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Dinamarca

Dez primeiras lições que aprendi morando na Dinamarca

Fiz uma lista das lições que aprendi morando na Dinamarca, e que penso que podem servir de inspiração para a gente viver de forma melhor e mais harmônica. Confira as lições e veja que algumas podem até ser aplicadas no seu dia-a-dia, mesmo que você more em outro país.
Boa leitura!

1. Ninguém é melhor que ninguém

A famosa ‘Lei de Jante’ ensina que ninguém é melhor que ninguém. Portanto, o presidente da empresa não é melhor que o lixeiro; nem você é melhor que os outros. Todos têm direitos e deveres no mesmo patamar de equidade. Tanto faz se você é o artista de cinema, a faxineira, o pedreiro, o engenheiro, a motorista de ônibus, o cantor famoso, o primeiro-ministro: seu título só quer dizer que você tem um papel diferente na sociedade. Acostume-se.

2. Hierarquia: pra que serve, mesmo?

Ainda conforme as ‘Leis de Jante’- código de conduta que rege o comportamento escandinavo, já que ninguém é melhor que ninguém, evite se apegar a títulos, e nem faça cerimônia ao ter que se dirigir a alguém em posição de diretoria ou alguma outra posição de liderança. O pronome pessoal utilizado por aqui é sempre ‘du’ (você), independentemente de qual posição uma pessoa ocupa na sociedade ou numa empresa ou organização. Toda cerimônia é dispensável, e o clima é de informalidade e equidade, porém sempre respeitoso e amigável.

3. Beber é socializar – aventure-se de vez em quando!

Os dinamarqueses são, em geral, tímidos e reservados, quando estão sóbrios. Porém, em ambientes onde o álcool rola solto, eles se libertam da sua casca e se tornam sociáveis, amistosos, falantes e desinibidos. A “mágica” da transformação acontece quando se encontram para beber. E não estamos falando de beber pouco: é beber de verdade, algumas vezes até não poder mais. Claro que isso torna uns e outros um tanto inconvenientes… Mas faz parte do jogo. Em festas, principalmente as de fim de
ano, o comportamento esperado de todos é que bebam, e bebam pra valer. E pode apostar, se você for convidado para uma festa onde role álcool à vontade e você não tomar nem um copinho do que quer que seja, as pessoas vão olhar atravessado, e você seguirá com um estigma de ‘aquele que não entra no espírito da festa’. Claro que não precisa encher a cara, mas um ou dois copos de cerveja podem valer uma amizade, um contato importante de trabalho, ou até uma paquera. Pense nisso.

4. Gratidão: obrigado, palavrinha mágica

Comeu? “Tak for mad”. Ganhou uma carona? “Tak for turen”. Vai se despedir do professor, dos colegas do trabalho, dos amigos? “Tak for i dag.” Encontrou uma pessoa, com quem você esteve num evento anterior? “Tak for sidst.” Esse é o espírito dinamarquês do agradecimento. O costume é agradecer por tudo. Gratidão é uma coisa linda, e os dinamarqueses fazem questão que ela esteja presente também no dia a dia. Não é um amor?

5. O hygge nosso de cada dia

Pra quem leu minha matéria sobre hygge, vai logo saber do que estou falando. Se você não leu ainda, leia aqui. Hygge é a chave de tudo, é o alfa e ômega no país, junto com as leis de Jante. Tudo está conectado pelo hygge, e tudo remete a ele. Então por que não se deixar render por esse modo de vida tão gostoso? Afinal, a vida é tão curta, e o melhor que podemos fazer é viver de forma agradável e prazerosa. Coloque o hygge no centro da sua vida.

