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Dez curiosidades sobre a Arábia Saudita

Dez curiosidades sobre a Arábia Saudita.

Morar em um país tão diferente culturalmente me dá assunto para muitas horas de conversa. Contar detalhes e coisas que nem imaginamos que sejam possíveis (ou impossíveis) de se fazer é garantia de manter os amigos entretidos por algum tempo. Surgem dúvidas, perguntas, espanto… Porém – e olha só como as coisas são – há muitas dessas curiosidades sobre a Arábia Saudita que hoje em dia já nem são tão grande coisa pra mim. A gente se acostuma a viver dessa maneira, e nem percebe mais o quão absurdas elas pareciam.

Para aguçar um pouquinho a mente de vocês, escolhi 10 curiosidades sobre a Arábia Saudita, e espero que no fim da leitura você deixe um comentário falando como essas curiosidades parecem pra você. Me contem o que acham! Assim, quem sabe eu relembre o espanto que tudo isso me causou no início. Vamos lá!

Vou começar com a mais dolorida pra mim:

1. Mulher não dirige

Não que as mulheres daqui não saibam dirigir, mas isso é proibido. É o único país do mundo onde as mulheres não podem pegar a chave, dar a partida e acelerar por aí, mesmo a gente que tem carteira de motorista internacional, se é mulher, não pode.

Então como a gente faz? Pra andar por onde quisermos, precisamos ou de um motorista particular, táxi ou da boa vontade do marido. E o mais difícil é que não é um país em que se possa ir caminhando ou andando de bicicleta até os lugares. Aqui onde moro não tem lugar pra caminhar; é praticamente quase tudo auto estrada, e o comércio é longe. Quanto à bicicleta, até hoje não vi nenhuma mulher de abaya (túnica preta que temos que vestir ao sair na rua) pedalando por aí… não pretendo ser a primeira.

Leia também: agora as mulheres podem dirigir na Arábia Saudita

2. Gasolina é mais barata que água

Já que comecei falando sobre a direção, vou seguir falando sobre carros. A gasolina na Arábia Saudita é super barata por motivos óbvios: é um dos países que mais extrai petróleo no mundo. Temos nos postos gasolina de boa qualidade com octanagem de 91 e 95 – no Brasil, a mais barata tem octanagem 87 – e os preços giram em torno R$ 0,64 e R$ 0,87 por litro, respectivamente (convertido em reais, outubro de 2016). É uma das gasolinas mais baratas do mundo!

Por falar em líquidos:

3. Não tem bebida alcoólica

Nada, nadinha, zero… Aliás, só tem cerveja zero álcool. Bebidas alcoólicas são proíbidas no país. Não existe. Nos restaurantes, os cardápios de sucos de frutas e coquetéis sem álcool são super variados. Nas franquias internacionais de restaurantes, o cardápio é todo adaptado; você até acha um mojito ou uma “capirinha”, mas na versão sem álcool. Um suco de fruta mais elaborado, digamos assim ;).
E trazer de fora na mala é impensável. Se for pego pode sofrer uma punição bem severa…

Já que estamos falando em comida:

4. Bacon? Na-na-ni-na-não

Carne de porco também é proibido por esses lados do mundo. Não tem pra vender, e restaurante não oferece. É proibido. Daí surgem as mais variadas adaptações: linguiça de frango, pepperoni de gado, bacon de peru… O negócio é aguardar a próxima viagem pra comer um sanduíche de presunto.
Em outros países vizinhos e menos rígidos, como o Bahrein, existe uma seção escondidinha em alguns mercados que oferecem produtos suínos. Mas assim como com as bebidas alcoólicas, não podemos trazer carne de porco pra Arábia, pois se a fiscalização pega, é problema.

Leia também: como é ser mulher na Arábia Saudita

5. Homem com homem, mulher com mulher

Ocorre algo bem curioso na Arábia Saudita em relação aos restaurantes e cafés. Geralmente existem duas entradas e dois ambientes diferentes: um para família e mulheres e outro, para homens desacompanhados.

Essa separação existe em quase tudo: sala de espera nos hospitais, mesquitas. Homens e mulheres não se misturam. É comum nos restaurantes ter um biombo que “fecha” a mesa, de forma que as outras pessoas dentro do restaurante não possam ver quem está sentado atrás destes biombos ou cortinas. É mais uma maneira de esconder as mulheres.

