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Como levar seu cachorro para Londres

Em 2013 meu marido recebeu uma proposta de trabalho para ir viver em Londres. Minha primeira pergunta foi: “Mas pode levar a Tuca junto? Ou vamos nós três ou não vai ninguém”. A Tuca é uma vira-latas, adotada por mim em 2003. Na época da mudança do Brasil ela tinha 10 anos e eu não poderia de forma alguma deixá-la para trás. Assim, começou a incrível jornada de Tuquinha e nesse texto vou te dar dicas para levar seu cachorro para Londres.

Tuca no Regent’s Park em Londres – Foto: Arquivo pessoal

Comecei a pesquisar na internet e me deparei com pouca informação e muita coisa desatualizada. A Inglaterra é um dos países mais restritos para recebimento de animais e muitas regras devem ser seguidas. Antigamente, o animal tinha que ficar em um abrigo numa quarentena de 180 dias e ao ler isso, meu coração parou de bater só de pensar que a Tuca deveria ficar em um lugar horrível desses sozinha por tanto tempo.
Na época, entrei em contato com uma consultoria chamada Flying Pet que me orientou melhor e me acalmou um pouco. Como o Brasil é um país onde a raiva não é considerada erradicada, a Inglaterra é bem restrita com animais brasileiros. Por isso, era importante fazer toda a papelada direitinho.

Tudo o que você precisa saber para morar na Inglaterra!

Os passos seguidos para atender às exigências britânicas eram: primeiramente colocar um microchip na Tuca e depois vaciná-la contra a raiva. Trinta dias depois da vacina, era necessário colher sangue para comprovar que ela estava devidamente imunizada contra a raiva. Então, a “quarentena” de 90 dias começa a contar, a partir da data do exame de sangue, e o animal pode ficar em solo brasileiro aguardando o prazo para poder embarcar, não é necessário ficar em abrigo. Foi feita também uma análise geral do estado de saúde do animal e um eletrocardiograma.

É preciso, sim, comprar passagem para o cachorro. Animais com mais de 8 quilos, como era o caso da Tuca, devem ser despachados no compartimento de carga viva do avião, o que me dava pânico só em pensar. Todo mundo pensa que o cachorro vai sedado, mas isso não é permitido, o animal vai em seu estado normal durante toda a viagem. Tenho certeza que eu fiquei mais nervosa do que a Tuca durante a viagem, quase que quem precisou de sedativo fui eu.

Outro fator importante é a caixa de transporte, que deve ter as dimensões adequadas para o tamanho do cachorro. O ideal é que seja uma caixa na qual ele consiga se levantar e dar uma volta em torno de si, mas foi a consultoria que me ajudou a encontrar a melhor caixa. Outra etapa importante foi a adaptação da Tuca à caixa. Para que ela já estivesse familiarizada com o espaço até a data da viagem, foi um processo lento… Colocando a caminha dentro com petisco, dando muito carinho e usando muita psicologia canina. Ela ODIAVA a caixa! No dia da viagem, digamos que ela ainda não a amava.

Para quem não quer contratar uma consultoria, tem um site na internet que vende um guia com maiores explicações sobre como viajar com animais e um “faça você mesmo”, no qual o conteúdo parece ser bem completo. Na época em que eu pesquisei quase não existia informação na internet a respeito.

A melhor companhia aérea para transporte de animais é a Lufthansa e foi com ela que a Tuca embarcou, fazendo escala em Frankfurt antes do destino final, Londres. Para complementar o trabalho da consultoria do Brasil, contratamos uma empresa baseada no Reino Unido, a World Care Pet, que em parceria com a LATAM Pet Transport, trabalha para o transporte porta-a-porta, que no caso da Tuca foi de São Paulo à Londres. Tudo correu muito bem e estas empresas deram todo o suporte necessário para o sucesso da viagem.

