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17 comentários

Ana May 15, 2017 at 7:59 pm

Amei o seu texto! ?

Resposta
Analu Tavela May 16, 2017 at 10:12 am

Fico feliz que gostou, Ana! Obrigada pelo carinho em comentar 😉

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Rosana Santos May 15, 2017 at 9:58 pm

Lindo depoimento ! Fiquei emocionada. Estou indo morar com marido e 2 filhas adolescentes em Portugal ano que vem.

Resposta
Analu Tavela May 16, 2017 at 10:12 am

Obrigada Rosana! Venha com o coração aberto e mente tranquila que tudo vai dar certo! Beijos, Ana

Resposta
Nátaly Vitória June 10, 2017 at 4:24 pm

Olá, Rosana! Tudo bem? Posso te adicionar em alguma rede social? Fico curiosa para saber como será a vida dessas pessoas que mudam de país! ?

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Fabiana May 16, 2017 at 4:38 pm

Posso chorar?
Parabéns pelo texto e pelo desempenho na função mais desafiadora e recompensadora do mundo!
Beijocas

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Analu Tavela May 17, 2017 at 10:47 am

Obrigada, Fabi! Parabens pra voce que eh mae em dobro e ainda excelente profissional! Beijos e obrigada pelo carinho de sempre 🙂

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Helenna May 25, 2017 at 12:37 am

Muito bom o artigo, só uma observação, essa questão da enfermeira pedir pra você ir andar no parque é um procedimento correto (se eu entendi direito quando as contrações começaram, ela recomendou que você fosse dar um passeio lá, certo?) porque acelera a dilatação. Aqui no Brasil, em alguns lugares que defendem o parto normal, esse procedimento é padrão. O errado é justamente aquilo que vemos com mais frequência: quando começam as contrações, a mulher deita e a dilatação acaba demorando mais e todo aquele processo (desgastante e dolorido) demora muito mais. Inclusive, esses dias, vários videos e matérias sobrem grávidas dançando para acelerar a dilatação. E tudo com o apoio da doula, dá uma olhadinha:

http://jc.ne10.uol.com.br/blogs/oviral/2017/03/10/em-maternidade-gravida-danca-para-ajudar-em-seu-trabalho-de-parto/

http://delas.ig.com.br/filhos/2017-05-16/trabalho-de-parto-danca.html

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Analu Tavela May 27, 2017 at 12:52 pm

Ola Helenna, super obrigada pelo comentário! Adorei os links que compartilhou! Vc está certa, a orientação de andar no parque é correta, nada de ficar deitada! Porém meu trabalho de parto foi muito rápido (não sei se ajudou mas comi muita tâmara e chá de folha de framboesa, justamente pra isso :)) E em pouco tempo já atingi os 10cm, acho que nosso corpo é mestre em sentir o que funciona para nós, e naquele momento, soube que eu não deveria ir andar no parque… Obrigada por enriquecer o texto com seu comentário! Beijos! 🙂

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Carmen June 3, 2017 at 8:53 pm

Parabéns pelo texto Analu! Também tive o meu pequeno há 6 meses aqui em Londres e sinto exatamente tudo que você escreveu… Bom saber que não estamos sozinhas nessa jornada! Muito obrigada por dividir isso com a gente!

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Clarissa Bessa August 14, 2017 at 8:45 pm

Amei seu texto Analu, moro “sozinha” com o meu marido e meu bebe de 2 meses no Rio e estamos nos mudando pra Portugal. Me questiono muito sobre a falta de relacionamento no dia a dia do meu filho com nossas família, mas acredito que além dos laços firmados a distancia acho que esse é um novo perfil de uma nova geração que nós estamos construindo! Assim que chegarmos em Lisboa quero te conhecer. Eu e meu marido estamos AMANDO seu blog!

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Analu Tavela August 16, 2017 at 12:29 pm

Oi Clarissa, obrigada por seu comentário! Que bom que estão gostando dos textos 🙂 Eu tb acredito que essa nova geração vai se adaptar às distâncias muito melhor do que nós. Inclusive, meu texto que será publicado em Setembro fala um pouco sobre isso, se puder quero sua opinião. Quando chegar pros lados de cá me manda uma mensagem e tomamos um café. Beijos, Ana

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Carol March 5, 2018 at 2:45 pm

Olá, Analu! ADOREI seu ponto de vista e me identifiquei muito mesmo com ele! Saí do Brasil para a França há 6 anos e hoje estou aqui entre Sintra e Cascais também com meu bebé de 18 meses tentando encontrar respostas para a pergunta que não quer calar, “Será que é assim tão difícil pra todo mundo?!?”. Aliás, que não “queria” calar, porque agora depois do seu texto, exatamente “na medida” para mim, dou-me conta que sim, é difícil pra todo mundo que encara esse início de vida de mãe sem colinho, sem tribo, sem rede nenhuma de apoio, à parte o marido que, coitado, rebola para dar conta do recado! Eu sou mãe fulltime e além de respostas existenciais, estou também à procura de uns playgroups ou algo assim na região… se você conheceu algum na sua “empreitada” e puder compartilhar comigo, agradeço um milhão de vezes!!!! xx Carol

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Analu Tavela March 5, 2018 at 10:08 pm

Oi Carol, fico super feliz com seu comentário e mais ainda que tenha se identificado com o texto que escrevi. Quero te mandar um email, mas vi agora que pode ser um typo… é @ymail ou @gmail? Vamos nos falar pra eu te passar os playgroups da região. beijos, Analu

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Carol March 8, 2018 at 1:14 am

Obrigada por responder!! Eu não encontrei um email de contato seu aqui no site senão te mandava um, o meu é mesmo o @ymail!!! Beijinhos, Carol

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Ester February 5, 2019 at 2:30 pm

Nossa to chorando aqui! Estou passando por isso,vim morar no Japão com meu marido e descobri que estou grávida do meu primeiro filho, o sentimento é o mesmo! A falta que a tribo faz.

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Analu Tavela February 5, 2019 at 9:30 pm

Oi Ester, nossa como entendo seu sentimento. É uma fase tão difícil, precisamos de todo o suporte e carinho do mundo. Um abraço bem grande e lembre-se que isso tudo te fortalece, acredite. Beijos, Ana

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