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8 comentários

Monica Paraiso Berge September 16, 2017 at 11:54 am

Adorei!
E descobri que temos muitas coisas em comum.
Tambem sou advogada e tambem me tornei imigrante com mais de 18 anos de profissao.
Nos sabemos o qto e dificil desacelerar e mais nos adptar aos habitos estrangeiros.
Parabens pelo texto!

Resposta
Ana Dietmüller September 16, 2017 at 12:36 pm

Alô, Monica.

Obrigada por ler e comentar.

É, são muitos fatores para apaziguar e ainda se acostumar com a gente mesma diante de novos hábitos. Exercício constante de autorreciclagem.

Interessante, temos mesmo bastante em comum.

Grande abraço e até a próxima.

Resposta
Rose Marie September 16, 2017 at 6:19 pm

Ana,
Adoro seus posts! Quase acho que já conheço seu filhote!
Estou indo para Portugal para realizar um mestrado em direito e sempre me preocupo com esse jeito direto de falar dos europeus. Mas, casada com um descendente de poloneses, venho deixando de lado o “comer pelas beiradas” mineiro.
Por favor, fale mais sobre as escolas primárias na Áustria e sobre a aceitação do imigrante no país. Obrigada! Grande abraço

Resposta
Ana Dietmüller September 17, 2017 at 3:59 pm

Oi, Rose Marie.

Obrigada por ler e comentar.

Não precisa se preocupar, morado aqui no continente, tu vais sentir como é e já identificar quando é falta de educação (às vezes acontece grossura, sim) e quando é o jeito normal de eles tratarem.

Em Portugal é um pouquinho diferente, porque eles são literais ao se expressarem, mas tu vais achar o teu caminho e daqui a pouco, tu mesma vais te pegar pensando no que já incorporaste.

Sucesso no mestrado.

Obrigada pela dica de pauta, irei providenciar para os próximos meses.

Grande abraço.

Resposta
Anderson September 16, 2017 at 9:40 pm

Fiquei curioso em saber com que um advogado consegue trabalhar para sobreviver na Áustria?

Resposta
Ana Dietmüller September 17, 2017 at 3:54 pm

Alô, Anderson.

Obrigada por ler e comentar.

A dinâmica de trabalho de um advogado aqui é bem mais tranquila do que no Brasil. Não existem milhares de demandas, o judiciário funciona para o que precisa, realmente, funcionar e muito dos conflitos o próprio cidadão comum resolve entre si. Só se ingressa na Justiça quando realmente se esgotaram todas as possibilidades de diálogo, que aqui eles preferem a irem frente a um juiz, no campo do Direito Privado.

E o que acho mais prático ainda é que muitos atos da vida civil, que no Brasil exigem um advogado, aqui nem se pensa em um. Exemplo: herança. Tudo é resolvido perante um tabelião, sem envolver advogado ou justiça. Só quando as partes não entram em consenso nenhum, aí é outra coisa.

A vida do advogado aqui é mais direcionada e não tão sufocante quanto no Brasil. É possível se viver da advocacia, mesmo que não se trabalhe em bancas, e os profissionais são respeitados.

Agora, para nós de fora, trabalharmos aqui como advogados, não é simples e também não adianta validar a OAB por Portugal, porque a Áustria exige que se prestem os exames da Ordem Austríaca e que se comprove o ano de prática forense. Com a aprovação e comprovação de que se prestaram as horas exigidas de prática, aí, sim, tu poderás trabalhar aqui como advogado.

Espero ter sanado tua dúvida.

Abraço.

Resposta
Erika Martins Carneiro September 16, 2017 at 11:31 pm

Aninha, sua linda, amei, teus relatos, como sempre, deliciosos! Obrigada por citar o meu texto, tu és uma linda, mesmo.
Muito prática essa coisa de dizer tudo diretamente. Também aprendi isso na Alemanha e acho ótimo, mas fiquei tão alemã que o pessoal já me acha grossa no Brasil hoje em dia, eu agora sou direta demais.
Beijo enorme, ansiosa para ler o próximo.

Resposta
Ana Dietmüller September 17, 2017 at 4:17 pm

Erika, amada.

Obrigada.

Pois é, guria, essa coisa de ser direta ainda me surpreende às vezes, pois me pego, depois de ter soltado o petardo, pensando que eu não costumava responder assim, tão na lata. Hahahahah. Entendo perfeitamente tua situação e tua “alemãozice”. Hahahahah.

O próximo tem uma dose de instigação bem acirrada.

Beijo!

Resposta

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