Para quem vai de mudança para outro país, como nós fomos, indico fazer como fizemos: ir antes e encontrar um lugar para morar que aceite cachorro. Nós fomos em janeiro e a Tuca só chegou em março. Neste meio tempo, pudemos procurar com calma uma casa para alugar na qual o proprietário aceitasse animais. Devo confessar que não foi fácil, principalmente porque queríamos morar em Londres mesmo. Recebemos muitos nãos e o fato de ter o cachorro dificultou. Chegamos até a desanimar, mas finalmente encontramos o lugar, um pequeno flat no porão de um prédio antigo com jardim, onde a Tuca chegou e morou feliz da vida.

Depois de três anos morando na Inglaterra, Tuca mudou novamente, mas agora viemos para Portugal. Este processo foi muito mais fácil, pois na Inglaterra tirei o PET Passport dela, onde já havia registrado as vacinas e o número do microchip. O voo Londres–Lisboa é mais curto e, por ser viagem dentro da Europa, a burocracia de transporte do animal é menor.

Todos os meus amigos acompanharam a comovente vinda de Tuca para a Europa. Minha vira-latas, todos os dias, desde que fui para Londres, ficava sentada no quintal me esperando chegar. Eu tinha medo que ela não aguentasse a viagem, que ela fosse barrada, que nenhum proprietário inglês deixasse termos um cachorro na casa alugada. Mil preocupações, mas tudo valeu a pena em tê-la comigo num momento tão difícil, que é fazer as malas, deixar a família e amigos do outro lado do oceano e desbravar um novo país. Tuca me deu forças nos dias mais cinzentos de Londres.

A verdadeira dona da Tuca era minha mãe, as duas eram inseparáveis. Onde ia a Dona Ana, a Tuca ia atrás. Em 2011, um câncer levou minha mãe embora. O último pedido dela para mim foi: “Você promete que cuida bem da Tuquinha?” E até hoje cuido da Tuca, não tão somente pelo amor infinito que sinto por ela, mas também pela promessa que fiz. Tuca vai sempre comigo, seja para onde eu for.

Se você tem um animal de estimação e tem planos de mudar de país, não sofra! É possível, sim, levar seu amigo de quatro patas junto com você. Basta se informar e seguir as regras de transporte de animais do país onde pretende morar.

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32 comentários

Felipe Castangron Fevereiro 18, 2017 at 4:44 pm

Olá Analu, belo post (com á Tuca o post ficou mais belo ainda kk) Trabalho em uma empresa aqui em Belo Horizonte, recebi uma proposta de emprego e ficarei 5 meses em Sheffield, tenho uma calopsita deficiente (perdeu o bico) e bem, á lei para levar aves na Inglaterra é muito rigorosa? procurei pela internet e não achei nenhuma informação… Afinal, se eu não puder levá-la, terei que recusar o pedido, muito obrigado pela atenção, um abraço

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Analu Tavela Fevereiro 18, 2017 at 9:22 pm

Olá Felipe, obrigada pelo comentário. Não sei muito sobre transporte de aves, as regras podem ser bem diferentes… Dei uma pesquisada rápida e o site que encontrei foi talvez possa ajudar um pouco… Boa sorte!

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Felipe Castangron Março 28, 2017 at 11:01 pm

Olá Analu, depois de um longo mês de pura burocracia e papeladas, consegui um visto consular para minha calopsita, por ser um animal deficiente, consegui tratamento para ela, pagarei uma taxa de 69 euros para levar uma veterinária para cuidar dela durante á viagem…. Irei voar com á Eurowings… Irei para lá em junho desse ano e voltarei em dezembro desse mesmo ano…

Muito Obrigado pelas suas dicas, você me ajudou muito, muito obrigado!

Abraços!

