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6 comentários

Marcela C M Ramos November 22, 2017 at 7:54 am

Olá, Vanessa.

Que alívio eu senti ao ler seu esclarecedor artigo. Muito obrigada, de coração!

Fico feliz ao saber que estou no caminho certo. Antes de imigrar para a Nova Zelândia, eu procurei ajuda profissional, li diversos testemunhos e alguns escassos artigos sobre o assunto. Mas estou seguindo as orientações da psicóloga e tenho permitido-me errar, frustrar-me e me reerguer – após um período de reflexão.

Compreender o processo histórico da migração humana, como você mencionou, também ajudou-me. O conceito de territorialismo (o qual foi e é a origem de muitas guerras, infelizmente) teve de ser, para mim, desmistificado e substituído pelo conceito de me tornar cidadã do mundo e de estar aberta a desbravar novas culturas, experiências e relacionamentos agregando-os à minha base, à minha história. Esse foi um processo que eu levei (e ainda estou levando!) tempo para deglutir pois fui educada em um círculo patriótico muito forte. E vários outros exercícios mentais seguiram-se, inclusive o apuramento da sensibilidade para me antever a uma queda emocional drástica. Tenho experienciado que ter a ferramenta emocional certa à diaposição é um fator de sobrevivência.

Enfim, imigrar e permanecer imigrante é se permitir mutar. E tal qual a borboleta, não dá para negar que é um processo dolorido.

Obrigada, mais uma vez!

Resposta
Vanessa Coelho Trajano November 28, 2017 at 7:31 am

Olá Marcela! Adorei seu relato e achei muito bonita sua trajetória, parabéns! Obrigada pelo seu retorno, é muito gratificante e muito importante para todos nós! Estou na torcida por vc! Grande Abraço!

Resposta
andre September 9, 2019 at 12:25 pm

Olá Vanessa!! Parabéns pelo artigo. Meu nome é André Wink, iniciei Psicologia há pouco tempo, e quero muito explorar as temáticas que referem-se à refugiados e imigrantes. acredito que nosso papel na psicologia é compreender a subjetividade, contribuir cientificamente, desmistificar o senso comum, mas a partir disso, deixar um legado. Passei muito tempo em outros caminhos. Quero poder ajudar pessoas nessas condições subjetivas a (re) construirem uma identidade, a superarem seus lutos, ajudar quanto à saude mental destas, pois a sociedade não está preparada para ajudar essas pessoas que tem as mesmas necessidades, sonhos e desejos que qualquer outro sujeito inserido em uma cultura e crença diferentes. Desde a falta de estrutura para acolhimento, a dificuldade na comunicação, da língua e do atendimento à saúde, enfim… a lista é muito grande e é uma questão preocupante no mundo todo, veja que países desenvolvidos também não estão sabendo lidar com a situação de vulnerabilidade destas pessoas. E finalizando, se você puder enviar algo sobre a questão do luto na imigração ou perda da identidade, trocar algumas informações nesse sentido. Agradeço. Abraço.

Resposta
Liliane Oliveira September 9, 2019 at 2:06 pm

Olá Andre,
A Vanessa Coelho Trajano, infelizmente, parou de colaborar conosco.
Obrigada,
Edição BPM

Resposta
Fabiana November 14, 2019 at 8:20 pm

Olá,

Gostaria de aber qual a linha de tratamento em psicoterapia mais usada na Nova Zelândia.

Parabéns pelo artigo!!

Resposta
Liliane Oliveira November 15, 2019 at 1:49 pm

Olá Fabiana,
A Vanessa Coelho Trajano, infelizmente, parou de colaborar conosco.
Obrigada,
Edição BPM

Resposta

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