6. Amizade é coisa séria

Os dinamarqueses são como uma noz de coco: por fora, a casca é dura e grossa; por dentro, é macio e suave, e vale o sacrifício de ‘abrir esse coco’. Demora um tempo pra fazer amizade com eles. Ninguém chama ninguém de amigo logo depois do primeiro encontro, e ‘conhecidos’ são o que são. Quando os dinamarqueses se abrem pra chamar alguém de amigo, são os amigos mais sinceros, leais, prestativos, honestos e queridos. É amizade mesmo. Em geral, é raro ter um amigo dinamarquês hipócrita ou falso: ser franco é uma das especialidades desse povo. Nem espere que ele fique de mimimi porque você não pôde ir naquela festa super badalada pra qual ele te convidou há quase dois meses atrás: se você declinou o convite porque tinha outro compromisso, se você esqueceu, ou mesmo se não estava a fim de ir e disse pra ele, diretamente e sem rodeios, ele vai simplesmente tocar a vida adiante, e claro, vai te convidar de novo pra outras festas. Praticidade também existe nas amizades, mas principalmente,
respeito. Você é livre para discordar, para recusar, para ser você. Faça-o sem cerimônia e sem mentirinhas à toa, nem hipocrisia, e lembre-se que respeito é bom e todo mundo gosta.

7. Andar de bicicleta – faz bem, é saudável e econômico

TODO mundo anda de bicicleta no país. As ciclovias são numerosas, práticas e úteis, e o ciclista é respeitado. A maioria das pessoas usa bikes para se locomover no dia-a-dia, seja para trabalhar, estudar ou passear. Além de ser um meio de transporte prático e econômico, é um ótimo exercício para manter a boa forma. Também é ecológico, pois não emite gases poluentes. Mas pra pedalar existem regras, que devem ser igualmente observadas e respeitadas. Sinalizar quando for virar numa esquina, esperar o farol, utilizar luzes na bike quando for pedalar de noite etc. são regrinhas fáceis, que se desrespeitadas, geram multas. Fique atento e aproveite!

8. Reciclar – bom para o meio ambiente, bom para o meu bolso

Garrafas de cerveja de 330 ml, latas de bebida – cerveja, refrigerante, energético, sucos etc. e vidros em geral são recicláveis. Na Dinamarca, quando se compra garrafas de cerveja ou latas de qualquer bebida, a pessoa paga o ‘pant’ que é o depósito pelo vasilhame. O dinheiro desse depósito é devolvido para o consumidor, em forma de cupom de desconto, sempre que ele devolve os vasilhames. A devolução é feita em supermercados, seja na máquina especializada para isso, seja diretamente no caixa, em caso de supermercados menores. O valor correspondente à quantidade de vasilhames devolvidos é creditado em forma de desconto nas compras no supermercado. Cada lata/garrafa tem um valor específico, de acordo com sua capacidade em ml.

Leia sobre motivos para não morar na Dinamarca

9. Trabalhar para viver, e não viver para trabalhar!

A carga horária de trabalho por semana na Dinamarca é de 37 horas. As pessoas normalmente começam o expediente às 8 da manhã e terminam às 15:30 ou 16:00 e em geral, existe bastante flexibilidade para ‘ter uma vida’ fora do trabalho. Se você tem filhos e em algum dia precisar se ausentar ou sair mais cedo por causa de um compromisso com eles, as chances do seu chefe olhar com cara feia são bem menores aqui que no Brasil, por exemplo. A licença-maternidade é também algo geralmente respeitado, e inclusive os pais têm mais que uma semana para ajudar a cuidar do bebê no primeiro mês. A família é prioridade, e compromissos de trabalho podem esperar.

10. “Não existe mau tempo; existe roupa inadequada”

Essa é a coisa mais bacana daqui. Ninguém – absolutamente ninguém – tem medo de mau tempo. Ciclistas podem ser vistos pedalando mesmo sob a neve ou chuva; crianças brincam nos playgrounds dos jardins de infância, faça vento, chuva, sol, o tempo que for; bebês dormem em carrinhos ao ar livre, no inverno. Diz o ditado que ‘não existe mau tempo, existe roupa inadequada’, e os dinamarqueses levam esse ditado bem ao pé da letra. Então, mesmo que esteja ventando muito, nevando ou chovendo, não se deixe intimidar pelo tempo ruim. Faça como os dinamarqueses: vista suas galochas, seu casaco, cachecol, luvas e vá pra rua!

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28 comentários

Vânia Romão Janeiro 17, 2014 at 11:35 pm

Cris, texto perfeito! Reflete e muito o nosso novo modo de vida.