Além disso, existem algumas lojas em que só é permitida a entrada de famílias (homens somente se acompanhados de mulheres), e lojas em que só mulheres podem entrar.

O que acho engraçado é que da mesma forma que algumas lojas de lingerie só permitem a entrada de mulheres, outras lojas têm homens no atendimento vendendo calcinha e sutiã… Vai entender, rsrs.

6. Mas eu queria tanto experimentar

Uma coisa bem chata por aqui é que nós, mulheres, não podemos provar as roupas nas lojas. Precisamos comprar as peças, levar pra casa (ou provar no banheiro do shopping) e depois decidir entre ficar com a peça, trocar, ou pedir o dinheiro de volta.

As lojas dão prazos entre 3 dias a até duas semanas para a troca das peças, e o processo é muito fácil. Rapidinho você recebe o dinheiro de volta se quiser devolver o item. Mas o triste é que não dá para pegar aquela montanha de roupas e correr provar para ver o que fica melhor. Muitas vezes tenho que adivinhar meu tamanho e tentar a sorte.

Aqui onde moro, somente em um shopping nas lojas de vestido de festa é que podemos experimentar as roupas nos provadores da loja. Mas só lá.

7. Também não tem música

Aquela velha tática de colocar uma música agitada nas lojas de roupas pra fazer a gente comprar mais, ou uma musica tranquila no restaurante pra criar um clima agradável, não vale por aqui. Não tem música ambiente nos estabelecimentos.

Isso é uma coisa que nem chama mais minha atenção, mas no começo fazia falta esse algo a mais.

Os mais conservadores acreditam que cantar qualquer coisa que não seja a oração atrai más energias.

8. Temos 5 chamados de oração por dia

Todos os dias, em cinco momentos, podemos ouvir o chamado das orações ecoando pelos auto-falantes das mesquitas. Para quem não sabe, temos mesquitas por toda a parte, as vezes até uma do lado da outra. E todos os auto-falantes soam ao mesmo tempo! Fica uma bagunça de vozes.

Uma dessas orações acontece entre 3 e 4 da manhã; o horário muda conforme a posição do sol. Logo quando cheguei aqui acordava assustada de madrugada quando começava, porque que o som é bem alto. Depois voce se acostuma e  nem lembra mais.

Vale lembrar que aqui também todo o comércio e restaurantes fecham por meia hora durante a oração. Então é muito importante saber que horas isso vai acontecer pra não sair de casa pra jantar fora, dar de cara com a porta fechada e ter que esperar (com fome) por meia hora até que abra de novo.

Leia também: expressões em árabe

9. Sua sexta é o nosso domingo

Nosso fim de semana começa antes. A sexta-feira é uma espécie de domingo. Os lugares ficam fechados pela manhã, geralmente os sauditas vão pra mesquita rezar uma oração mais especial. Já o sábado daí e daqui é o mesmo. Às vezes meio expediente.

Não podendo ser mais justos, no domingo todo mundo trabalha, é dia útil. Então, em vez de sábado e domingo, o descanso semanal é sexta e sábado.

Eu, depois de um ano e meio morando aqui, ainda não consigo ver o domingo como um dia de trabalho normal. Tenho que levantar cedo, enquanto no Brasil, a família está se espreguiçando na cama, pensando no churrasco do almoço em família.

10. Sem Facetime pra você

Não tendo mais o que proibir, aqui atualmente  alguns dos principais aplicativos de video chamada para celular não funcionam. Não temos Facetime, ligação do Whatsapp e do Facebook. Complica um pouco pra matar a saudade da família, e sempre temos que estar pesquisando por aplicativos alternativos pra dar oi pros entes queridos.

Isso se deve à pressão que as empresas de telecomunicação fazem junto ao governo para proibir esse tipo de serviço, pois acabam perdendo mercado e faturamento.

E aí, você conseguiria viver assim?

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24 comentários

Gisele Groth Novembro 8, 2016 at 7:06 pm

Olá, Gabriela!

Admiro você, mesmo não te conhecendo, mas sabendo um pouco de como se vive por aí. Confesso que para mim seria muito difícil viver nesta cultura tão restrita. Ainda mais eu que sou brasileira, também, e gosto de mais da liberdade. Amo o direito de ir e vir 🙂

Mas fiquei curiosa de como você foi parar aí. Foi trabalhar? Você se adaptou a esta vida?

