininho pode não ser do mesmo jeito, nem funcionar do mesmo jeito no outro país para onde você pensa em se mudar. Isso é parte da CULTURA, que não é estática. Nós construímos e somos construídos pela nossa cultura. A cultura do outro não é melhor nem pior, é apenas diferente da sua. Se você pensa em sair do seu cantinho, seja paciente, tolerante, respeite e não queira mudar as regras da “casa” alheia. Você também quer ser respeitado, não é mesmo?

2 – Toda pessoa que emigra deixa o seu espaço conhecido e vai de encontro a um novo espaço. Isso inclui realmente TUDO na vida que você leva no país em que nasceu e na vida que levará no país no qual você pretende morar. Por “mais parecido” que possa ser o país de destino, sempre haverá diferenças culturais. Aprenda isso! Você terá que aprender muitas coisas novas, como funcionam e até mudar alguns hábitos se quiser se adaptar.

3 – Toda pessoa que se torna imigrante em outro país vai passar por um processo de adaptação que se chama aculturação. TODOS os imigrantes passam por isso. Aculturação é o nome dado ao processo em que você aprende uma nova cultura diferente da sua, daquela em que você nasceu e cresceu. É um processo bilateral, que ocorre lentamente e em ambas as culturas.

Mas… então isso pode causar algum problema? Depende…

E… de quê?

4 – Depende de “COMO” você vai vivenciar esse processo. De acordo com psicólogo americano John W. Berry, a aculturação acontece de quatro modos que são:

Marginalização: acontece quando o imigrante perde a sua identidade cultural e não tem o direito de participar no funcionamento da sociedade dominante por práticas discriminatórias. Sentimento de exclusão já é mau no seu próprio país, imagina se você estiver vivendo num país diferente daquele em que você nasceu, sem a sua família, sem os seus amigos e todos aqueles que te davam apoio quando você precisava…

Leia também: tudo que você precisa saber para morar em Portugal

Assimilação: o imigrante abandona a sua própria identidade cultural em favor da comunidade dominante ou seja, deixa de lado quem ele é para tentar se adaptar à nova realidade. Também não é bom…

Separação: o imigrante opta por não estabelecer relações com a comunidade dominante com o objetivo de preservar a sua identidade cultural. Por exemplo, sabe aquela pessoa que só fala bem e só se relaciona com pessoas do seu próprio país? Aquele que nem tenta conviver com as pessoas e coisas boas que o novo país de residência possam oferecer? Seja aberto ao novo!

Integração: o indivíduo mantém parcialmente a sua identidade cultural e participa mais ou menos ativamente na nova sociedade. Neste tipo de aculturação a pessoa mantém alguns hábitos e costumes da sua cultura de origem e participa da nova cultura, introduzindo alguns hábitos e participando mais ou menos ativamente da sociedade de acolhimento. Este é o modelo mais favorável dos modos de aculturação.

As mudanças causam estresse e a aculturação pode causar algum estresse. O nível de estresse varia de pessoa para pessoa e depende também de diversos fatores existentes antes e depois da mudança de país.

O psicológo John Berry também diz que a aculturação traz consequências psicológicas a longo prazo que são muito variáveis de pessoa para pessoa, dependendo de vários fatores pessoais e sociais existentes antes da migração, tanto da sociedade de origem como da sociedade de acolhimento e também das características biológicas, psicológicas e sociais individuais que existiam antes do processo de aculturação e que surgem durante o mesmo.

E, claro, os cidadãos nacionais do novo país de residência e também as políticas relativamente aos imigrantes vão desempenhar um papel importante no processo de adaptação e aculturação dos imigrantes.

5 – Muitas pessoas, quando tem um problema, pensam que vão conseguir resolvê-lo mudando de país. Mas, gente, em todos os lugares desse nosso planeta terra existem coisas boas ou ruins. Cada pessoa tem suas crenças, seus valores e expectativas e, dependendo do motivo que leva uma pessoa a emigrar, ela só vai mudar o problema de lugar. E ainda ter que se adaptar ao desconhecido.

