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10 comentários

Fabi Lima December 10, 2018 at 7:03 pm

obrigada pelo texto! um beijo e um abraço bem grande 😉

Resposta
Maila-Kaarina Rantanen May 4, 2019 at 8:19 am

Muito obrigada a você pelo comentário.

Resposta
Georgina Matta December 11, 2018 at 1:18 pm

Nao é fácil enxergar a depressao em nós, nem nos demais. É uma doença extremamente silenciosa e/ou silenciada na maior parte das vezes.
Ler textos assim sao extremamente importantes para gerar instrospecçao e para que quem nao sofre com ela possa ter mais empatia.
Se cuida, um abraço!

Resposta
Maila-Kaarina Rantanen May 4, 2019 at 8:19 am

Muito obrigada, querida Georgina.

Resposta
Victor December 11, 2018 at 5:20 pm

Querida autora muito obrigado por compartilhar um texto tão importante relevante com todo mundo.

Eu tenho certeza que muitos brasileiros fora do Brasil que agora estão morando em países da Europa Estados Unidos Canadá e outros países frios e com pouco sol passando por uma situação muito muito muito semelhante a essa que você descreveu acima.

Não tenho uma religião em particular Mas uma coisa que eu posso te dizer que me ajudou muito com um pouco de insônia que eu tive recentemente foi rezar Qualquer que seja sua religião seu credo a sua crença coloque sua fé seu favor rezando de noite na cama isso ajuda muito a relaxar e dormir.

Sobre a falta de vitamina D o Canadá também sofre bastante disso com imigrantes que vieram de países muito ensolarados como Brasil e eu mesmo já sofri um pouco disso e ainda estou lutando para ver como consigo resolver isso da melhor forma.

muito obrigado pelo seu relato e eu torço para que você se recupere totalmente e ter uma vida maravilhosa feliz e alegre e com sua família um grande abraço.

Resposta
Maila-Kaarina Rantanen May 4, 2019 at 8:18 am

Querido Victor,
Muito obrigada por sua mensagem tão cheia de carinho e compaixão. Toca meu coração ver pessoas que se preocupam com as outras a ponto de cederem seu tempo para escrever um comentário tão afetuoso. Muito obrigada de verdade.
Maila

Resposta
Renata S. January 4, 2019 at 2:46 pm

Maila, obrigada pelo texto, acho extremamente necessário falarmos abertamente de depressão.
Queria aproveitar e compartilhar a situação de um amigo finlandês que há anos tenta e não consegue chegar ao estágio de ser atendido e medicado adequadamente.
Ele morava em Helsinki e só foi atendido pela enfermeira psiquiátrica uma vez, que disse para ele se alimentar e dormir melhor e deu alta, pois ele não havia chegado ao ponto de cortar os pulsos ainda. Achei um absurdo e nem é necessário falar que isso piorou a situação de sua depressão.
Agora, morando em Lahti, ele está tentando o atendimento local. Refez o teste, teve pontuação alta, foi atendido pela primeira vez por telefone e foi agendada uma consulta com a enfermeira psiquiátrica, isso entre novembro e dezembro. A enfermeira que o atendeu, agora em janeiro, disse o mesmo sobre se alimentar e dormir melhor e o encaminhou para um outro profissional, que o avaliará só no final do mês. Cada atendimento demora semanas para acontecer e penso que a pessoa com depressão tem e precisa ser cuidada com urgência.
É assim mesmo que acontece por aí? Alguma recomendação para meu amigo conseguir, de alguma forma, acelerar seu atendimento e tratamento? Fico preocupada com ele e me sinto fraca por estar longe e não conseguir ajudá-lo de forma eficiente.

Abraços e feliz ano novo!

Resposta
Maila-Kaarina Rantanen May 4, 2019 at 8:00 am

Olá Renata,
Sinto muito por seu amigo e espero que esteja melhor. Infelizmente o sistema pode ser bem lento, dependendo de onde a pessoa more. Uma das principais razões por eu ter feito a opção de sair da área da capital foi exatamente por conta do sistema de saúde. A Finlândia passa por um momento muito complicado no sistema de saúde. Este é muito oneroso para o governo e, infelizmente, a oferta de profissionais é baixa. Há alguns anos que o sistema abriu as portas para médicos estrangeiros, mas ainda assim, a obrigação de se falar finlandês não atrai muitos profissionais. É uma faca de dois gumes porque realmente não se pode contratar um médico que não seja fluente na língua local. O paciente precisa ser entendido 100% e não pode ser obrigado a se expressar em uma língua que não é a dele.
Helsinki é muito populosa e por isso as filas são enormes, o sistema é lento. Tem mais demanda do que serviço. Lahti é melhor, mas ainda assim está dentre as maiores cidades do país. Onde moro é muito melhor e mais rápido, pois tem menos gente.
O problema também está um pouco na atitude dos finlandeses. Eles não sabem comunicar bem as suas necessidades. A pessoa vai lá, não recebe o suficiente e volta para casa ao invés de reclamar e de dizer com todas as letras que está mal, que precisa de ajuda. Vejo isso acontecer muito.
Espero que ele esteja medicado e melhor.
Um abraço,
Maila

Resposta
Monica Paraiso Berge February 8, 2019 at 6:08 pm

Que texto lindo, Maila! Parabens por sua coragem de abrir seu coracao e falar sobre a doenca , como voce bem falou, que afeta mais de 300 milhoes de pessoas no mundo. Me identifiquei muito com seu texto e te peco, nao deixe de nos alertar sobre o tratamento.
Nao sabia, por exemplo, que existe um exame que identifica o grau de depressao que esta acometendo uma pessoa.
Aguardo seu texto em breve.
Muito obrigada e melhoras.

Resposta
Maila-Kaarina Rantanen May 4, 2019 at 7:52 am

Muito obrigada, Monica.
O exame é na verdade um teste de múltipla escolha com diversas perguntas e 4 opções de respostas. Cada resposta escolhida tem uma pontuação e, ao final, identifica-se o grau de depressão. Primeiramente eu fui bem cética quanto ao teste, achei que aquilo era uma besteira, tipo teste de revista. Mas depois, pesquisando, vi que é um método universal e muito, mas muito eficaz mesmo.
Um beijo,
Maila

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