Abraços,
Gisele

Resposta
Gabriela Lirio Delfino Novembro 12, 2016 at 5:23 pm

Oi Gisele.
Então, pensamos muito antes de vir pra cá, conversei também com gente que morava aqui. Depende muito de como cada um enfrenta as restrições. Posso dizer que estou adaptada sim. Hoje em dia vou pra onde eu quero sem medo.
Meu marido veio trabalhar aqui, mas no fim das contas até eu arrumei trabalho.
No início eu me sentia mais presa mas era mais por preguiça de descobrir como as coisas funcionavam e um pouco de medo de sair do casulo. Acho que todas passam por isso e nem todas conseguem vencer isso. Mas assim que você comeca a entrar no ritmo e ver que dá sim pra ser um pouco mais livre do que dizem por aí a vida fica mais fácil.

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Viviane Novembro 8, 2016 at 10:04 pm

Interessante ????

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Renee Novembro 9, 2016 at 5:31 am

Muito interessante mas jamais viveria num lugar assim. Sou casada com um marroquino e, há quase 20 anos vou para Marrocos, onde apesar de ser um país muçulmano, não existe essas regras extremas e sexistas.
Lá mulher dirige, acha-se porco, pode-se beber em alguns lugares, não existe biombos em restaurantes, pode-se provar roupas nas lojas e por aí vai…. entretanto,a gasolina não é
tão barata. Rsrsrs.
Até mulheres de topless nos hotéis em Marrakesh já vi. Ah e la tem praias oficiais de nudismo também!!
Acho que se fosse na AS iria me sentir muito mal, com muita raiva do sistema e da opressão contra as mulheres.
Parabéns pela coragem de viver essa experiência e ainda “polianar” sobre ela.
Mantenha-nos informadas com mais absurdos,(também conhecidos como curiosidades) e boa sorte nessa jornada!
Ainda em tempo…seu chimarrão você pode beber livremente, não?
Abraços
Renee

Resposta
Gabriela Lirio Delfino Novembro 12, 2016 at 5:32 pm

hahaha
É Renee, mas acho que a gente tem duas escolhas mesmo, ver o copo meio cheio ou ver meio vazio. Se eu não “polianasse” a vida seria muito mais dura.
Aqui tem praia privada tbm onde dá pra usar biquini, o problema é que só entra quem tem acesso, as vezes algum brasileiro de bom coração que tem acesso convida os que não tem… e a vida vai indo.
Quanto ao chimarrão, tenho aqui cuia, bomba e um estoque de erva!
Também consigo achar erva mate argentina no mercado pra vender! A gente não sabia, mas parece que no líbano muita gente toma chimarrão tbm, por isso de ter erva pra vender aqui. Não tem aos montes, mas na emergência tem.

Obrigada por acompanhar aqui 🙂

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Geny Novembro 9, 2016 at 12:29 pm

Gabriela, você é uma mulher muito corajosa por viver na Arabia Saudita. Definitivamente não conseguiria, pelo simples fato deles negarem os mesmos direitos as mulheres. Não ouvir música em público, não ter acesso a redes sociais, não poder beber nada alcólico, ter que ficar ouvindo orações a 4 da manhã, ninguém merece. Considero a Arabia Saudita um dos mais conservadores países muçulmanos. Boa sorte pra você!

Resposta
Gabriela Lirio Delfino Novembro 12, 2016 at 5:39 pm

Oi Geny.
De fato é o mais conservador, mas aos poucos as coisas vão mudando. Ainda bem que na cidade onde moro as coisas são um pouco mais leves… Eu não uso veu na cabeça por exemplo e nem todas as muçulmanas usam a abaya preta. Já é possível ver algumas desfilando abayas clarinhas, brancas com bege.
Mas essa minha experiência é temporária, não vou viver o resto da vida por aqui, talvez por ter essa conciência eu não discuto muito essa questão da cultura deles. É como eu ter um porto seguro sabe? Na minha cultura não é assim e um dia vou embora daqui, então por enquanto tudo bem…
Já a questão da oração é muito chata, isso é a pedra no meu sapato, pois precisa sempre planejar o dia pra não chegar no lugar e encontrar tudo fechado. Os outros países muçulmanos daqui do golfo não fecham as portas durante a oração, só na arábia mesmo… e o horário muda todos os dias aff.

