Turismo de três dias na Islândia

Conhecendo a Islândia em 3 dias

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A cachoeira Gullfoss. Foto: Paula Marchini Senatore.
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Eu já disse isto uma vez aqui: a Islândia está na moda e não é à toa que o turismo aumentou mais de 20% no ano passado. O país é belíssimo, mesmo. Não é um lugar fácil de se chegar, nem barato, mas vale a pena, principalmente para quem gosta de natureza – não é um lugar de cidades cheias de prédios, mas de paisagens naturais únicas.
Apesar de pequena, com uma área de somente 103.125 km², a Islândia não se conhece em um dia, nem em dois, mas em três dias pode-se ter uma ideia de quanta coisa interessante existe na terra do gelo – e do fogo, da lava, dos gêiseres etc. Divida o seu tempo como desejar. Se fizer turismo de 3 dias na Islândia, dá para ver o seguinte:

Reykjavik

A capital mais setentrional do mundo é bem mais cosmopolita do que se pode esperar de um lugar com apenas 120 mil habitantes (“grande Reykjavik”, 210 mil – com outros 5 municípios vizinhos, separados apenas por algumas ruas e pela administração diferente). As ruínas mais antigas encontradas na cidade datam do século IX, e podem ser vistas na exposição “871 +/- 2”, que ainda conta com objetos da Era Viking e belas vitrines “virtuais”. Fica no centro, que você conhece em poucas horas e a pé.

Pertinho da exposição está o marco zero da cidade, na rua Vesturgata, esquina com a Aðalstræti; a partir dele é determinada toda a numeração das ruas da cidade. Caminhando por lá, chega-se ao porto antigo, que tem ótimos restaurantes e de onde saem passeios de navio para a observação de baleias: um programa bom se não há vento, do contrário, vira programa de índio ou a própria empresa responsável cancela a viagem.

Ainda à beira-mar está a Harpa, o centro de convenções e concertos de Reykjavik, que também abriga a ópera e a orquestra sinfônica do país. O prédio é inspirado na natureza islandesa e foi projetado pelo escritório dinamarquês de arquitetura Henning Larsen. Porém o artista Ólafur Eliasson (islandês/dinamarquês) é quem leva a fama de criador, por causa da iluminação da fachada – uma obra de arte, mesmo!

A Harpa vista de fora num dia de inverno. Isso no chão é gelo.
A Harpa vista de fora num dia de inverno. Isso no chão é gelo.

Se estiver com fome quando sair de lá, pode provar o cachorro quente mais famoso da cidade, o Bæjarins beztu. A salsicha leva carne de cordeiro e é cozida em cerveja de baixo teor alcoólico. A barraquinha exibe, com orgulho, uma foto de Bill Clinton comendo lá, e dizem que adorou.

O passeio pode continuar na pracinha em frente ao parlamento, Austurvöllur, onde fica também a catedral de Reykjavik, a Dómkirkjan. Atenção, a catedral não é a Hallgrímskirkja, aquela dos cartões postais! Esta é a mais conhecida e foi, por muitos anos, o prédio mais alto do país e uma espécie de “monumento” da Igreja Luterana – agora ultrapassado por alguns “mini” arranha-céus de negócios. A Hallgrímskirkja fica no ponto mais alto de Reykjavik e a vista de sua torre é a melhor para uma foto do centro e para se ter uma ideia de como a cidade é “espalhada”.

A Hallgrímskirkja NÃO é a catedral da Islândia, ao contrário do que muitos propagam por aí.
A Hallgrímskirkja NÃO é a catedral da Islândia, ao contrário do que muitos propagam por aí. Foto: Paula Marchini Senatore.

 

Ao lado do Parlamento, na praça Austurvöllur fica a CATEDRAL de Reykjavik, a Dómkirkjan (à esquerda, na foto).
Ao lado do Parlamento, na praça Austurvöllur fica a CATEDRAL de Reykjavik, a Dómkirkjan (à esquerda, na foto).