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Analu Tavela Março 28, 2017 at 11:25 pm

Olá Felipe, fico muito feliz que o processo deu certo! Que linda sua atitude de não deixar sua companheira para trás e ir atras de toda esta burocracia que não é fácil! Parabéns e boa viagem, estarei aqui torcendo por vocês! Bjs, Ana

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Luciana Fevereiro 19, 2017 at 1:04 am

Oi, Ana Lu! Minha história é bem parecida com a sua. Meu marido também teve uma proposta de trabalho na Austria e nossa principal condição de vir era o Hades, nosso boxer, poder vir conosco. Ou vinha todo mundo ou ninguém. Quase morri ao saber que ele não viria de imediato conosco. Vim fiquei vinte dias com meu marido pra deixar as coisas e encaminhadas e voltei ao Brasil para esperar toda essa burocracia da E.U. Meus dois primeiros exames do soro do sangue dele não chegaram em S.P. dentro das normas. Resumo, fiquei quatro meses no Brasil esperando a documentação do Hades. Fiz a adaptação na caixa e em um mês ele estava dormindo por conta própria nela. A noite eu fechava a porta e ele passava a noite tranquila dentro dela. Comecei também com petiscos, brincando e jogando os brinquedos lá dentro pra ele pegar. Depois fui fechando por dez, vinte, quarenta minutos, até ele passar a noite toda. Isso me ajudou bastante a ficar menos neurótica de preocupação com ele durante o voo. Viemos juntos no voo de BH x Lisboa x Viena. Em Lisboa pedi a tripulação pra ter certeza que ele estava no voo. Ao checar aqui ele foi o primeiro a desembarcar, antes das malas aparecerem ele já estava no desembarque. Ele foi um guerreiro, ficou ao todo 18h dentro caixa e chegou aqui todo saltitante e feliz. É um sacrifício, é caro, e muitas vezes um desgaste emocional. Contudo, vale muito a pena. Como você disse, nesses meses iniciais de adaptação eles são grandes companheiros e nos ajudam demais em vários aspectos. Hoje tenho certeza que ele está muito mais adaptado do que eu, rsrsrs!! Eu não contratei assessoria porque tinha todas as informações na internet e quando liguei para o depto jo aeroporto que faz a documentação (acho CZU, não lembro) eles foram muito solícitos. Na semana de fazer a documentação fui lá e pedi para eles conferirem minha papelada e fui super bem atendida. Enfim! Agora estamos aqui longe da família mas com nossos filhotes conosco! 🙂

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Analu Tavela Fevereiro 20, 2017 at 2:18 pm

Oi Luciana, que legal saber sua história! Realmente muito parecida! Ou vai todo mundo ou não vai ninguém, tô contigo 🙂 Eu fiquei com medo de fazer tudo por conta, por isso contratei assessoria… Mesmo com eles preparando a papelada, a Tuca foi inicialmente negada quando chegou na Inglaterra, acredita? Pois nao estava com a caderneta de vacinação original… Ainda bem que conseguiram resolver tudo e ela entrou depois de 36 horas de viagem. Ufa! Quase morri com a tensão da viagem, mas valeu demais à pena. Tenho certeza que com você é igual e que o Hades deixa sua vida e de seu marido muito melhores! Só quem tem filho de quatro patas entende, não é mesmo? Beijinhos pra vc e pro Hades 🙂

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Adriana Março 17, 2017 at 4:55 pm

Oi Analu. Como amante dos animais, ativista da causa, quero lhe agradecer por encher meu dia e meu ânimo com seu relato e por “não ter desistido” da Tuca, como muita gente faz. Tenho planos para morar fora do Brasil para estudos (Portugal tb) e só ainda não fui porque não tenho como levar meus 6 animais. Assim que achar um modo, embarcaremos todos.

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Analu Tavela Março 19, 2017 at 9:34 pm

Oi Adriana, obrigada por comentar o texto! Que bom que gostou… Nunca devemos desistir de nossas paixões, não é verdade? A Tuca foi minha paixão, nunca eu a abandonaria ou a deixaria para trás, acho incompreensível alguém que consegue fazer isso com um cachorro, que é um animal tão apegado ao dono. Enfim… Espero de coração que você consiga vir para Portugal, não desista, parece complicado, mas é absolutamente possível trazer seus animais. Não é barato, infelizmente, mas vale à pena. A Tuca nos deixou no dia 21/Jan/17… foi amada até o último instante, assim como ela mereceu. Fiz um vídeo com alguns momentos, se quiser dar uma olhada: Obrigada e beijos de boa sorte!