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Jessica Soares Novembro 9, 2016 at 1:12 pm

Oii Gabi, ual… eu nao aguentaria viver ai. Eu vivo reclamando de coisas que encontro no país onde estou morando e agora lendo o seu texto, percebi que tenho que parar de reclamar. Que corajem sua viver ai, seu motivo deve ser forte para deixar o Brasil e ir viver em uma cultura totalmente diferente. Sorte, Deus te acompanhe. bjs Jessica

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Gabriela Lirio Delfino Novembro 12, 2016 at 5:46 pm

Oi Jéssica,
Acho que não existe lugar perfeito. Todo lugar vai ter algum defeito. Um dia ainda vou escrever sobre isso, porque existe sim coisas boas aqui, se não por que eu estaria aqui afinal?
Não dá pra negar que tem dias que bate uma ansiedade louca, mas até então nunca me arrependi de ter vindo pra cá e não conto os dias pra voltar, ainda não… quem sabe daqui uns anos sim… hehe.
Mas o fato é que o que ameniza esse tanto de coisa ruim foram as conquistas que eu tive justamente por estar aqui… Eu falo ingles todos os dias, eu arrumei trabalho, eu tenho o dia bem ocupado e não sobra muito tempo pra pensar no que estaria fazendo se estivesse em outro lugar. Mas isso é muito das oportunidades que eu tive e que eu fui atrás. Tem muita gente aqui que odeia e não ve a hora de ir embora… cada experiencia é muito pessoal mesmo.
Beijos

Resposta
Ana Deize Novembro 10, 2016 at 2:19 am

Adoro saber sobre outras culturas … E ainda mais sobre a Arabia Saudita, um país extremamente rigido… Super interessante as curiosidades, principalmente a de mulheres não poderem dirigir, em não se ouvir musica em lugares públicos… E o mais estranho… não usar a função de conferência do facetime e whats… Jesus e como faz pra matar a saudade da família e amigos!!!???????????? É um choque cultural e tanto!

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Gabriela Lirio Delfino Novembro 12, 2016 at 5:52 pm

Então, isso do facetime, do video do whatsapp é algo que as empresas de telefonia daqui fizeram pressão pra proibir porque estavam perdendo mercado. Mas a gente sempre dá um jeitinho, cada dia surge um aplicativo novo e a gente usa ele enquanto funcionar. Parou de funcionar? Descobrimos outro…
No caso de sites que não podemos acessar também sempre dá pra dar um jeitinho, mas na grande maioria são sites que eu não acesso mesmo, tipo pornográficos, então não muda muito pra mim.
De resto a gente se molda pra conviver. Eu não sinto vontade de dirigir porque o transito é um caos. É horrivel.
Da música nos lugares publicos eu nunca senti falta, mas parece que isso está mudando, pois já fui em alguns restaurantes que tinham musica ambiente.
É um choque no inicio, depois acostuma, ainda incomoda, mas acostuma.

Resposta
Kelly Pérez Junho 23, 2017 at 11:43 am

Vc tem acesso ao facebook e instagram?

Tem 6 meses que eu emeu marido mudamos para o Cairo no Egito, moramos em um bairro mais estrangeiro também mas muitas coisas que vc reclamou eu também passo por aqui rs.

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Zuleide Novembro 11, 2016 at 9:03 am

Convivi durante três meses aí, nossa única diversão era piquenipues, passeios nos shopping. Os restaurantes oferecem ótimos cardápios. Uma coisa que também me chamou a atenção foi as joalherias. Ouro aí é muito barato. Q lugar que a saudade dos ente queridos é mais doida. Comunicação é muito difícil mesmo..

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Gabriela Lirio Delfino Novembro 12, 2016 at 6:01 pm

Então, eu hoje em dia faço muitas atividades, o grande segredo aqui é conhecer pessoas… Sempre tem alguém com um compoud que oferece alguma atividade e você pode participar. Desde coral, aula de dança à oficinas de artesanato… Mas como nada é divulgado é preciso conhecer pessoas…
Nossa comunidade de brasileiras aqui na cidade é bem ativa. alguns compounds tbm tem coisas a oferecer, tem alguns tours pra algumas cidades interessantes aqui dentro mesmo.
Claro, não é o mesmo que no Brasil…
E se você conhece àrabes então… tem muitas coisas que elas fazem pra preencher o tempo além de comprar e comer… Mas a grande maioria é bem fechada, não são muito de fazer amizades.
A gente ainda tem a sorte de morar pertinho do Bahrein, dá pra ir pra lá pegar um cinema, beber algo e voltar no mesmo dia.
Mas no geral é como você disse, restaurantes com opções que não acabam e passeios nos shoppings