Atrás do Parlamento está um laguinho e a prefeitura de Reykjavik. Lá fica um mapa tridimensional do país que, às vezes, dá lugar a exposições temporárias e eventos, por isso, boa sorte na sua visita! Mas é bem interessante ver o relevo e tantas geleiras…

Ainda no centro estão diversos museus (caso o tempo esteja feio, são uma ótima pedida) e a principal rua de comércio, a Laugavegur, que é exclusiva de pedestres no verão, por algumas horas e em alguns trechos.
Há restaurantes para todos os gostos: o melhor cordeiro do mundo, peixes puríssimos e deliciosos, bem como excelentes vegetarianos e veganos. Infelizmente, nada é barato, nem mesmo aquele cachorro quente da rua; prepare o seu bolso!

O Círculo de Ouro

Esse é o passeio clássico, uma rota de aproximadamente 300 km, cujas atrações são o Parque Nacional Þingvellir (Thingvellir), a cachoeira Gullfoss (Cachoeira dourada) e o vale Haukadalur, onde ficam os famosos gêiseres (Geysir, no original) que deram nome a esse fenômeno natural em várias línguas. No parque nacional pode-se caminhar ou até mesmo mergulhar entre as placas tectônicas da Terra, numa fenda que separa o continente europeu e o americano. Quando estive lá pela primeira vez, fiquei surpresa com o fato de que um lugar chamado “parque” tivesse poucas árvores e fosse um parque “rochoso”. Minha imaginação tropical ingênua associava “parque” à floresta e ao verde. Era inverno, fazia frio e havia neve no solo, me senti na Lua.

A água saindo do gêiser Strokkur, o mais ativo do vale Haukadalur.
A água saindo do gêiser Strokkur, o mais ativo do vale Haukadalur. Foto: Paula Marchini Senatore.

O nome do parque significa, literalmente, “lugar de assembleia popular”, e foi lá que se fundou o primeiro parlamento do mundo, o Althing, no ano 930. Até o ano 1800, foi esse o lugar das reuniões, até construírem a sede que conhecemos hoje, em Reykjavik.

O terceiro ponto do Círculo de Ouro é a cachoeira Gullfoss, a “Cachoeira dourada”, que quase desapareceu para dar lugar a uma hidrelétrica nos anos 1920, não fosse a camponesa Sigríður Tómasdóttir lutar pela sua preservação – ela chegou a ir a pé para Reykjavik (120 km) para isso e ameaçou se jogar na queda d’água. Finalmente, conseguiu anular as negociações de venda para uma empresa estrangeira e, hoje, todos lhe são gratos.

A Lagoa Azul (Bláa lónið / Blue Lagoon)

Em meados dos anos 1970, foi construída uma usina termelétrica no lugarejo de Grindavík, próximo ao aeroporto internacional de Keflavík. Poucos anos depois, descobriram que os resíduos deixados pela produção de energia, uma água azul clara e uma lama branca ricas em minerais, faziam bem à pele e curavam a psoríase. Em 1992 foi inaugurada a piscina Bláa Lónið, a lagoa azul, com temperatura entre 37°C e 43°C e um fundo macio dessa lama. Em pouco tempo, era um dos pontos turísticos mais populares da Islândia. Hoje em dia é necessário marcar hora com bastante antecedência e comprar a entrada na Internet para poder entrar lá, mas vale a pena.

A Lagoa Azul. Foto Adriana Griesbach.
A Lagoa Azul. Foto Adriana Griesbach.

No caminho para a lagoa está a cidadezinha de Hafnarfjörður, graciosa pelo seu pequeno porto e conhecida como morada de trolls e duendes – se você acredita, quem sabe encontra um… Se tiver tempo, pare para conhecer o restaurante Fjörukráin, cuja decoração de gosto duvidoso é divertida de se ver, com peles e bichos empalhados, estátuas e móveis que, de viking, só têm o nome, provavelmente.