Portanto, se você pensa em emigrar, pense muito bem! Se você acha que está ruim morar onde mora porque “a grama do vizinho é sempre mais verde”, esqueça. Mudar de país é um processo complexo que afeta não só quem emigra mas também todos os que ficam. Antes de mudar de país, conheça o real motivo da sua vontade de mudança e ponha numa balança os prós e os contras. Leia e se informe bastante sobre as condições do país para onde pensa em se mudar. Se quer mesmo mudar de país, faça-o com consciência. E lembre-se, passear pelo país de férias é bem diferente de morar lá.

Uma migração internacional nem sempre é solução para alguns problemas das pessoas. A nossa vida diária envolve um conjunto de fatores pessoais e familiares, biológicos, psicológicos, sociais, culturais e também políticos. Tudo bem equilibrado fará com que uma pessoa viva bem num país ou em outro. Afinal, o que todo mundo quer é viver bem, não é mesmo? Mas… o que é viver bem para você? Já pensou nisso?

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40 comentários

Juliana Silva Fevereiro 2, 2015 at 11:50 am

Parabéns pelo texto Lyria!!! Muito bem dito… muitos brasileiros acham que é muit fácil mudar de país e começar uma vida em um lugar diferente… mas é preciso estar disposto a enfrentar tudo o que virá de novo pela frente… um apredinzado espetacular!!!

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 2, 2015 at 10:46 pm

Muito obrigada Juliana! 🙂
É isso mesmo, muita força de vontade e boa disposição para enfrentar!

Resposta
Ludmilla Fevereiro 2, 2015 at 3:52 pm

Obrigada pelo seu texto Lyria. Vou me casar com um estrangeiro e morar no país dele. Já conheço o lugar e a família. Fui muito bem recebida. Mas é como vc escreveu, morar é bem diferente. Aculturação é um tema que nao tem jeito, qualquer que mudar de país vai passar por isso. E seu texto me ajudou a lembrar disso, que entender bem como reagir a essas mudanças é um grande diferencial, pois se alguém fica a espera de que tudo seja favorável e confortável para ele mesmo, não haverá mudanças, os problemas vão sempre continuar, e vida será sempre igual, nao importa onde se esteja.

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 2, 2015 at 10:49 pm

Olá Ludmilla,
Muito obrigada!
Cada um ajudando o outro a superar as dificuldades, não só da adaptação ao casamento mas também da sua adaptação ao novo país.
Desejo que sejam felizes! 🙂

Resposta
Ana Cristina Kolb Fevereiro 2, 2015 at 4:03 pm

Lyria arrebentou amiga! Que texto fantastico! Parabens! e assino embaixo, o que as pessoas nao pensam é o status Quo de emigrante assim como os deficits com os quais recomeçamos a vida em outro pais sao enormes e se voce em dificuldade de achar seu “lugar ao sol” em “casa”, imagina na casa dos outros? Adorei! Namasté 🙂

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 2, 2015 at 10:50 pm

Muito obrigada Ana! 🙂

Resposta
Ilma Madureira Fevereiro 2, 2015 at 7:08 pm

Muito bem escrito. Embora nao tenha o desejo de imigrar para algum país – meu desejo é passar o tempo regulamentar e voltar para meu país – é bom deixar claro o que é mudar definitivamente para outro país. Envolve tudo isso que voce postou. Nao é uma coisa “mágica”.
Parabéns pelo texto e eu vou continuar viajando e sempre que puder ficar mais tempo nos lugares e depois retornar para o Brasil.

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 2, 2015 at 10:51 pm

Muito obrigada Ilma,
Aproveite as suas temporadas de viagem pelo mundo. Vale muito a pena!

