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7 comentários

Fernando Porto Ricardo October 23, 2018 at 12:02 pm

Li o texto com um sorriso no rosto. Morei na Alemanha depois de 7 anos de Goethe Institut no Rio, tinha alguns perrengues mas entendia tudo – e os alemães falam BEM menos inglês do que a média europeia acha. Dois anos depois eu vim para a França. Ah la France: se a proximidade com o português “ajuda”, a fonética do idioma é um desastre e os parisienses tem a menor paciência para pronuncia errada porque realmente é impossível de entender.

E um dia, acho que uns 6 meses depois de chegar na França, enquanto eu cozinhava com a TV ligada eu percebi que estava entendendo sem precisar focar na TV. 🙂

Boa sorte e coragem – uma hora o dinamarquês chega!,
Fernando.

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Letícia Stallone October 23, 2018 at 12:08 pm

Oi, Fernando. Obrigada pelo comentário. É muito maravilhoso ver que outras pessoas passaram pelos mesmos perrengues e saíram vitoriosos! Gostei especialmente do desejo de ‘coragem’! É exatamente isso que preciso a cada interação. Um abraço apertado!

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Priscila October 29, 2018 at 10:54 am

Ei Letícia! Amei seu texto! Tb estou na luta há alguns anos mas não com muito afinco kkkk essa praticidade de virar a chave pro inglês que complica né?! Você recomenda algum livro? Dicionário?
Bjss! Amo suas postagens!

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Letícia Stallone October 29, 2018 at 12:05 pm

Muito obrigada, Priscila! Complica muito! Mas eu agora tenho insistido no dinamarquês, não falo mais inglês a menos que eu precise entender tudo muito direitinho, no médico, por exemplo. Dicionário eu uso bastante sim, e recomendo a dr tv, aqueles programas tipo documentários, com legendas, acho que me ajuda bem. Boa sorte pra nós e obrigada pelas leituras!

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Priscila October 29, 2018 at 4:21 pm

Ei Letícia! Amei seu texto! Tb estou na luta há alguns anos mas não com muito afinco kkkk essa praticidade de virar a chave pro inglês que complica né?! Você recomenda algum livro? Dicionário?
Bjss! Amo suas postagens!

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Juliana Rodrigues December 10, 2018 at 7:57 pm

Olá Letícia,
Muito bom o teu texto, muito esclarecedor. Obrigada por nos proporcionar uma visão tão clara e próxima da realidade. Estamos nos mudando para Dinamarca logo mais, em março do próximo ano. Estamos vendo a questão da escola para as crianças e a prefeitura nos informou que será em função do nosso futuro endereço de moradia. Como as crianças falam português e italiano, gostaria de saber se você tem bairros para me indicar que tenham maior probabilidade de encontramos grupos nas escolas com crianças que falem a mesma língua. Existem bairros de determinadas comunidades? Muito obrigada desde já,
Juliana

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Letícia Stallone December 14, 2018 at 12:02 pm

Oi, Juliana, que bom que estão vindo em março, torço para que a mudança seja bem tranquila. Não sei muito bem te ajudar com a questão do italiano. Percebo alguns bairros mais misturados, como Nørrebro que tem comunidades grandes de palestinos, iranianos e indianos (mas não sei se italianos). E vejo uma comunidade francesa bem grande em Frederiksberg, mas fora isso não sei mais o que te dizer. Eu moro em Amager e aqui conheço uma mãe italiana da escola do meu filho. Quando chegar, entre em contato que a gente coloca essas crianças juntas. Um abraço e feliz natal!

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