A Islândia é um festival de cores e sensações: o cheiro de enxofre, o vento veloz, o gelo ou a chuva no seu rosto, a água deliciosa da torneira (saiba mais aqui); no verão ou no inverno, mesmo com pouca luz, sempre será inesquecível.

Góða skemmtun – divirta-se!

22 Comentários

  1. Bom dia , estamos planejando uma viagem à Islândia no próximo ano em Julho e queremos conhecer estes lugares que listaste.
    Sabes me dizer quais empresas fazem estes passeios, pois quero pesquisar preços dos mesmo e ver se compensa comprar daqui ou na hora, até para sabermos quanto temos que levar ,
    Se puderes me dar uma média de quanto devemos levar seria interessante, levando em consideração que vamos fazer as refeições no apartamento no máximo um café , pois as comidas são bem diferentes e não vamos nos aventurar comer fora . Iremos ficar uma semana em um apartamento no centro da Capital.Muito Obrigada ,Fico no aguardo.

    • Olá, Luana,
      obrigada por ler e comentar! Esses passeios são os mais tradicionais e existem muitas empresas que os oferecem, mas a diferença de preço é mínima entre elas.
      A Iceland Excursions tem esse bem completo, mas você pode também encontrar outros, mais curtos, a partir de 8.900 ISK.
      Quanto à Lagoa Azul, o melhor é reservar com, pelo menos, três dias de antecedência, pois julho é alta temporada e vocês correm o risco de não conseguir entrar no horário desejado ou sequer comprar o pacote, existem pacotes a partir de € 50 por pessoa, veja aqui
      É um pouco difícil calcular por outra pessoa quanto levar para um país estrangeiro, sem saber as suas necessidades ou gostos, mas você pode ter uma ideia de preços nesse meu post sobre custo de vida. Há pessoas que gostam de levar sanduíche para comer em viagens, outras preferem frutas e coisas frescas, ou querem uma sopa do dia, por exemplo.
      Espero ter ajudado um pouco, boa sorte nos planos e, quem sabe a gente não se encontra por aqui?
      Abraço

  2. Oi Érika querida,como foi bom conhecer esta bela brasileira que tão bem sabe receber neste país encantador.
    Ótima ideia de fazer essa matéria,pois ficará mais perto para todos a Islândia..
    Me aguarda,ano que vem retorno com a M.Olga.Mil bjs

  3. Boa noite! Adorei as informações! Estou pensando em ir agora em Outubro, mas meu inglês não é nada bom… Queria saber se encontro por aí algum guia que fale português. Se não tiver, com o inglês basicão consigo me virar? Pode me ajudar?
    Obrigada!

    • Oi, Renata,
      Obrigada por ler e comentar! Na Islândia o inglês é essencial, pois a língua islandesa é bastante complicada e poucos falam espanhol ou português, mas posso ajudá-la na sua viagem. Meu marido é guia profissional, podemos conversar por e-mail.
      Escrevo nos próximos dias, estamos viajando agora.
      Abraço cordial

    • Olá, Renata,
      a maioria das excursões é em inglês, se você fala inglês, entenderá bem. Se só fala o básico, pode ser que perca uma ou outra informação.
      Eu trabalho como guia freelancer para empresas de turismo, entretanto, mais com alemães, raramente há grupos de língua portuguesa.
      O preço de um guia particular fica entre ISK 3.500 e ISK 5.000 por hora, dependendo da duração do trabalho e do número de pessoas.
      Se você pretender contratar um serviço desses, pode me contactar por aqui e nos falamos de novo.
      Obrigada por ler e comentar, fico feliz que gostou!
      Abraço.

    • Oi, Luciana,
      Esses passeios podem ser feitos durante o ano todo, exceto em dias de tempestade. Em fevereiro já temos bastante luz, mas ainda faz muito frio e pode haver nevascas e gelo nas estradas. O melhor nessa época do ano é contratar esses passeios em agências de turismo locais, é mais seguro do que alugar carro.
      Boa sorte para você, obrigada por ler e comentar o blog!