Resposta
Rê Regina Barbosa Fevereiro 2, 2015 at 8:44 pm

Excelente Lyria, belo e verdadeiro texto .O mais difícil é esse saber equilibrar os Prós e os Contras da imigração, dentro das expectativas de vida e necessidade de viver de cada um !

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 2, 2015 at 11:02 pm

Muito obrigada Regina! 🙂
Pois é, auto-conhecimento e equilibrar prós e contras é muito importante para decidir por uma migração internacional.

Resposta
Maria das Graças Vilas Boas Fevereiro 3, 2015 at 8:30 pm

Excelente texto, morei fora para fazer especialização, enquanto estudava tudo bem, pensei em permanecer lá, mas….escolhi voltar para o Brasil depois de quase três anos E.U.A e com green card. Valeu a experiência, conhecimento. Sou mais eu por aqui, acho que a forma de lidar com as dificuldades é melhor, e o ser feliz é mais integrativo.

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 3, 2015 at 10:16 pm

Muito obrigada Maria das Graças!

Resposta
Cristina Fevereiro 15, 2015 at 1:56 am

Amei o seu texto Lyria. Principalmente quando no final você pergunta: O que é viver bem, para você?
E me pergunto. O que é viver bem para mim?
Daí me respondo: Viver bem para mim, é não viver com medo… viver bem para mim, é ter no mínimo ruas limpas,calçadas, em que eu possa andar sem me deparar com animais soltos e seus excrementos na rua… ou mesmo ser assaltada… Viver bem para mim, é não me sentir impotente por não poder fazer nada, quando ligo a tv e vejo os noticiários sobre corrupção e mais corrupção, e saber que tudo vai acabar em “pizza” mais uma vez. Que os que detém o poder estão cada vez mais ricos e nós cada vez mais pobres…
Estou cansada de viver num país onde a corrupção e o medo impera…
Moro num dos piores estados do país, onde a violência é desenfreada, e sou testemunha disso, pois já fui assaltada na minha própria casa duas vezes…
Da educação nem falo…
Portanto, quero viver… e sem medo…
Estou pensando seriamente em ir embora do Brasil! Ainda tenho muitas dúvidas sobre como fazer isso, mas a ideia permanece forte e firme a cada dia.

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 15, 2015 at 11:26 am

Olá Cristina!
Muito obrigada pelo comentário! 🙂
Que chato isso que aconteceu com você. Infelizmente muitas pessoas tem passado por isso no Brasil.
Sobre migrar: informe-se bastante sobre o tema, sobre os países e saiba que em todos os lugares existem coisas boas e ruins.
Aqui no Brasileiraspelomundo você pode ter grande informação sobre vários países no mundo sob o olhar de mulheres brasileiras.
Se decidir em deixar o Brasil, que seja “com os pés no chão” 🙂
E seja sempre feliz! boa sorte!