Resposta
Vania Agosto 12, 2015 at 10:15 am

Nossa, estou apaixonada pelo seu blog

Resposta
Vania Agosto 12, 2015 at 10:16 am

Moro em Fyn ..Svendborg .. Descobri seu blog agora pouco rs

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Cristiane Leme Agosto 12, 2015 at 3:08 pm

Obrigada, Vania! No momento estou em Ærø que é também no sul da Dinamarca. Obrigada por ler e continue nos acompanhando!

Resposta
Ju Janeiro 17, 2014 at 11:37 pm

Adorei Cris, todas as dicas… super me motivou seu texto.. obrigada!!! Me indentifiquei imensamente com os itens:
3. Beber é socializar – aventure-se de vez em quando! (mas com moderação hahaha )
4. Gratidão: obrigado, palavrinha mágica — aqui em Cinga as pessoas deveriam aprender esta palavrinha… faz tão bem
6. Amizade é coisa séria — ahh Amizade e Saudade minhas palavras preferidas do dicionário…
9. Trabalhar para viver, e não viver para trabalhar! — E VIVER MUITOOOO
10. “Não existe mau tempo; existe roupa inadequada” — mesmo derretendo no calor de Cinga, não deixo de ir caminhar nos lindos parques daqui ehehheeh
Precisamos festejar a vida e amar mais tudo o que esta a nossa volta heeheh… Obrigada por me relembrar lições tão importantes!!!

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Tati Sato Janeiro 18, 2014 at 1:16 am

Oi Cris! Adorei o seu texto! A cada dia que passa, percebo mais que a diferença entre os países que consideramos de primeiro mundo e os de terceiro é o respeito que se tem pelas pessoas, além da distribuição de renda. Ainda arrisco dizer que a distribuição de renda é consequência do respeito que se tem pelas pessoas!

Todos dizem, por exemplo, que os espanhóis são grosseiros. Eu não acho. Acho que a forma que o espanhol se expressa é brusca e super direta o que, para nós, pessoas de culturas onde predominam o mimimi, pode parecer grosseria. Em relação a amizade, pelo que você descreveu dos dinamarqueses, acho que tem muito a ver com muitos amigos que tenho na Espanha: uma vez que você é considerado amigo, eles se jogam na frente de um ônibus por você. Não tem mimimi, não tem rodeios, não tem falsidade (em geral… Claro que há exceções).

Em contrapartida, em países como o Brasil e Filipinas, onde o respeito pelas pessoas, como indivíduos, é quase nula, é preciso haver uma cerimônia, um jogo de frivolidades para não se parecer grosseiro… Enfatizo a palavra “parecer” porque, em minha opinião, ser falso é o máximo da grosseria.

Bom, já disse que amo o modo hygge de ser no seu texto original!

Um beijo!!!

Resposta
Juliana Janeiro 18, 2014 at 4:06 pm

Adorei este decálogo !! Agora repito este ditado sobre o tempo como um mantra aqui em Madri. Beijos, Cristiane!

Resposta
Ana Carina Janeiro 20, 2014 at 9:13 am

Oi Cris, parabéns pelo texto eu adorei!!!
Noz de coco, gratidão e ” não existe mau tempo, existe roupa inadequada” , refletem um pouco a vida aqui na França ( ou pelo menos minha impressões daqui!).
Eu não tinha a menor idéia de que os dinamarqueses poderiam ser assim amigáveis e gentis, uma vez que se consegue adentrar em seus corações!!
Achei também muito importante a maneira como vc colocou ” o seu título só quer dizer que bocê tem um papel diferente na sociedade” porque no final da contas é a pura verdade, sem um motorista de ônibus ou um ministro, ambos fariam a maior falta na sociadede!!
Cristiane: um beiijo sua linda!