  4. Olá Erika, tudo bem?
    À procura de informações sobre a Islândia, achei seu post.
    Eu, meu marido, meu filho (08 anos) e minha mãe iremos conhecer a Islândia no final de novembro.
    Poderias me direcionar?
    Gostaria que você me indicasse uma empresa para os passeios da Lagoa Azul, do Gold Circle, e é claro: temos que tentar ver a aurora boreal. Ah propósito: é muito difícil de ver esta danada?
    Outra coisa: vamos negociar um city tour? Falamos inglês, mas nada como ouvir os pormenores na nossa língua.
    Fico no aguardo. Grande abraço.

    Robina Viana

    • Olá, Robina,
      muito obrigada por ler e comentar o post, fico feliz que gostou.
      Dependendo das datas da sua viagem, fazemos os passeios do Círculo de Ouro e Lagoa Azul também, meu marido e eu somos guias turísticos autônomos, posso lhe enviar mais informações por e-mail. Seria um prazer fazer um city tour com você e sua família, vamos conversar sobre isso.
      Abraço, espero vocês aqui!

  5. Quis baixar um filme que estava louco para assistir e enquanto baixava resolvi dar uma olhada na internet sobre a Islândia vim parar aqui no blog. Justamente em seus artigos. Já passou uma hora e meia e não consigo deixar de ler cada artigo sobre esse pequeno país encantador.”Até esqueci do filme! rs” Gostei realmente sobre os artigos. São claros e bem mais específicos. Um dia ainda realizo o sonho de visitar esse local lindo e principalmente a cidade de Siglufjörður que é um sonho.
    Queria fazer uma pergunta curiosa. Os islandeses são racistas em geral?

    • Oi, Marcus Diego,
      muito obrigada por ler e comentar!
      Racismo existe em qualquer lugar do mundo, afinal isso é uma coisa que ainda não conseguimos banir da humanidade.
      Não há racismo “aberto” nem notório aqui, nem tenho conhecimento de movimentos racistas como vemos em outros países europeus – e até no nosso querido Brasil.
      Mas faz-se, sim, diferença entre nativos e imigrantes na hora de contratar alguém para uma função específica. E, como houve uma imigração grande no início dos anos 2000 por falta de mão de obra (mais no setor de serviços), hoje pode-se perceber que alguns estrangeiros acabam circulando em grupos de co-nacionais seus e de outros estrangeiros, também, não havendo uma integração perfeita na sociedade islandesa. Por conta disso, existe, em algumas ocasiões, discriminação e um certo preconceito, sim, contra estrangeiros, mas isso é uma questão que só um antropólogo de verdade pode explicar, eu não me arrisco falar disso, nem quero! E tudo o que eu digo aqui são impressões pessoais minhas.

  6. Olá Erika tudo bem? Adorei esse site! Eu e meu marido estamos querendo fazer uma viagem à Islândia em fevereiro de 2018. Sabendo que as coisas são caras,frias e dificultosas, já estou planejando tudo. Sobre a língua, meu inglês é fluente sem problemas.A nossa grande expectativa é ver a Aurora Boreal e alugar um carro para poder dar a volta no país na Ring Road. Temos 14 dias para isso. Gostaria de saber quais passeios vc indica mais durante o inverno e se é realmente fácil de pegar a Aurora sem ter que caça-la como ocorre em outros países. Pretendo voltar no verão também, futuramente.