Resposta
Paulo Bites Maio 13, 2016 at 1:01 pm

Parabéns pelo post e gostaria apenas de ajudar a amiga Cristina. Eu vivia a mesma indignação que você e devido a essa indignação busquei todas as informações possíveis para tentar a vida fora do país, em dezembro de 2015 legalmente documentado e com o SSN comecei minha “nova vida” em San Francisco – CA cidade considerada boa para se viver e trabalhar, no início ficamos maravilhados com pontos que julgamos sofrer no Brasil como citou fezes de cachorro, ruas esburacadas e assaltos até você sair da visão “Turista” de quem só vem de férias e conhece só os melhores locais da cidade e pelo fato de ser pontos turísticos óbvio que devem sempre ser bem cuidado, vivendo e morando você passa a ver tudo sua visão passa a ser macro e começamos a enxergar TUDO e por isso te digo não migre achando que tudo que falou é exclusividade do Brasil, nos EUA existem tantos ou mais mendigos que no Brasil, em San Francisco os Homeless “Mendigos” estão por toda parte e pior do que ver fezes de cachorro é ter que andar desviando de fazes humanas porque eles fazem tudo a céu aberto e em ruas movimentadas de SF, da mesma forma são os assaltos, furtos e estupros que acontecem diariamente e talvez em maior número que em muitas cidades Brasileiras. Não quero aqui de maneira alguma formar opniões ou por medo em alguns, deixo apenas minha experiência vivida de 6 meses em SF e que mudou muito minha opinião sobre nosso país que independente de todas as mazelas ainda é o melhor do mundo em todos os aspectos: calor humano, humanidade, nossa comida, alegria contagiante, educação e acima de tudo aqui ainda podemos ter momentos de lazer mesmo trabalhando muito o que não acontece por exemplo nos EUA onde vi pessoas trabalhando até 14 horas por dia simplesmente pensando nos dólares e em seguida ficar de cama doente pelos excessos. Enfim mude por algo individual, por alguma vontade de evoluir pessoalmente adquirindo uma nova cultura, aprendendo uma nova língua ou simplesmente para descansar mas não migre achando que existe um lugar perfeito sem tudo que citou porque não existe.

Resposta
oskar Fevereiro 21, 2015 at 3:42 pm

Olá
Muito esclarecedor o texto, faltou ainda ressaltar um fator que pode incomodar a muitos, mas é igualmente importante: O fenótipo. Este fator interfere em muito na integração do brasileiro. Existe um estereótipo brasileiro no exterior que caracteriza um brasileiro folclórico, e uma brasileira, digamos, com pouca seriedade. A doutora que escreveu este artigo passaria bem por portuguesa, portanto de alguma maneira pôde contornar a situação. Mas para brasileiros que pretendam emigrar é necessário alertar sobre o que os espera, principalmente se não possuírem raízes familiares ou simplesmente aparência física similar ao país que escolham.

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 25, 2015 at 10:46 am

Olá Oskar,
Obrigada pelo comentário. Só para esclarecer, este texto não é uma opinião pessoal e é baseado em estudos científicos sobre os processos de adaptação em contexto migratório.
Quanto aos conceitos, o fenótipo é um conceito mais usado em biologia e são as características externas observáveis dadas pelo genótipo ou seja, como o genótipo se manifesta. Quanto aos estereótipos são uma ideia pré-formada, normalmente baseada em pouca informação ou desconhecimento sobre a realidade, que leva a preconceitos e discriminação.
Nós não precisamos (e nem devemos) ser todos iguais para sermos aceitos em sociedade. A sociedade é que tem que aprender a lidar com a diferença e a respeitá-la. Conhece a campanha portuguesa, “todos diferentes, todos iguais”? Não é nova mas é sempre bom lembrar! 🙂

Resposta
Fabio Santos Fevereiro 24, 2015 at 4:27 pm

Seus textos são muito bons, tenho uma dúvida, sou empresario da área de informática, gostaria de abrir uma empresa ai, na verdade uma filial. e claro ir embora dessa republica de bananas chamada Brasil.
Aonde posso obter informações sobre isso?

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 25, 2015 at 10:50 am

Olá Fabio,
Muito obrigada pelo comentário.
Sugiro que você pesquise antes o mercado e os tipos de visto possíveis. Não conheço informações específicas sobre o que pergunta.
Boa sorte!

Resposta
Thiago Pereira Março 2, 2015 at 4:33 pm

Olá Lyria.
Seus post são muito revelantes para pessoas que pretendem tentar a vida em Portugal.
Sou formado em Marketing e tenho pós graduação em gestão de planos de saúde.
Atualmente trabalho em uma grande cooperativa médica no Brasil, e quero permanecer neste ramo ai em Portugal.
Gostaria muito das suas considerações. Se possível, até mesmo por e-mail, pois tenho muitas dúvidas.
Desde já agradeço e deixo e-mail
[email protected]

Resposta
Lyria Reis Março 3, 2015 at 11:47 am

Olá Thiago,
Se você tem emprego e uma vida estável, na minha singela opinião, fica quietinho onde está. 🙂
Se você tiver um contrato de trabalho em outro país, faça a mudança. Caso contrário, como eu já escrevi no post, você vai ter que recomeçar a sua vida do zero. Zero mesmo, reconhecer diploma, fazer amigos, procurar emprego, raramente poderá trabalhar na sua área, etc e esse processo pode demorar anos!
Mas, claro, cada caso é um caso.
Boa sorte!