Resposta
Ana Cristina Kolb Janeiro 20, 2014 at 7:34 pm

Nossa Cris, adorei o texto, não é a toa que vim pra Europa com fixação no Sul, e como o universo/papai do ceu é muito mais sábio e generoso comigo do que eu mesma rsrsrrsrrsr cai direto nas maos dos Escandinavos, e AMEI!!!!! Na verdade acho que devo ter sido uma Viking em outras vidas rsrsrrrsrs o único item que não incorporei foi o de bicicleta mas vivendo onde eu vivo, qualquer um entende rsrsrrsr pois não tem como andar de bicicleta se não for LITERALMENTE como esporte! rsrsrsrs subir a montanha leva tempo, e vc sua como uma louca e tem que ter um super condição física, descer voce tem que ser muito boa ciclista profissional senão vira suicídio na certa! rsrsrsrsrsrs mas ando muito, entao um compensa o outro! Também é ecológico, econômico e saudável! rsrsrsr AMEI como sempre seu texto falando desse jeito escandinavo de ser e viver que AMO!!!!!! Fora os colegas lindos que tinha que além de gentlemen, inteligentes e lindos…… e as colegas também eram super gente boa, super cúmplices, não foi a toa que fiz carreira, era uma motivação pra trabalhar! rsrsrsrsrs Bjus no coracao linda!!!!!!!

Resposta
Cristiane Leme Høg Janeiro 23, 2014 at 5:28 am

Ana, talvez por aqui as bikes sejam tão populares justamente pelo fato de não ter montanhas – o ponto mais alto da Dinamarca mede míseros 173 m, hahaha! No mais, só tenho a agradecer por todos os comentários de vocês. Espero que todo mundo que leia esse texto se sinta um pouco mais ‘inspirado’ para encarar as adversidades da vida no exterior e as turbulências do dia-a-dia, sempre lembrando de parar de vez em quando para apreciar as flores pelo caminho…
Beijos a todo mundo que comentou!

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Frio nas Filipinas… Sim, é possível! | Trotamundos Janeiro 24, 2014 at 10:28 pm

[…] pouco, mas acho que é uma das temperaturas mais baixas que peguei em Manila. E, como minha amiga Cristiane Leme diz que não há tempo ruim, mas roupa inadequada, acredito que todas as minhas roupas adequadas […]

Resposta
Dinamarca – Trabalhando – Parte 1 Março 18, 2014 at 6:18 pm

[…] Leia mais sobre a Dinamarca! […]

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Valentine’s Day Pelo Mundo Junho 8, 2014 at 11:50 pm

[…] "Aqui o Valentine’s day é algo muito comercial. Comercial, mesmo. Os dinamarqueses parecem dar zero importância a essa comemoração importada, que é inclusive nova por aqui – a comemoração chegou por aqui no ano 2000.  O que mais vejo são anúncios por todos os lado, tentando despertar o interesse das pessoas pelo Valentinsdag: “Husk Valentinsdag” (lembre-se do Dia dos Namorados) é o cartaz que se vê em todas as lojas, desde a semana passada. No mais, é uma data sem muita importância, mesmo porque um em cada 3 dinamarqueses são solteiros/divorciados/sem parceiro." (Cristiane Leme). Leia mais sobre a Dinamarca! […]

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Carla Silva Janeiro 26, 2015 at 11:57 pm

Adorei o texto amiga…lembrei de quando morei em Lisboa…os bons modos e a socialização é bem similar! Parabéns Amiga por mais um texto de utilidade pública! Beijão!

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Cristiane Leme Janeiro 27, 2015 at 3:47 pm

Obrigada! Beijo 🙂

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Cristiane Leme Fevereiro 6, 2015 at 8:23 pm

Obrigada! Beijão e muita saudade!

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Carla Guanais Janeiro 27, 2015 at 3:31 pm

Também adorei! o item 3 aqui na Itália não existe. Tem ainda a formalidade do Lei, como modo de tratamento respeitoso que eu acho uó! mas as novas gerações pian piano já estão boicotando isso.. Acho justo! Baci

Resposta
Cristiane Leme Janeiro 27, 2015 at 3:49 pm

Obrigada! Falando do item 3, os italianos são famosos por serem caçadores de encrenca toda vez que estão bêbados. Pelo menos essa é a fama deles na Alemanha… Bjo

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Especial – Dez Razões Para Morar na …”Dinamarca” Fevereiro 5, 2015 at 9:10 am

[…] janeiro eu escrevi sobre as primeiras lições que aprendi ao me mudar pra Dinamarca. Apesar de ser um país que tem seus problemas como qualquer […]