    • Oi, Danielle,
      em fevereiro ainda está bem frio (frio é sempre, aliás) e há que se ter muita paciência para dar a volta no país direto pela rodovia n°. 1, o anel que circula a ilha toda, pois há tempestades e muito gelo, mas, se vocês derem sorte, conseguem, sem ter que voltar de algum ponto. A dica que eu dou é realmente levar a sério a previsão do tempo para o dia seguinte e os alertas do site road.is, que informa as condições das estradas do país.
      Quanto à aurora boreal, não se pode prever nunca. Há dias em que você consegue ver no meio da cidade, mesmo nos lugares mais iluminados. E há outros, em que você tem que caçar, mesmo, sair quilômetros e quilômetros atrás dela… Faça pensamento positivo e espero que tudo dê certo.
      Dicas de passeios: em Reykjavík, há muito o que fazer todos os dias, dezenas de museus, cafés, piscinas públicas, lugares interessantes para se ver, mesmo no inverno. Como vocês vão dar a volta na ilha, vão ter muitos pontos turísticos para ver ao longo da viagem: na costa sul, as cachoeiras ao longo da estrada, geleiras, o parque de Skaftafell, a cidade de Vík e seus arredores, depois, mais para o leste, a lagoa glacial de Jökulsárlon, etc.
      No leste também há grutas e trilhas belíssimas e algumas das partes mais “reflorestadas” da Islândia, mas nunca fui para lá no inverno, tudo depende de como o tempo estará. Sem vento, tudo é lucro.
      Minha região preferida é o norte, Akureyri e a região de Mývatn, dê uma olhada no google e verá os diversos lugares lindos para se visitar por lá. Dá para ficar uns 3 dias, porque neva muito, mas muito, mesmo, no norte…
      Em 14 dias, deve dar para visitar a península de Snæfellsnes, também, reservem pelo menos um dia inteiro para lá.
      Quanto aos fiordes do oeste, é muito difícil chegar de carro no inverno, o tempo tem que estar muito bom e ameno, acabou de sair no jornal daqui uma reportagem com um turista francês que ficou 5 dias preso dentro do próprio carro por causa de uma tempestade de neve que bloqueou a rodovia próxima a Ísafjörður, um desses fiordes. Se desejarem ir até lá, tomem muito cuidado!
      E, se ainda sobrar tempo, as ilhas Vestmann (Vestmannaeyjar) são belíssimas, há uma balsa diariamente de um ponto a uns 100 km de Reykjavik e dá para ir e voltar no mesmo dia, se o tempo permitir e se a “travessia” não for cancelada por causa do tempo.
      Não pense que eu estou tentando assustá-la, mas venha mesmo preparada para um clima bem ruim, essa é a regra aqui. Tragam sapatos e roupas impermeáveis e algumas peças de lã verdadeira (não sintética), a única que esquenta de verdade, na minha opinião – ceroulas e camisetas segunda pele são essenciais! Venham preparados para se molhar bastante e para um vento muito, muito forte. Tudo o que for o contrário disso é lucro, só estou sendo sincera.
      Boa sorte na preparação da viagem, estamos aqui para outras dúvidas.
      Abraço

  7. Menina!! Adorei o novo texto, como sempre maravilhoso. Sinto sente muitas saudades quando leio tuas palavras – parece que estás falando na minha frente! Sucesso aí como guia turística, ao que parece a procura é grande. Eu adorei a estadia aí em 2008, e noto que muita coisa mudou nestes últimos dez anos (!). Está na hora de voltar ? beijos!

  8. Erika, tudo bem? Eu estou indo pra Islândia dia 27 de outubro resolver umas coisas e vi que você mora em Reykjavik e trabalha como tradutora. Eu queria tirar umas dúvidas referente a isso, teria como me passar seu email ou entrar em contato comigo?
    Obrigada!

  9. olá, vou para Islândia a 29 Março, acha que nessa altura é seguro alugar carro para um dia e visitar a “península de Snæfellsnes”? é que tenho pavor de conduzir na neve…
    obrigada

    • Olá, Gabriela,
      Nunca se pode prever o tempo com muita certeza na Islândia. Em março ainda está bem frio e pode nevar, sim. Entretanto, se as estradas estiverem abertas, não é tão perigoso assim.
      As condições das estradas você pode consultar aqui:
      http://www.road.is/
      Outra opção é ir para Snæfellsnes numa excursão, várias companhias de turismo oferecem esse passeio.
      Boa sorte! Obrigada por ler e comentar!

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