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Cassiane Novembro 23, 2016 at 4:38 pm

Muito legal Gabriela, Admiro sua atitude.
Mas você trabalha? Como funciona o trabalho das mulheres ai? também é restrito? E o salário “injusto”
No que você trabalha?
E a saudade da família como faz? as ferias suas e de seu marido tambem sao 30 dias por ano?
bjs

Resposta
Gabriela Lirio Delfino Dezembro 22, 2017 at 1:29 pm

OI Cassiane, eu trabalho, mas foi por acaso que consegui. Sou personal trainer e instrutora de crosscore, spinning e pilates. O salário comparado com o Brasil é muito melhor, pois esses serviços por aqui são bem caros.
Eu tenho saudade da família, mas com a internet fica muito facil estar em contato constante com eles. Eu e meu marido nos damos muito bem, então não me sinto “sozinha”.
As férias aqui são muito boas, temos mais ou menos 22 dias de trabalho que podemos tirar como férias, sem contar os fins de semana. Comigo e com meu marido eles são bem flexíveis, então optamos por tirar pequenas férias de uma semana, por exemplo: os 5 dias úteis da semana, contando com os dois fins de semana acabam virando 9 dias… sendo que só gastamos 5 das férias.

Resposta
luiza kalin Junho 24, 2017 at 3:04 pm

Enfim, quem quiser ir pro inferno é so ir para ai kkkkkkkkkk To fora, jamais me adaptaria a tal opressão,escrotidão e vida sem futuro como a que levam as pessoas nesse país…mas, há quem goste e respeito isso tbm, mas eu, nannaninanão! Estive na Índia e amei, pois apesar de também ser um país um tanto rude com as mulheres, lá temos um pouco mais de liberdade, tanto que sai, curti, fui pra balada, bebi enfim…vou voltar com certeza, agora Arábia Saudida, never not never!

Resposta
Vera Junho 24, 2017 at 4:13 pm

Super interessante admiro sua atitude: copo meio cheio ou meio vazio. Morei 30 anos na Inglaterra e conheci e conheci brasileiras la que vivem sonhando com o Brasil, e no entanto, não poderiam ter mais liberdade, então, e tudo questão de como você encara a vida. Falta de musica alta nas lojas e restaurantes, não sentiria nunca, odeio isso aqui, onde não se pode bater um papo em altura normal.
Boa sorte e continue curtindo as diferenças.

Resposta
Isabella Julho 20, 2017 at 11:41 pm

Ola, meu pai está indo trabalhar ai por um mes, gostria de saber qual aplicativo vocês usam para videochamadas?
Obrigada

Resposta
Gabriela Lirio Delfino Agosto 21, 2017 at 1:43 pm

Oi, eu tenho usado a chamada por video do whatsapp mesmo. Libreou a pouco tempo, ou skype. Depende muito, as vezes funciona as vezes não…

Resposta
Demi Brasil Agosto 25, 2017 at 4:34 am

Meu marido trabalha na Arábia Saudita e conseguimos fazer videochamadas com os aplicativos IMO e SOMA. Este último bem parecido com Whatsapp.
Nunca estive lá ( e nem quero) mas a vizinha Bahrain é o quintal dos Sauditas, pois é onde muitos vão curtir o fim de semana onde podem fazer algumas extravagâncias como beber mas nada comparado com Dubai onde existe diversas e exuberantes lugares para se divertir!

Resposta
Carol Setembro 11, 2017 at 2:49 am

Olá Gabi!

Estou prestes a me mudar para Arábia Saudita, mais precisamente para Ha’il. Estava muito curiosa para saber mais do lugar, cultura e tudo mais. Até que te achei (Graças a Deus, pois já estava ficando maluca hehe.). Se tu tiveres informações sobre o lugar, aceito sem sombras de dúvidas. Porém, muitíssimo obrigada por passar maiores informações sobre o País.
Deus te abençoe guria! ☺️

Resposta
Gabriela Lirio Delfino Outubro 13, 2017 at 2:51 pm

acho que já trocamos email né?

Resposta
Rosa Outubro 28, 2017 at 4:32 pm

Oi Gabriela, morei 8 anos na Arabia Saudita( Jubail) mas nunca tive a sorte de encontrar um gaucha por la… Voce escreveu muito bem. Boa sorte!? Rosa.

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