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gerusa ribeiro Fevereiro 15, 2015 at 12:39 pm

A cada dia você tem me encinado muito Cristiane.comecei acompanhar seu blog a pouco tempo e gosto muito

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Cristiane Leme Fevereiro 15, 2015 at 3:01 pm

Fico feliz por estar gostando. Obrigada e continue nos acompanhando! 🙂

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luiz camacho Abril 2, 2016 at 3:00 pm

como se ter uma chance na europa ? tem muita gente entrando na europa e quem deseja ir lá…… ha regras e regrase,,, regras , fiquei espantado com a quantidade de exigencias para se ir a republica da irlanda , terra de ruivas !!!!!!

bem , gente , estou com desejo de receber ajuda……… uma nação para se viver , conhecer gente diferente , aprender coisas que aqui no brasil……. vemos mais em livros , internet….. acredito que as colunistas amam mesmo é ter um contato real com as nações e tambem isto desejo……..

triste eu em nao ter respostas….. com exceção de uma vez que a colunista me pediu pra eu ser mais claro em meu texto,,, fiz novo texto e…….. SILENCIO !!!!!!!!!!

Resposta
Cristiane Leme Abril 2, 2016 at 7:13 pm

Caro Luiz, você já deixou comentário em textos meus anteriormente e eu lhe respondi como podia, já que estava super confusa a sua pergunta.
Sobre a sua pergunta: – Como ter uma chance na Europa?
Resposta: Estando preparado. Estudando o país, conhecendo as dificuldades que possivelmente vai enfrentar, aprendendo o idioma se possível antes de vir, planejando a mudança com cuidado e dentro da realidade. Muita gente fantasia demais o país para onde deseja se mudar, não planeja a mudança, aterrisa de mala e cuia no desconhecido e daí passa perrengue ou quebra a cara simplesmente porque meteu na cabeça que queria mudar a qualquer preço e não se planejou, não se preparou. Preparação é fun-da-men-tal, meu caro!
Todo país tem regras que devem ser respeitadas, é assim em qualquer lugar do mundo. Sinceramente eu não aconselho ninguém a vir morar na Europa no momento sem um motivo forte, porque a crise também bateu por esses lados e está difícil até pra quem nasceu aqui, imagine pra estrangeiros…
Minha dica pra você é: junte dinheiro e comece a fazer viagens como turista pelos países onde deseja morar. É complicado decidir mudar para um país baseado apenas no que a mídia diz. Cada pessoa tem uma percepção de mundo diferente e o que pode parecer bom para uns, pode ser um verdadeiro pesadelo para outros. Se o que você deseja é ‘um contato real com as nações’ a melhor forma de começar é viajando como turista, visitando os países, aprendendo sobre eles. Claro que a visita como turista não vai lhe dar a percepção de como é morar, mas vai dar uma ideia de como funciona o país e principalmente, como seria a sua adaptação nessa nova cultura.
É isso. Espero ter podido ajudar, ainda que pouco.
Obrigada por ler o Brasileiras Pelo Mundo. Abraços!

Resposta
Katia Novembro 22, 2017 at 12:06 pm

Meu Deus…ja sei que nao sairei do Brasil nunca…kkk…

Resposta
Allyson Medeiros Maio 2, 2017 at 3:11 pm

Olá, doido pra ir morar na Dinamarca. Me arrume um emprego de lavador de pratos por aí. kkkkkkk

Resposta
Cristiane Leme Maio 3, 2017 at 9:30 pm

Pra trabalhar de lavador de pratos tem que ter visto válido para o país antes mesmo de conseguir o emprego. Não dá para conseguir um visto de trabalho para trabalhar como lavador de pratos. Consulte os textos onde falamos sobre vistos e requerimentos básicos para morar na Dinamarca.

Resposta
Vamos mudar para a Dinamarca? – antiprincesas Julho 21, 2017 at 1:28 pm

[…] os dinamarqueses consideram impactar positivamente em seu nível de felicidade (veja um resumo aqui). Como durante mais de 6 meses do ano, é frio e escuro do lado de fora, eles adoram investir em […]

Resposta
Vamos mudar para a Dinamarca? – falafrida Setembro 11, 2017 at 2:53 pm

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