Resposta
Rebecca Junho 8, 2015 at 5:36 pm

Olá Lyria,
Muito bom seu texto! Também sou formada em odontologia e gostaria de saber como está o mercado de trabalho nessa área aí em Portugal e o que eu preciso fazer para poder atuar na área?Meu marido tem a cidadania portuguesa e estão pensando em nos mudar para Portugal.

Obrigada

Resposta
Lyria Reis Junho 10, 2015 at 10:06 am

Olá Rebecca,
O mercado não está bom. Muitos dentistas portugueses já deixaram Portugal e numa pesquisa recente, 65% dos estudantes da área também pensam em sair do país.
Para trabalhar na área você terá que voltar pra escola por, pelo menos mais um ano. Porque para trabalhar na área você terá que fazer equivalência. Você terá que entregar uma série de documentos para uma universidade portuguesa que avaliará o seu currículo escolar e dirá quais matérias você terá que cursar para ter o título e poder se inscrever na Ordem dos Médicos Dentistas.
Boa sorte!

Resposta
Patrícia Meirelles Agosto 14, 2015 at 12:33 am

Boa noite, Lyria!

Descobrimos seu site hoje. Lemos todas as suas matérias sobre Portugal e estamos apaixonados!
Eu e meu marido queremos sair do Brasil. Estávamos estudando as possibilidades e acho que, finalmente, encontramos. Meu pai é português e eu vou requerer minha cidadania.
Será que vc pode nos ajudar em uma coisa? Nós temos filhos em idade escolar (13 anos). Será que você pode nos indicar bons bairros em Lisboa, onde haja escola? Outra coisa… Minha renda é proveniente de aluguel de imóveis. Como faço pra levar o dinheiro daqui praí mensalmente?

Seu blog está nos ajudando muito!!!!
Somos imensamente gratos por sua generosidade em dividir conosco toda a sua experiência!

Forte abraço,

Patrícia e Márcio

Resposta
Silva Outubro 20, 2015 at 3:12 am

Ola procuro por pessoas q moram atualmente em Portugal para trocar algumas idéias pois estou pensando em me mudar para o pais
Email para contato: [email protected]

Resposta
Marcio Augusto Lopes Fevereiro 4, 2016 at 1:28 pm

Excelente texto. Muito esclarecedor. Saudações.

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 5, 2016 at 12:03 am

Olá Marcio,
Muito obrigada! 🙂
E obrigada por ler o blogue e por comentar!

Resposta
Ilma Madureira Fevereiro 4, 2016 at 6:37 pm

Olá.
Texto muito esclarecedor, e mesmo eu nao pensando em viver para sempre fora do meu país (gosto de viajar, passar o tempo legal e voltar – também por que sei7tenho plena consciencia que nao tenho mais idade para esse tipo de voo).
Foram muito boas palavras, muitas que penso igual.
Grata

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 4, 2016 at 11:58 pm

Olá Ilma,
Muito obrigada por ler o blogue e por comentar! 🙂

Resposta
Erika Martins Carneiro Fevereiro 4, 2016 at 11:26 pm

Muito bom, Lyria! Compartilhei, muito atual e esclarecedor. Parabéns!