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Adriana Março 17, 2017 at 5:01 pm

Esqueci de perguntar: comoa Tuca está hoje em dia, afinal já é uma senhora né?! <3

Resposta
Ligia Setembro 28, 2017 at 6:40 pm

Oi Ana! Gostei muito do seu post, me ajudou a tirar várias dúvidas! Fiquei muito emocionada com toda a sua trajetória com a Tuca. Sou muitíssimo ligada aos meus cães e eles estão sempre dentro dos meus planos quando penso em morar fora. Agora com seu post fiquei mais tranquila e segura de como tudo funciona.
A Tuca teve muita sorte em ter duas donas incríveis como você e sua mãe!
Bjs

Resposta
Analu Tavela Setembro 28, 2017 at 10:03 pm

Oi Lígia, obrigada pelo comentário tão querido! Te entendo completamente com relação aos sentimentos pelos seus cães 🙂 sou uma apaixonada por animais convicta. É possível migrar com eles sim. É um pouco mais difícil mas compensa. Tuquinha teve sorte, morou no Brasil, Inglaterra e Portugal… mas eu tive mais sorte ainda em ter tido ela ao meu lado 🙂 Beijos e boa sorte com os dogs!

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Cristina Novembro 7, 2017 at 9:50 am

Ola Ana! Parabéns pela iniciativa de compartilhar com todos sua experiencia, eu também estou vivenciando esse momento ainda nada certo mas grande chance de nos midarmos para Oxford no próximo ano, estou sofrendo desde que soubemos da possibilidade, temos um bulldog inglês por ser branquicefalico nosso coração ficou mais apertado, você conheceu histórias de bull que fizeram viagens assim com sucesso? Quando eles precisam ser despachados no departamento de carga viva eles vao no mesmo voo nosso ou separado? Se puder tranquilizar o nosso coração kkkk
Até breve
Mais uma vez parabéns

Resposta
Analu Tavela Novembro 7, 2017 at 3:24 pm

Ola Cristina,
eu entendo sua angustia. Quando levei a Tuca, ela alem de idosa era muito medrosa e passava ate mal quando se sentia desprotegida. Nao sei muito especificamente sobre esta raça, por isso aconselho você a entrar em contato com alguma consultoria especializada em transporte de animais. Na época, quem me ajudou foi a Flying Pet. Vale a pena ao menos perguntar se existem exigências específicas para bulldogs, pode ser que sim pela condição dele. Se vc começar com a microchipagem e vacina antes, consegue levar ele com poucos dias de diferenca de vc. A Tuca viajou com a Lufthansa, que é a melhor companhia para levar animais. As vezes vale mais a pena priorizar o know-how da cia aérea do que colocar o animal no mesmo voo que vc, pois vao separados de qualquer forma… Boa sorte, depois me conta como estao as coisas, mas fica tranquila que eles sao super bem cuidados durante o transporte. Beijos!

Resposta
Lais Novembro 20, 2017 at 9:06 pm

Oi Analu! Muito legal a materia. Parabéns! Aproveitando gostaria de tirar uma duvida c vc. O custo p manter um cachorro na Inglaterra é muito alto? Tipo consulta veterinaria etc. Outra coisa… tem hotel p deixar caso eu precise viajar? Obrigada

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Analu Tavela Novembro 21, 2017 at 1:25 pm

Oi Lais, obrigada pelo comentário. O custo para manter o cachorro na Inglaterra vai depender de onde vc mora, com certeza os veterinários em Londres são mais caros e pode variar muito também de acordo com o bairro: quanto mais central mais caro. A Tuca era uma cachorrinha idosa e tinha vários problemas de saúde, então gastei um bocado com ela, pois eu morava em um bairro mais central. Existem sim hotéis para caes e também um esquema da dog sitter que vc deixa o seu dog na casa de uma pessoa cadastrada pelo site e que seja próximo a sua casa. O hoteis geralmente são caros e longe da cidade, por isso nunca usei esta opção. Mas tenho amigos que têm cachorro e que só deixam em hotel e o dog se dá super bem. A dica é pesquisar na internet, pois na Inglaterra mmuita gente tem cachorro e existem muitas opções. Beijos e boa sorte!

Resposta
Vivi Janeiro 6, 2018 at 11:09 am

Que legal me dentifico bastante pois sei exatamente o qie você passou na inglaterra para aceitar cachorro nas casas.
Feliz de ler sua história que só confirma.o..quanto amar eles vale a pena.
Eu trouxe minhas duas meninas r agora preciso fazer o processo de volta pro Brasil. Eu não encontro informação, mas será que só com o passaporte consigo voltar com elas na cabine? Obrigada bjs pra família toda e feliz 2018

Resposta
Samuel S. Valvassori Janeiro 16, 2018 at 3:25 pm

Oi Analu, meu nome é Samuel e estou indo também morar em Londres e vou levar meu animal de estimação comigo. o meu gatinho Ozzy, gostaria de saber certinho o que preciso fazer para poder leva-lo e ele nao ser barrado no aeroporto.
Agradeço muito se puder ajudar e me passar os contatos de quem levou empresas de viagens e assim por diante.
Obrigaod

Resposta
Mattheus Junqueira Fevereiro 4, 2018 at 2:21 am

Oi Analu.
Muito obrigado pelo seu relato. É animador.
Eu no momento estou em Portugal e me mudando para Oxford em breve.
Sofro todos os dias a falta do meu companheiro, pois ainda não o trouxe pra cá.
O maior problema é o medo que eu estou de trazê-lo no porão. Ele é um Staffordshire Bull Terrier de 7 anos MUITO agitado e que respira mal. Tenho medo de ele passar mal no vôo e não aguentar.
Você teria alguma dica para me deixar mais confortável e confiante em trazer ele?

Resposta
Analu Tavela Fevereiro 5, 2018 at 3:16 pm

Ola Matheus, entendo perfeitamente sua preocupação. Sei que a raça Bull Terrier tem algumas regras um pouco diferentes, por isso talvez seria melhor se informar melhor com alguma consultoria. No Brasil usei a Flying Pet que me orientou para levar a Tuca para Londres. Fazendo toda a parte burocrática corretamente não se preocupe que o prcesso dá certo. E sobre o animal viajar no porão, se ele vier por uma companhia boa e que está habituada com este tipo de transporte não é problema nenhum, é até menos estressante para o animal. Utilizei os serviços da Lufthansa e foi ótimo. Na conexão na Alemanha, levam o animal para um xixi, tem sala de espera especial, dao agua… Fique tranqulo que quem sofre mais con certeza é o dono. Boa sorte!

Resposta
Amanda Fevereiro 8, 2018 at 12:17 pm

Oi analu! Muito obrigada pelos seus esclarecimentos. Uma duvida: eh possível irmos no mesmo voo? Eu e meu marido na cabine e nossos 2 gatinhos na carga? Eu tenho família em Londres então não seria difícil ficar com eles até acharmos um lugar que aceite pets. O que vc recomenda? Beijos

Resposta
Analu Tavela Fevereiro 9, 2018 at 11:41 am

Ola Amanda, eh possivel sim ir no mesmo voo. Para que voce nao tenha preocupacoes, aconselho fortemente a procurar uma assessoria especializada, pois ajuda muito com tudo isso. Ligue para a cia aerea e se informe a respeito antes de comprar as passagens. Boa sorte!

Resposta
Luciane Março 19, 2018 at 3:23 am

Olá Analu, primeiramente parabéns por todo o verdadeiro amor pelo seu pet. Você poderia por favor informar a questão de valores? Na época quanto custou todo o processo? Obrigada

Resposta
Eliana Abril 13, 2018 at 8:17 pm

Que linda sua historia com a Tuca. Fiquei bem emocionada. Um grande abraço.