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 5, 2016 at 12:00 am

Muito obrigada Erika! 🙂

Resposta
Vivian Kulpa Fevereiro 5, 2016 at 10:26 pm

Lyria, que texto maravilhoso! É isso que eu tento sempre passar para as pessoas que pensam (do nada, sem planejamento algum) em sair do país. Morar no exterior não é para qualquer pessoa não, tem que pensar e avaliar prós e contras muito bem. Tem estar bem segura de si e consciente dos problemas que virão. Se tiver a mente aberta e estiver aberto a se integrar à nova cultura, paciente e gradualmente, se adaptará. Muito obrigada pelo seu texto e parabéns! Compartilhando já! 🙂

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 6, 2016 at 9:07 pm

Muito obrigada Vivian! 🙂

Resposta
Osvaldo Freitas Fevereiro 13, 2016 at 12:37 pm

Bom dia, Lyria!
Em breve estarei me aposentando do serviço público e estou pretendendo morar fora do Brasil, a procura de um lugar mais tranquilo e seguro, favorável para se viver, durante a 3ª idade. Posso contar com sua colaboração?

Resposta
Lyria Reis Fevereiro 14, 2016 at 6:35 pm

Olá Osvaldo,
Muito obrigada por ler o Brasileiras pelo Mundo e pelo seu comentário!
Se precisar de uma ajuda específica, entre em contato através do email do meu blogue pessoal, ok?
Boa sorte!

Resposta
Carolina Abril 26, 2016 at 2:28 pm

Olá! Teria um email para eu entrar em contato com você?
Estou mudando e gostaria de saber se pode me dar umas orientações.Muito obrigada!

Resposta
Ann Moeller Abril 27, 2016 at 9:51 am

Carolina, a Lyria não colabora mais com o BPM. No momento o BPM ainda não tem outra colunista em Portugal. Equipe BPM

Resposta
Sueli Agosto 17, 2016 at 7:02 pm

Lyria Reis, boa tarde. Tenho experiência pra contar. Esse ano em abril resolvi ir para o EUA com intenção de morar lá.Eu, minha mãe de 75 anos e meu filho de 15. E tenho um único irmão casado vivendo lá e que desde o dia pisou no país de encantou e ele não ver e nunca se pronuciou em dizer nos contras ele só enxerga os prós e eu enxerguei mais contras do que prós.E não consegui ficar lá e no prazo de 2 meses retornei ao Brasil. Psicologicamente não consegui.Apesar de ser lindo o país mais me sentia péssima no lugar. Achei subemprego pra mim fazer onde. Não achava agradável executa_lo e o sofrimento andava lado a lado comigo eu via tudo como assustador. Eu desesperei e tive que retornar e vir morar no mesmo local humilde de onde saí. Tudo isso mexeu muito com minha cabeça e enfrento uma dificuldade de retorno em apenas dois meses fora. Muito confuso tudo isso.

Resposta
Lyria Agosto 18, 2016 at 10:42 am

Olá Sueli,
Muito obrigada por ler o texto e partilhar conosco a sua história.
Mudar de país não é uma “tarefa” fácil. Nem todo mundo consegue se adaptar.
O que é bom para uma pessoa pode não ser bom para outra, não é verdade?
Se estiver com alguma dificuldade psicológica eu sugiro que procure ajuda profissional na sua cidade.
Se quiser falar mais, envie um email para o email do meu blog pessoal.
Boa sorte!

Resposta
Daniele Van-Lume Simões Março 24, 2017 at 2:05 am

Discordo um pouco de que viver num lugar que te deixa inseguro (como em muitas cidades brasileiras) não seja um bom motivo para ir embora. Para mim, é um motivo inclusive pessoal, porque prioriza-se qualidade de vida! Agora, é bom estar certo de que nem sempre será possível começar num posto de trabalho igual ao do Brasil, pois muitas vezes uma revalidação do diploma pode ser necessário.
Cada um sabe onde o sapato aperta e para qualquer escolha – ir ou ficar – é necessária coragem!

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