Resposta
Juliana Abril 24, 2018 at 1:19 am

Amei ler isso.
Estou aqui por que meu marido está num processo para trabalhar na Inglaterra e só iremos se puder ir a família toda.
Meu labrador maravilhoso de 8 anos e minha doce Golden Lolla de 5 anos.
Quando comecei a ler, vi que tinha esse negócio de abrigo, Deus me livre. Meu coração gela só em pensar.
Mas fiquei feliz em saber que há casos de sucesso.
Obrigada pelo relato!

Resposta
Ana Maio 1, 2018 at 6:32 pm

Olá!!
É tão bom ver histórias assim! Especialmente saber que foi possível transportar a Tuca com 10 anos de idade! Já ouvi algo que havia limite de idade e isso me preocupava! Afinal, vida de imigrante não é garantia de ficar o resto da vida no novo pais e sempre ficava tensa de ter que me mudar quando meu cachorro ficasse mais velho! Agora já fico mais tranquila com o seu relato! Obrigada!
Vim pra Londres há dois anos (meu marido também foi transferido) e não era opção vir sem o nosso cachorro. Na época ele tinha dois anos e tudo correu bem! Contratamos uma empresa no Brasil pra fazer todo o processo e outra aqui para o desembaraço! Super recomendo as duas! Vários amigos tb vieram do Brasil usando a mesma empresa pra trazer os pets! A empresa no Brasil foi a Transcontrol e aqui em Londres a JCS.

Resposta
Emanuel Junho 17, 2018 at 7:56 am

Olá, eu também tive uma experiência parecida quando tive de trazer meu Yorkshire para Inglaterra. Vou voltar para Portugal e queria saber como você viajou de Inglaterra para Portugal com seu cão no avião? É a nível de preços? Muito obrigado e tudo de bom.

Resposta
Analu Tavela Junho 19, 2018 at 12:02 am

Ola Emanuel, viajei de avião pela TAP, de Londres para Lisboa. Ela foi no compartimento de carga viva, pois cães de porte medio/grande só podem viajar assim. O trâmite foi fácil, sem problemas. o preço da passagem foi equivalente ao de uma pessoa. Porem, como seu cachorro é de raça pequena, talvez possa trazê-lo consigo na cabine do avião. Term mesmo de ver com a cia aérea. Boa sorte! Ana

Resposta
Angélica Ucha Julho 26, 2018 at 9:37 pm

Que história linda!!! Achei sua história fazendo pesquisas para levar meu dobermann para Londres. É meu filho, meu xodó e não iria sem ele de forma alguma. Tenho muito receio que ele não seja aceito pela raça. Eu sou adestradora e ele é cão de exposição, super dócil, e por incrível que pareça, em agosto ele faz 3 anos e nunca sequer rosnou. É um Lord. Espero conseguir toda a documentação e autorização para que fique comigo, pq sem ele não vou mesmo. Ele e meu filho são um grude só. Muito Obrigada pelas dicas. Abração. 😉

Resposta
Analu Tavela Julho 29, 2018 at 12:13 am

Olá Angelica, é possível sim levá-lo. Procure se informar e fazer toda a documentação necessária. UK é um dos países mais burocráticos para se levar um pet, mas o processo quando feito de forma adequada, vale à pena. Pois como vc falou, é um membro da família e vale todo o esforço, com certeza! Boa sorte! Beijos, Ana

Resposta
isabela Tonon Agosto 19, 2018 at 9:42 pm

Olá, você saberia se gatos é o mesmo processo? Eu tenho 1 cachorro grande e 2 gatos, sei que vai ser difícil mas queria muito levar eles.

Resposta
Analu Tavela Agosto 21, 2018 at 7:36 pm

Ola Isabela, o processo para gatos é o mesmo. Aconselho procurar uma consultoria para ajudar com a documentação. Boa sorte!

Resposta
Jarilisy Janeiro 18, 2019 at 10:50 pm

Olá, pretendo ir em março para Londres e estou fazendo toda a documentação necessária para levar minha cachorrinha, Mas entrarei pela França pelo fato de na Inglaterra não ser possível descer com ela na cabine. Minha dúvida é que irei como turista, será que terei problemas na imigração?

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